04/07/11
28/06/11
Jantar CDS/PP - Odivelas - Confirme já a sua presença!
Como já foi anunciado no próximo dia 8 iremos ter um Jantar/Convívio em Odivelas no qual iremos fazer o balanço do primeiro ano de actividade desta nova equipa, a qual deixou as sementes para o trabalho que temos que fazer daqui para a frente e anunciar o trabalho que iremos fazer daqui para a frente.
A sua presença é importante, confirme o quanto antes a sua presença, basta clicar aqui, ou enviar um email para cdsodivelas@gmail.com.
A sua presença é importante, confirme o quanto antes a sua presença, basta clicar aqui, ou enviar um email para cdsodivelas@gmail.com.
27/06/11
Jantar/Convívio
CDS/PP – ODIVELAS
Dia 8 de Julho às 20.00h.
Restaurante Luizinho - Rua do Neto, nº 6, Odivelas, Portugal - Preço 10.00 Euros.
R.S.F.F.: Email – cdsodivelas@gmail.com - Tlm. 91.321.25.97
Paulo Aido acusa Mário Máximo de ser um Vereador “Copy & Paste”.
As imagens que deram a origem a que Paulo Aido e Hernâni Carvalho se retirassem da Reunião de Câmara já estão disponíveis na Odivelas.com.
Neste vídeo é possível ver a intervenção em que Paulo Aido, depois de mencionar a atitude deste Vereador no caso da Marmelada, da Odimostra e agora do Roteiro On-Line, não tem qualquer dúvida em considerar Mário Máximo como o Vereado Copy-Past.
Neste vídeo é possível ver a intervenção em que Paulo Aido, depois de mencionar a atitude deste Vereador no caso da Marmelada, da Odimostra e agora do Roteiro On-Line, não tem qualquer dúvida em considerar Mário Máximo como o Vereado Copy-Past.
25/06/11
Quem é o responsável por esta VERGONHA?
Póvoa de Sto Adrião, 25/06/2011, 17h, 37ºC
Só tenho uma pergunta a fazer:
Quem é o responsável por este atentado à saúde publica, por esta VERGONHA??
O "novo ciclo"
Chegou-me hoje às mãos a edição do Jornal de Odivelas de 23/06/2011 onde encontro na página 10 um artigo de opinião com o título " O PS e o novo ciclo", da autoria do líder da bancada do PS na AM de Odivelas, Miguel Cabrita.
Não há dúvida que é um artigo interessante e bem escrito, apesar de discordar com o mesmo em alguns pontos. Vamos por partes:
1- Diz Miguel Cabrita que "O PS sai do governo (...) com a sensação do dever cumprido". Não posso deixar de me espantar com esta frase... "Dever cumprido"? O que cumpriu o PS? Conseguir deixar Portugal numa situação humilhante e de mão estendida, aumentando o déficit publico para niveis nunca vistos? Conseguiu "embrulhar" ainda mais a Justiça, colocar a autoridade nas lonas, deixar os criminosos soltos? Conseguiu incutir no povo Português o espirito do "salve-se quem puder", a vontade (ou a necessidade) de os nossos jovens em emigrarem procurado um inicio de vida num país que lhes possa oferecer condições? Sim, parece-me que entre outras coisas o PS conseguiu "cumprir" com estes "designios";
2- Para Cabrita, Portugal é um país "apesar de tudo mais preparado em muitos sectores: na educação e formação de jovens...". Saberá o lider da bancada do PS na AM de Odivelas do que fala? Na educação??? Onde são impingindos às crianças e aos seus pais mini pc's que nunca utilizarão na sala de aula? Onde as crianças são deixadas por sua conta e risco nos recreios? Onde turmas passam um periodo inteiro sem que sejam leccionadas disciplinas (sei do que falo: Na EB 2 Carlos Paredes, no nosso concelho, uma turma passou todo o 3º periodo sem matemática, uma disciplina básica, por baixa do professor), onde os professores não têm qualquer autoridade?
É realmente uma pena que as suas palavras não correspondam à realidade do país;
3 - A segunda metade deste artigo opina sobre o acordo com a troika, o compromisso do PS em cumpri-lo (cá estaremos para ver a sua boa colaboração) apesar do mesmo ter sido efectuado porque os partidos da oposição na altura (leia-se PSD e CDS) não queriam "impor mais sacrificios aos Portugueses". Esqueceu-se de dizer que nessa altura, o governo PS propunha-nos o PEC 4, após não ter demonstrado qualquer resultado com os PEC's 1, 2 e 3, sendo que a confiança dos Portugueses na execução de mais um PEC pelo mesmo governo era, nessa altura, nula. Que capacidades teria o governo PS para implementar mais um PEC, se não foi capaz de cumprir os anteriores?
