11/05/11
FMI, a história de um povo - Rui Ribeiro.
10/05/11
Gaba-te, cesta, que vais à vindima
Segurança: Será uma questão de ranking?
09/05/11
Reunião na Concelhia hoje às 21.30
Todos somos precisos, apareça!
Odivelas - Primeira arruada.
| Eu, Armindo Cardoso e Paulo Aido |
| Carla Rodrigues |
| Paula Lopes, Carlos Maçedo, João Pela. |
| Laurinda Cardoso e João Pela |
| Eu, Carla Rodrigues e Paula Lopes |
Em Sintra com Mota Soares e muitos mais.
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| Uma grande jornada em Sintra. |
08/05/11
As mentiras de Sócrates (3): " Eu sou o rosto do investimento na educação"

Ouvi neste último sábado (7 de Maio), num canal de televisão parte de um discurso do Eng. Sócrates. Dizia ele, com a sua habitual “convicção”, sem sequer pestanejar, “ … eu sou o rosto do investimento na Educação”. Acreditará ele realmente no que está a dizer?
Reconheço que houve, sem dúvida, um visível investimento no parque escolar. Era um investimento importante e pode ser “uma ponta” por onde começar na área da educação, mas atenção: “Parque escolar” e “Educação” não são a mesma coisa! Que investimento foi feito na educação? Os alunos continuam ao “Deus dará”; os professores sem conseguir impor a sua autoridade o que transforma as aulas em tudo menos em locais de aprendizagem (se bem me lembro foi o CDS-PP o único partido com uma proposta concreta nesta área, com o novo estatuto do aluno); a colocação de professores continua, muitas vezes, a dar-se tardiamente, o que provoca que um ano lectivo não seja suficiente para leccionar o programa proposto; as “aulas de substituição” não substituem coisa nenhuma porque nas mesmas não são leccionadas as aulas em falta, mas apenas se coloca um professor (normalmente de outra disciplina) a tomar conta de uma turma cujo habitual professor faltou; o nível de exigência no que ao aproveitamento respeita é, simplesmente, ridículo!
É este o investimento na educação de que fala o Eng Sócrates? É este o legado de que se orgulha? Pensará ele que devido ao seu governo, teremos uma geração bem preparada para o futuro? Saberá ele qual é, de facto, a realidade do país? Pois é, tenho grandes dúvidas de que saiba… se sabe, então estamos perante mais uma mentira!
06/05/11
Pode Haver Luz (4) - O Caos.
O Caos.
A campanha do CDS-PP em Odivelas.
Reunião na Concelhia
Apareça!
Surpresa simpática.
Pedro Mota Soares em Vila Franca.
05/05/11
CDS Odivelas esteve em Vila Franca.
Uma delegação do CDS Odivelas, da qual fizeram parte Xara-Brasil, André Carreira e João Pela esteve ontem em Vila Franca de Xira para assistir à inauguração da nova sede local.
Um conselho ao próximo governo
Central Fotovoltaica da Amareleja - um dos "elefantes brancos" do desgoverno Sócrates.
Viva!
O F.M.I. já começou a pôr alguma ordem neste parque de diversões socialista, para desagrado dos crentes na religião ecologista e dos oportunistas que investiram nas energias renováveis à custa dos contribuintes. Lanço agora um repto ao futuro Primeiro-Ministro de Portugal (Paulo Portas, espero estar a dirigir-me a dirigir a si!):
Este documento tem de ocupar o lugar que lhe pertence, entre o resto do lixo socialista – national_renewable_energy_action_plan_portugal_pt. Não podemos continuar a imputar às empresas e às famílias o custo de fontes de energia sem competitividade nem utilidade! Sobretudo, não podem ser os consumidores a pagar os subsídios às renováveis.