4- Por esta razão (a obrigatoriedade do acordo com a troika para não impor mais sacrificios aos Portugueses), diz Cabrita, o PS nã apoiará qualquer medida do actual governo para ir ainda mais longe. Penso é que não terá percebido que, nesta conjuntura, "ir ainda mais longe", significa salvar Portugal, retirá-lo do "buraco" onde o PS o pôs o mais rápidamente possível, restaurar a confiança dos mercados e da UE e afastarmo-nos o mais depressa possível da situação grega que ameaça tornar-se numa bola de neve, levando todos os países periféricos atrás de si;
5 - Para terminar deixo aqui as palavras do nosso novo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Paulo Portas, sobre o novo ciclo de Portugal: "Na verdade, o nosso ponto de partida é dificílimo - e podia não o ser tanto se tivessem sido tomadas providências. Mas agora é agir com rigor e cumprir com determinação."
Não há dúvida que é um artigo interessante e bem escrito, apesar de discordar com o mesmo em alguns pontos. Vamos por partes:
1- Diz Miguel Cabrita que "O PS sai do governo (...) com a sensação do dever cumprido". Não posso deixar de me espantar com esta frase... "Dever cumprido"? O que cumpriu o PS? Conseguir deixar Portugal numa situação humilhante e de mão estendida, aumentando o déficit publico para niveis nunca vistos? Conseguiu "embrulhar" ainda mais a Justiça, colocar a autoridade nas lonas, deixar os criminosos soltos? Conseguiu incutir no povo Português o espirito do "salve-se quem puder", a vontade (ou a necessidade) de os nossos jovens em emigrarem procurado um inicio de vida num país que lhes possa oferecer condições? Sim, parece-me que entre outras coisas o PS conseguiu "cumprir" com estes "designios";
2- Para Cabrita, Portugal é um país "apesar de tudo mais preparado em muitos sectores: na educação e formação de jovens...". Saberá o lider da bancada do PS na AM de Odivelas do que fala? Na educação??? Onde são impingindos às crianças e aos seus pais mini pc's que nunca utilizarão na sala de aula? Onde as crianças são deixadas por sua conta e risco nos recreios? Onde turmas passam um periodo inteiro sem que sejam leccionadas disciplinas (sei do que falo: Na EB 2 Carlos Paredes, no nosso concelho, uma turma passou todo o 3º periodo sem matemática, uma disciplina básica, por baixa do professor), onde os professores não têm qualquer autoridade?
É realmente uma pena que as suas palavras não correspondam à realidade do país;
3 - A segunda metade deste artigo opina sobre o acordo com a troika, o compromisso do PS em cumpri-lo (cá estaremos para ver a sua boa colaboração) apesar do mesmo ter sido efectuado porque os partidos da oposição na altura (leia-se PSD e CDS) não queriam "impor mais sacrificios aos Portugueses". Esqueceu-se de dizer que nessa altura, o governo PS propunha-nos o PEC 4, após não ter demonstrado qualquer resultado com os PEC's 1, 2 e 3, sendo que a confiança dos Portugueses na execução de mais um PEC pelo mesmo governo era, nessa altura, nula. Que capacidades teria o governo PS para implementar mais um PEC, se não foi capaz de cumprir os anteriores?
4- Por esta razão (a obrigatoriedade do acordo com a troika para não impor mais sacrificios aos Portugueses), diz Cabrita, o PS nã apoiará qualquer medida do actual governo para ir ainda mais longe. Penso é que não terá percebido que, nesta conjuntura, "ir ainda mais longe", significa salvar Portugal, retirá-lo do "buraco" onde o PS o pôs o mais rápidamente possível, restaurar a confiança dos mercados e da UE e afastarmo-nos o mais depressa possível da situação grega que ameaça tornar-se numa bola de neve, levando todos os países periféricos atrás de si;
5 - Para terminar deixo aqui as palavras do nosso novo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Dr. Paulo Portas, sobre o novo ciclo de Portugal: "Na verdade, o nosso ponto de partida é dificílimo - e podia não o ser tanto se tivessem sido tomadas providências. Mas agora é agir com rigor e cumprir com determinação."
Semana horribilis e a Dr.ª Susana Amador.
Xara-Brasil, escreveu hoje três posts, no blogue Odivelas Um Rumo, sobre a semana horribilis de Odivelas e da Dr.ª Susana Amador, no último dos quais dá a entender que a Dr.ª Susana Amador não terá outra solução que não seja forçar a demissão de Mário Máximo ou retirar-lhe os Pelouros.
24/06/11
Madalena Varela - Sobre o Copy-Paste.
Madalena Varela foi uma das pessoas que mais se empenhou no desenvolvimento do Projecto de Revitalização e Dinamização do Comercio Local, ontem depois de ter tido conhecimento do plágio que a Câmara Municipal de Odivelas está a fazer de uma das propostas apresentadas não deixou de manifestar a sua posição.
Fê-lo num post colocado no blogue do Pensar Odivelas e vai um pouco mais longe que Paulo Aido, chama à responsabilidade a Presidente de Câmara.
Fê-lo num post colocado no blogue do Pensar Odivelas e vai um pouco mais longe que Paulo Aido, chama à responsabilidade a Presidente de Câmara.
23/06/11
Máxima vergonha ou a vergonha do Máximo?
Depois de já eu já por diversas vezes ter afirmado que de facto Mário Máximo não tem capacidade nem conhecimento para ter a seu cargo o Pelouro das Actividades Económicas, de Paulo Aido também já ter há algum tempo solicitado a sua remoção e de muitas outras pessoas e entidades também já o terem feito, ontem em Reunião de Câmara, por ter sido “apanhado” a tentar implementar propostas que o CDS apresentou em Assembleia Municipal e que PS e PSD chumbaram, este autarca foi apelidado de Vereador copy-paste.
Paulo Aido, para além de o ter “baptizado” com este cognome, afirmou ainda que Mário Máximo também não tem competência para dirigir Reuniões de Câmara, após essa denúncia, provocada por atropelos ao regimento abandonou a sala, onde só voltou depois da entrada der Susana Amador.
À questão do copy-paste feito às nossas propostas, as quais se basearam no esforço de um grande número de pessoas que nelas trabalharam no seio do Pensar Odivelas abordarei mais tarde, por agora fica a parte da Nota de Imprensa do Vereador Paulo que se refere a este assunto.
Press Release
Abandono da Reunião do Executivo
▪ Reprodução de projecto do fórum “Pensar Odivelas” na base da discórdia.
“Saio desta reunião de Executivo sob protesto porque, mais uma vez, não foi cumprido o Regulamento das Reuniões de Câmara, porque mais uma vez o Sr. Vice-presidente Mário Máximo não sabe conduzir as reuniões, porque é incompetente, arrogante, não aceita uma crítica e entende que só ele é dono da verdade”, afirmou Paulo Aido, Vereador Independente da Câmara de Odivelas, no momento em que decidiu abandonar a Reunião de Executivo.
O incidente aconteceu na sequência de várias considerações de Mário Máximo a uma intervenção de Paulo Aido a propósito do anúncio do novo portal informático “Odivelas às Compras”. O autarca independente lembrou que esta iniciativa era uma reprodução do projecto apresentado, há quase um ano, pelo grupo de cidadãos que compõe o fórum ‘Pensar Odivelas’ e lamentou que se copiasse, agora, o que se desconsiderou há nove meses atrás.
Mário Máximo não admitiu a critica, fez várias considerações desajustadas e não autorizou a defesa da honra de Paulo Aido, contrariando o Regulamento da Câmara em vigor.
“Com toda a elegância refiro que a minha recomendação não faz observações ao acaso porque os factos estão aí, são datas, são acontecimentos”, referiu Paulo Aido no regresso à Reunião de Executivo que foi retomada já com a liderança da Presidente de Câmara, prosseguindo: “É lamentável que não se saiba escutar. A apreciação da oposição é tão importante quanto estar no poder e a minha é simples, construtiva e defende os interesses da comunidade e dos meus eleitores. Eu fui eleito como todos e perdi as eleições por pouco mais de mil votos”.
O autarca independente adiantou: “Recordo aqui o poeta popular António Aleixo: Há tanto burro a mandar em homens de inteligência que, às vezes, chego a pensar que a burrice é uma ciência”.
Transcreve-se a recomendação feita por Paulo Aido a propósito do anúncio do portal “Odivelas às Compras” e que motivou a polémica:
O autarca recomendou:
- Se desenvolvam as boas práticas de audição das forças vivas em tempo útil;
- Não se despreze as ideias de grupos de cidadãos para quase um ano depois propor o mesmo;
- Não se subestime o esforço de quem procura defender o interesse dos empresários que investirem no concelho de Odivelas, apresentando projectos estratégicos globais com acções a curto, médio e longo prazo;
· Não se prescinda de acções de ‘empowerment’ que visam tão-só envolver todos os actores da sociedade que, directa ou indirectamente, se relacionam com o desenvolvimento da actividade económica;
· Os Eleitos no poder devem servir a comunidade e não interesses partidários e, por isso mesmo, encetar o diálogo com quem afinal apresentou publicamente um conjunto de ideias francamente válidas e porventura exequíveis com um investimento reduzido;
E ponderou que:
· Já percebemos que a Feira das Actividades Económicas do Concelho irá ser feita um ano depois de a ter proposto aqui, publicamente, sob a forma de reeditar a OdiMostra;
· A Câmara Municipal de Odivelas lança agora o Novo Portal “Odivelas às Compras”, precisamente um programa apresentado publicamente, a 25 de Setembro de 2010, que se encontra integrado no Projecto de Dinamização da Revitalização do Comércio Local da autoria de um grupo de cidadãos que integram o fórum “Pensar Odivelas”;
· O mesmo sucedeu com a Confraria da Marmelada de Odivelas que teve escritura pública em 23 de Novembro de 2009, e que o pelouro das Actividades Económicas tentou replicar – leia-se copiar – cerca de um ano depois, com a constituição de uma outra Confraria;
· Daqui podemos deduzir que a Câmara Municipal de Odivelas só tem vocação para reproduzir o que outros propuseram, sem pudor de referir as fontes, sem capacidade de se relacionar com as outras forças vivas do concelho, sem imaginação própria. Uma vez mais, o Sr. Vereador Mário Máximo mostra ser o Vereador ‘copy-past’. Por alguma razão já aqui pedi que lhe fosse retirado o pelouro das Actividades Económicas. Infelizmente para Odivelas tenho razão.