Paulo (ou se os portugueses provarem ser masoquistas, Pedro ou Zé), como é que podemos exigir às famílias que paguem quase o dobro pela electricidade? Pior! Como é as empresas podem sobreviver, sobretudo aquelas que têm na energia o principal custo de produção (metalurgia, siderurgia, vidros, cerâmicas, et cetera) , quando a electricidade é paga quase ao dobro do preço justo – o preço de mercado?
Se houvesse algum problema com o clima do planeta, como os ecologistas querem fazer crer, resultante das emissões de dióxido de carbono, seria um sacrifício tolerável – embora, mesmo assim, fosse inútil para reverter o alegado efeito dessas emissões. Mas, desde 1998, por vários motivos – alguns não têm explicação conhecida, mas, nenhum dos que conhecemos está relacionado com o CO2 -, o planeta está numa fase natural de arrefecimento. Não há, portanto, justificação para tolerar os lucros que os investidores têm com as energias renováveis! Porque não são lucros justos, obtidos num mercado livre!
Paulo (ou Pedro – o Zé não, porque ele é o responsável por isto), quantos ordenados poderiam ser pagos se as empresas não tivessem de suportar os Custos de Interesse Económico Geral na factura da electricidade? Quantos litros de leite ou pacotes de fraldas poderiam ser comprados com os 40% a 53% que as famílias pagam a mais?
E, quando se fala em investimento público – neo-keynesianismo para eufemizar o despesismo -, será que ninguém percebe que os parques eólicos e centrais fotovoltaicas, por produzirem de forma intermitente, têm de ser acompanhados de sistemas de apoio? No investimento público feito nesses empreendimentos privados, além dos subsídios à instalação do equipamento e à produção de energia, não são contabilizados os sistemas de minimização da intermitência! Como não temos os números disponíveis, posso estimar que por cada 400MW de potência eólica instalada, precisamos de duas barragens (com sistema de bombagem na barragem a montante) e uma central de ciclo combinado a gás natural. Isto não é investimento público, mas, despesimo! É uma privatização dos lucros e socialização dos custos…
Paulo, sei que, como eu, defendes a livre iniciativa, a competitividade e o mercado sem interferências do Estado. Não sabes, tal como o resto do país, em que medida a aposta politicamente correcta do Zé nas energias “verdes” contribuiu para a crise que atravessamos. Mas confio em ti… Por isso vais merecer o meu voto! E se chegares ao Governo, espero que olhes para os números, que te informes sobre a ciência do clima que tem servido de justificação para o estrangulamento da nossa economia e dês o teu melhor para reestabelecer a justiça no mercado da energia e tirares a corda que os empresários e as famílias têm ao pescoço.
Cumprimentos!
António Gaito
04/05/11
As mentiras de Sócrates (2): Inglês no 1º ano do Ensino Básico

Ainda se recordarão de uma das anunciadas grandes medidas dos primeiros anos do governo Sócrates: a introdução da disciplina de Inglês no Ensino Público desde o 1º ano do 1º ciclo. Lembro-me que na altura pensei “Que grande evolução!”.
Recordo-me do 1º dia de escola do meu filho em 2006… Grande entusiasmo das crianças e dos pais! Primeira desilusão: A disciplina de Inglês insere-se nas chamadas AECs (Actividades Extra-Curriculares), disciplinas facultativas e, a escola decidiu não a disponibilizar durante os primeiros dois anos lectivos. “Mas não é obrigatório??”, perguntou esta mãe de 1ª viagem. Não! Ok, esperemos então pelo 3º ano…. Chegados lá em 2008, a escola entra em obras e não há salas suficientes para as AEC’s. Inglês, nem vê-lo! Não há crise, passa para o 4ª ano… Aqui chegados e durante todo o ano lectivo, os professores de Inglês vão rodando a um ritmo acelerado… 5 (Cinco), durante todo um ano lectivo! Dizem-me que os professores das AEC’s não têm suficiente preparação pedagógica para enfrentar turmas difíceis e não ganham o suficiente para os aturar…
Mas para todos os efeitos e estatísticas o Estado Português ensina Inglês às suas crianças….