Paulo Aido ainda referiu a este propósito: “Todos conhecemos os programas eleitorais de todas as forças políticas e em todos encontramos soluções no âmbito das actividades económicas, mas foi há quase um ano que umas dezenas de pessoas trabalharem imensas horas para apresentar um projecto capaz de responder às lacunas que existem no concelho que deveria ser atendido por quem detêm o poder”.
O autarca finalizou: “Ignorar isto é ignorar a sociedade, os cidadãos que voluntariamente contribuem para a melhoria do quotidiano das populações”.
22/06/11
O oportunismo do P.S. Odivelas
Em 17 de Julho de 2009, pouco tempo antes das eleições autárquicas, Ana Paula Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes, com intuitos meramente eleitoralistas e tentando beneficiar os candidatos do PS às Câmaras da Amadora, Odivelas e Loures anunciou com ecos na imprensa a expansão da linha do metropolitano à Amadora e a Loures, com a colocação de mais duas estações em Odivelas.
Desde essa altura até ao passado dia 5 de Junho (data das Legislativas) passaram-se dois anos e durante esse tempo nunca mais se ouviu de ambas as partes uma única palavra sobre o assunto.
Há cerca de duas semanas, o Presidente do Metro de Lisboa, não sei com que intenção, mas provavelmente para se distanciar de mais uma farsa da era de José Sócrates, veio a público afirmar que os planos de expansão da rede tinham sido alteradose como tal Amadora, Loures e Odivelas tinham deixado de ser uma prioridade.
De imediato a Presidente da Câmara de Odivelas, que é socialista e que durante todo aquele tempo nunca teceu qualquer comentário a esse respeito veio a terreiro condenar a decisão. Para além disso, o PS apresentou esta semana uma Moção na Assembleia Municipal a condenar essa intervenção do Presidente da Administração do Metro de Lisboa e a solicitar ao governo uma definição nessa matéria.
Os deputados do CDS-PP na Assembleia Municipal (Marina Cascais e Xara-Brasil) consideram que de facto uma alteração de planos neste sentido iria prejudicar os Odivelenses e que por essa razão iriam votar favoravelmente essa Moção, mas frisaram que o oportunismo do PS ficou evidenciado ao mais alto nível em toda esta situação, primeiro quando com uma farsa tentaram influenciar o eleitorado e agora, na véspera da “Tomada de Posse” de novo governo de outras cores políticas, sem que alguma vez se tivesse ouvido algo a esse respeito, estivessem a tentar pressionar um Governo que ainda não estava no exercício das suas funções.
Na resposta à intervenção de Xara-Brasil, Susana Amador confirmou que de facto durante todo este tempo o Governo de José Sócrates não deu qualquer sinal no sentido de avançar com esta linha e que nem sequer tinha conseguido marcar uma audiência com a Secretária de Estado.
Declaração Politica - Assembleia Municipal de Odivelas (20-6-2011).
O contrato ou memorando assinado pelo governo português com vista à injecção de meios financeiros para podemos satisfazer os compromissos assumidos, sem que para isso tivessem sido feitas as devidas provisões tal como mandam as boas práticas de gestão, vai ter repercussões drásticas para o País, para as empresas, para as famílias, para as pessoas e também como é óbvio para as autarquias. Aliás, isso está bem legível no dito memorando, vejamos:
-Subida dos custos energéticos;
-Redução do número de funcionários em 2%;
-Reorganizar os municípios e da prestação de serviços da administração central ao nível local;
-Reduzir as transferências do estado para organismos públicos e outras entidades;
-Reduzir as transferências para as autarquias locais e regionais em 175 ME;
-Reorganização e diminuição em 15% dos órgãos autárquicos.
Neste sentido, tendo nós conhecimento dos problemas financeiros deste município e da forma como o mesmo é gerido, urge neste momento e de imediato, antes que nos seja imposto, encontrar soluções e entrar definitivamente no caminho das boas práticas de gestão.
Apelamos por isso para que por um lado, este executivo “ponha os olhos” nos resultados da gestão governamental dos últimos anos e por outro lado, tendo em conta as exigências que estão colocadas sobre este novo governo, que encontre capacidade de se antecipar às dificuldades acrescidas que aí vêm.
O PS que está presente neste executivo municipal, conhece na pele o custo das políticas levadas a cabo pelo governo que amanhã cessa funções e o PSD, que também está neste executivo e que integra o governo que amanhã tomará posse, sabe bem as exigências que aí vêm. Por isso ambos têm responsabilidades acrescidas neste domínio.
Municipália, Reorganização do mapa administrativo local e redução do número Juntas de Freguesia, mais rigor nos projectos/execução/fiscalização de obras autárquicas e a reestruturação da divida a fornecedores, são alguns exemplos de rubricas que forçosamente terão que ser alvo de um estudo aprofundado.
Caso não haja a capacidade de prever o que aí vem e mais que isso, de jogar em antecipação, poderemos assistir a algo que ninguém deseja, um penoso regresso ao passado, com a consequente perca de autonomia.
17/06/11
CDS e PSD - Eis os Ministros.
Passados que foram 12 dias desde as eleições Legislativas, eis que hoje foram noticiados há momentos os nomes dos Ministros que farão parte do novo Governo, nesse sentido quero deixar aqui publicamente algumas notas:
1ª) Para a discrição em que foram mantidas todas as conversações entre PSD e CDS, a não existência das tradicionais fugas de informação foram uma extraordinária importância para construir um clima de mutua confiança, o que é essencial para o sucesso de qualquer parceria.
2ª) Para o facto desta equipa ser constituídas por pessoa de elevada competência e jovem, o que por si só transmite uma sensação de renovação e consequentemente de mudança, este facto poderá também ser determinante;
3ª) Para deixar aqui expresso a todos estes Ministros os votos das maiores felicidades, o sucesso desta equipa, na qual deposito muita esperança, representará a salvação do futuro de Portugal.
3ª) Para deixar aqui expresso a todos estes Ministros os votos das maiores felicidades, o sucesso desta equipa, na qual deposito muita esperança, representará a salvação do futuro de Portugal.
16/06/11
Vencedores, vencidos. Portugal, e agora?
Este foi o titulo que Rui Ribeiro deu ao texto que foi publicado hoje no Odivelas.com no qual faz a sua interpretação dos resultados eleitorais das últimas Legislativas, clique aqui e leia-o.
Reunião na Concelhia
Realiza-se na próxima segunda-feira, dia 20 de Junho às 21.15h., mais uma reunião na Concelhia de Odivelas. Como habitualmente esta será mais uma reunião, onde para além dos membros da Comissão Politica e Militantes, também poderão estar e participar simpatizantes.
Nesta reunião será feito o balanço do primeiro ano de mandato destes órgão concelhios, serão analisados os resultados das eleições legislativas e serão delineadas as próximas actividades.
Com de costume a reunião decorrerá na nossa sede em Odivelas, Rua Alves Redol - 15B.
Com de costume a reunião decorrerá na nossa sede em Odivelas, Rua Alves Redol - 15B.
Por questões logísticas agradecemos que confirme a sua presença para o email cdsodivelas@gmail.com ou para o nº 91.321.25.97.
14/06/11
Uma nova Contituição para Portugal
As gerações novas, principalmente gente que tem hoje entre 30 e 50 anos, não sabem as condições anormais - políticas e sociais - em que a Constitução da República Portuguesa vigente (CRP) foi elaborada e votada.
Era um periodo que é hoje conhecido por PREC em que a própria Assembleia Constituinte foi sitiada pelos trabalhadores da construção civil e outros, manipulados por partidos marxistas leninistas numa pseudo-reconstituição da revolução bolchevista-leninista de 1917.Os constituintes não se sentiam totalmente livres. Corria-se até o perigo de termos em Portugal uma ditadura estalinista para substituir a ditadura salazarista. Nestas circunstâncias, a CRP de 1976 saíu uma amálgama de ideias marxistas soviéticas, de transição para o socialismo como ali expressamente se dizia, misturados com alguns princípios embora importantes de matriz europeia ocidental.
O CDS foi o único partido que corajosamente votou contra esta Constituição na votação final, e nunca se conformou até hoje com grande parte dos preceitos de natureza ideológica de esquerda de imposição programática para os futuros governos de muitas tarefas e os limites materiais para a sua revisão.
É certo que houve duas revisões que alteraram bastante tanto a parte política, na primeira rementendo os militares às casernas e na segunda revisão, na parte económica, nos fins dos anos 80, abrindo caminho embora estreito a uma economia de mercado e pondo termo ao princípio da irreversibilidade das nacionalizações feitas após o célebre 11 de Março de 1975.
Ao completar os 30 anos da aprovação desta constituição, a mais extensa da Europa e talvez do mundo, o Dr. Ribeiro e Castro, então Presidente do CDS, organizou um Seminário para lançar a ideia de uma revisão muito profunda da actual CRP para manter viva a vontade do CDS de discordânciada com a maior parte dos preceitos que tolhem a liberdade de acção governativa que é absolutamente necessário garantir.
Foi preciso chegar à trágica situação económica em que neste momento estamos atolados e as orientações emanadas do exterior, através da TROIKA para sublinhar a urgente necessidade da adoptarmos medidas estruturais que já não podemos adiar mais e que não podem ser totalmente implementadas em Portugal por muitas delas poderem estar em contradição na letra ou no espírito com a CRP.
O Dr. António Barreto no seu discurso de 10 de Junho proferido em Castelo Branco, com a sua autoridade, prestígio e como Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, e das Comunidades Portuguesas veio dizer alto e bom som que a CRP tem que ser renovada ou mesmo elaborarmos de raíz uma nova Constituição. Não se viu na assistência um único sinal de discordância mas antes uma prolongada salva de palmas de todos que representam todas as elites do Portugal de hoje. É uma ideia que pode parecer nova, mas vem de encontro á nunca renunciada e sempre acalentada pelo CDS, como atrás se referiu.
Como militante e antigo dirigente do CDS naturalmente que esta voz de alerta vinda de quem vem e aplaudida pelas figuras máximas de todos os orgãos de soberania que estavam sentadas no palco, não posso deixar de expressar a alegria que senti de ver que finalmente chegou aos quatro cantos do País a ideia de uma Constitução nova para substituir a actual.
Era um periodo que é hoje conhecido por PREC em que a própria Assembleia Constituinte foi sitiada pelos trabalhadores da construção civil e outros, manipulados por partidos marxistas leninistas numa pseudo-reconstituição da revolução bolchevista-leninista de 1917.Os constituintes não se sentiam totalmente livres. Corria-se até o perigo de termos em Portugal uma ditadura estalinista para substituir a ditadura salazarista. Nestas circunstâncias, a CRP de 1976 saíu uma amálgama de ideias marxistas soviéticas, de transição para o socialismo como ali expressamente se dizia, misturados com alguns princípios embora importantes de matriz europeia ocidental.
O CDS foi o único partido que corajosamente votou contra esta Constituição na votação final, e nunca se conformou até hoje com grande parte dos preceitos de natureza ideológica de esquerda de imposição programática para os futuros governos de muitas tarefas e os limites materiais para a sua revisão.
É certo que houve duas revisões que alteraram bastante tanto a parte política, na primeira rementendo os militares às casernas e na segunda revisão, na parte económica, nos fins dos anos 80, abrindo caminho embora estreito a uma economia de mercado e pondo termo ao princípio da irreversibilidade das nacionalizações feitas após o célebre 11 de Março de 1975.
Ao completar os 30 anos da aprovação desta constituição, a mais extensa da Europa e talvez do mundo, o Dr. Ribeiro e Castro, então Presidente do CDS, organizou um Seminário para lançar a ideia de uma revisão muito profunda da actual CRP para manter viva a vontade do CDS de discordânciada com a maior parte dos preceitos que tolhem a liberdade de acção governativa que é absolutamente necessário garantir.
Foi preciso chegar à trágica situação económica em que neste momento estamos atolados e as orientações emanadas do exterior, através da TROIKA para sublinhar a urgente necessidade da adoptarmos medidas estruturais que já não podemos adiar mais e que não podem ser totalmente implementadas em Portugal por muitas delas poderem estar em contradição na letra ou no espírito com a CRP.
O Dr. António Barreto no seu discurso de 10 de Junho proferido em Castelo Branco, com a sua autoridade, prestígio e como Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal, e das Comunidades Portuguesas veio dizer alto e bom som que a CRP tem que ser renovada ou mesmo elaborarmos de raíz uma nova Constituição. Não se viu na assistência um único sinal de discordância mas antes uma prolongada salva de palmas de todos que representam todas as elites do Portugal de hoje. É uma ideia que pode parecer nova, mas vem de encontro á nunca renunciada e sempre acalentada pelo CDS, como atrás se referiu.
Como militante e antigo dirigente do CDS naturalmente que esta voz de alerta vinda de quem vem e aplaudida pelas figuras máximas de todos os orgãos de soberania que estavam sentadas no palco, não posso deixar de expressar a alegria que senti de ver que finalmente chegou aos quatro cantos do País a ideia de uma Constitução nova para substituir a actual.
É preciso pois, dar o início a um grande movimento do Povo Português que force os actuais partidos que beneficiam largamente da rigidez e do afago da velha Constituição de 76 a encetar tão breve quanto possível este processo de termos uma Contitução nova para o sec. XXI e para a actual geração.
Vamos começar nós, os meus amigos do facebook e outros novos, a apoiar este grande projecto de uma nova Constituição para Portugal, que seja a Lei Mãe de todos os Portugueses.
13/06/11
EB 1 Barbosa du Bocage: O novo telheiro...

O feriado de hoje em Lisboa permitiu-me fazer uma serie de coisas que habitualmente (e infelizmente) não consigo fazer devido ao meu trabalho. Coisas simples, como ir buscar os meus filhos à escola...
Hoje, aproveito para o fazer e enquanto espero pelo mais novo à porta da EB 1 Barbosa du Bocage, observo o novo telheiro, construído após muita pressão da Associação de Pais, já que a escola tem um grande espaço para recreio, mas era desprovida de qualquer "abrigo" que protegesse as crianças nos dias de chuva ou do sol escaldante do Verão (as aulas de ginástica chegaram a ser dadas cá fora sobre um sol abrasador).
E o que vejo é que áquela hora (17h20) o espaço por baixo do telheiro está completamente ao sol, o que me faz pensar que, da parte da tarde, o propósito de abrigar as crianças do sol não deve surtir efeito...
E quando chove?? Ainda não vi, mas uma vez que este abrigo é pouco mais do que um rectangulo estreito, dependendo da força do vento, ou muito me engano ou os recreios irão continuar a decorrer debaixo de chuva.
Pois é... suspeito que o "responsável" por estas obras deve ser o mesmo que planeou a remodelação da escola há 2 anos atrás...
Póvoa de Sto Adrião: A saga continua...

13 Junho 2011: estou em casa a gozar o feriado de Lisboa mas os meus filhos vão á escola na Póvoa Sto Adrião. De manhã passo no café, peço um copo de água e informam-me: "Água??? Nem uma pinga!"
Ok, já estou a ver o filme....
10h: Batem á porta... É o meu filho que regressa de sorriso nos lábios, como qualquer jovem inconsequente de 11 anos. "Não há aulas!", diz ele, todo contente!
Pela enésima vez (para o ano proponho-me contabilizar os dias e respectivas faltas de aulas num mapa excel) a água volta a faltar, na mesma zona da freguesia, com todos os inconvenientes inerentes e afectando dezenas de crianças...
Que medidas têm sido tomadas pela junta de frequesia e pela CMO para resolver esta situação? Já agora gostava de saber...
09/06/11
Malapata ou incomptência?
A Câmara Municipal de Odivelas continua a ter enorems problemas com o parque escolar, depois de voarem com o vento dois pavilhões ecolares, um em Caneças e outro na Pontinha. dos inúmeros problemas com as recentemente renovadas escolas (Arroja e da Barbosa do Bucage), agora é a vez escola dos Apréstimos.
Declaração Politica de Paulo Aido - Reunião de Câmara (8/6/2011)
Este é o momento.
Fonte: Gabinete do Vereador Paulo Aido.
Paulo Aido proferiu uma declaração a propósito das eleições do passado Domingo tão-só porque foi candidato independente na lista do CDS-PP. O autarca começou por afirmar que “os portugueses decidiram que estava no momento de mudar de governo e no dia 5 de Junho de 2011, votaram contra as políticas seguidas particularmente nos últimos dois anos que conduziram Portugal a uma crise de proporções inimagináveis, a ponto de termos pedido ajuda financeira externa”.
O autarca disse: “O momento não é de festa… É tempo de’ arregaçar as mangas’ e lançarmo-nos ao trabalho de forma a conseguirmos maiores recursos que nos permitam diminuir a taxa de desemprego, a maior dos últimos 50 anos, manter os apoios de carácter social e a ajuda à pobreza também ela excessiva num País europeu, membro da União Europeia”.
Transcreve-se o restante teor da declaração:
“Portugal precisa de gerar riqueza rapidamente. Para isso, urge revitalizar o sector primário e secundário, especializá-los para que sejam de excelência e se possam aumentar as exportações no sentido de equilibrar a balança de transacções comerciais. Necessitamos de produzir para nosso consumo, obstaculizando as importações principalmente de bens alimentares essências.
Portugal precisa de um governo que recentre a política económica nas pequenas e médias empresas, no comércio local, nas empresas familiares que são responsáveis por 2 milhões de empregos. Portugal carece da economia do Mar, de uma política competitiva de portos porque se encontram à entrada da Europa, de negociar melhor as pescas em Bruxelas, e de regressar em força à agricultura, abrindo a actividade aos jovens.
O País ainda necessita de uma nova visão da política de turismo.
Em Portugal deve alargar-se a concorrência no sector energético e preservar a soberania, colocando em prática um verdadeiro Plano Energético Nacional.
Por isso, impõe-se reinventar e fomentar a “marca Portugal”.
Mas neste momento de grandes dificuldades para todos nós não basta sanear as finanças e pôr a economia a crescer. Não se pode deixar o monopólio das questões sociais e o combate à exclusão social nas mãos dos que não apresentam soluções exequíveis:
É preciso defender o poder de compra das pensões mínimas, rurais e sociais;
Inovar com a gestão de equipamentos sociais;
Lançar o Programa Trabalho Activo e Solidário, onde se oferece aos desempregados uma ocupação activa na área social;
Fazer uma grande aposta no voluntariado;
Centrar o Serviço Nacional de Saúde no cidadão;
Colocar a medicina geral e familiar na base do sistema.
Portugal precisa de uma Justiça mais responsável e responsabilizável, rápida na decisão e eficaz nos procedimentos que não deixe a economia à espera. Os futuros governantes portugueses vão ser chamados a viver tempos de crise e de dificuldades como, provavelmente, não terão memória.
Mas este é o momento da mudança, o momento de termos esperança, o momento de exigirmos a recuperação e solidificação da vida económica do País.
Não é expectável que esta crise se repita nos próximos anos, sob pena de empenharmos irremediavelmente o futuro das próximas gerações.
Pessoalmente empenhei-me na defesa destas políticas como candidato independente nas listas do CDS-PP, à Assembleia da República, e estou satisfeito com o desfecho.
Em Odivelas, o Partido Popular cresceu mais de 24%, passou a ser a terceira força política do concelho onde se registou o sexto melhor resultado no Distrito de Lisboa. Mas, o mais importante de tudo foi ter contribuído, activamente, para ajudar a passar uma mensagem de esperança e de optimismo para o futuro. O que aconteceu no Domingo passado com a eleição de um novo governo.
Agora todos somos chamados a este esforço de reconstrução do País.
Portugal será aquilo que os portugueses quiserem.
Odivelas saberá dar o seu contributo”.
O balanço das Legislativas no Nova Odivelas.
O semanário local Nova Odivelas dá destaque na edição desta semana aos resultados nas eleições Legislativas do passado Domingo, assim como a implicação que os mesmos podem ter em Odivelas. Nesse sentido solicitou a opiniãoa todos líderes concelhios dos partidos com assento na Assembleia da República.
Clicando aqui pode ver esta edição do Nova Odivelas, contudo deixamos aqui as rspostas do Presidente da Comissão Politica do CDS-PP, às questões formuladas:
1: Que analise faz dos Resultados Eleitorais?
Em segundo lugar, saliento a forma clara e inequívoca como os portugueses optaram pela mudança, deixando expresso, de forma inequívoca, que contam para isso com o PSD e CDS.
Em terceiro lugar, no que se refere ao CDS, pese o facto de ter sido prejudicado pela falsa questão do voto útil, conseguiu ver o esforço do seu trabalho recompensado com mais votos, maior percentagem e mais deputados. Os resultados demonstram que o CDS tem vindo a sedimentar a sua posição e a crescer de forma sustentada.
2: Acredita que as obras em curso nas Escolas Secundárias de Caneças e Pontinha vão ser concluídas no tempo previsto e terão todos os equipamentos projectados?
Essa é uma questão que deverá ser colocada ao executivo municipal, mas não vejo razão para que não sejam concluídas, tanto mais que as obras já se encontram estado avançado de execução.
3: Acredita que as construções já adjudicadas dos Centros de Saúde de Odivelas e Póvoa de Santo Adrião continuarão nos prazos previstos ou serão mais uma vez adiadas?
A novela dos Centro de Saúde em Odivelas já se arrasta há anos. Estes têm sido prometidos por Susana Amador sempre que há eleições autárquicas e, mais uma vez, estou na expectativa para ver qual o desenlace, mas infelizmente para as populações será provavelmente mais uma promessa que não será cumprida.
4: A mudança de Governo poderá criar dificuldades nas relações institucionais do municipio com órgãos do Governo?
Penso que não, as relações institucionais não se devem alterar em função das cores politicas em cada um dos órgãos sob pena de prejudicar em primeiro lugar as pessoas.
5: As relações da coligação PS/PSD no concelho poderão ser afectadas com esta alteração da força política governante no país?
A posição do CDS neste ponto é clara e continua inalterável. A gestão do Município de Odivelas é feita por Susana Amador rigorosamente à imagem e semelhança do que fez José Sócrates à frente dos destinos de Portugal, isto é, não serve.
Quanto ao resto, entendemos que ninguém melhor que PS e PSD poderão responder a essa questão.
Na abordagem aos resultados das eleições o Nova Odivelas dá o devido destaque ao aumento do número de votos do CDS no Concelho, ao facto do nosso partido ter passado a ser a terceira força politica e de o ter conseguido em 5 das 7 freguesias.
Porque esconde o PCP os números da derrota?
Esconde por tres razões:
1ª) Porque sim, fazem-no sempre;
2ª) Para tentarem sobressair do enorme desaire do B.E.e da extrema-esquerda;
3ª) Para não mostrarem uma grande fragilidade, a qual poderá hipotecar a força para promover alguma agitação social.
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