À mesma hora que Teresa Caeiro confirmava em Odivelas, perante vários militantes, simpatizantes, amigos e apoiantes ter lançado a Paulo Portas o repto de se assumir como candidato a Primeiro-Ministro e justificava a razão por que o tinha feito, o próprio Paulo Portas respondia afirmativamente a este desafio.
29/04/11
Casa cheia para falar com Teresa Caeiro.
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| Paulo Aido, Teresa Caeiro, Xara Brasil e Fátima Pires |
Apesar de ter sido uma noite europeia de futebol (e que noite!) a esplanada da Casa de Chá do Centro de Exposições de Odivelas encheu para ouvir, falar e tomar um café com Teresa Caeiro.
Foi uma noite fantástica, num ambiente super informal em que se falou da actual situação do País, da campanha eleitoral e das eleições que aí vêm.
A quantidade de "caras novas" em torno deste projecto faz-nos acreditar que de facto há cada vez mais pessoas a pensar como nós e que a solução para Portugal passa claramente pelo CDS-PP.
Agradeço desde já em nome da Concelhia do CDS de Odivelas e da Teresa Caeiro a presença, o apoio e a disponibilidade.
Nota: Hoje ou amanhã editaremos as fotografias.
28/04/11
Teresa Caeiro em Odivelas - É já hoje!
É já hoje à noite, a partir das 20.45, no Centro de Exposições de Odivelas que Teresa Caeiro, Paulo Aido e Mariana Cascais estarão em Odivelas para uma conversa informal com amigos e simpatizantes.
Desde já convido todos os que queiram participar nesta conversa, apareça.
Até logo!
27/04/11
Teresa Caeiro em Odivelas - É já amanhã e já há mais confirmações.
Conforme já noticiámos a Dr.ª Teresa Caeiro estará amanhã à noite em Odivelas para uma conversa informal com militantes, simpatizante e apoiantes, Paulo Aido e Mariana Cascais, também já confirmaram a presença.
CDS Odivelas - Agenda de hoje.
Depois de Xara-Brasil e Mariana Cascais terem estado esta tarde em Assembleia Municipal, logo à noite haverá o Formula Resolvente (às 21.00h em directo na Odivelas TV) e a Tertúlia Informalidades, Programa da NO TV que é aberto ao público.
Armindo Cardoso estará no Fórmula Resolvente e Xara Brasil no Informalidades.
26/04/11
Discurso 25 de abril na Assembleia Municipal de Odivelas
Deixo-vos o discurso que fiz na Sessão Solene da Assembleia Municipal de Odivelas comemorativa do 25 de Abril:
Exmº Presidente da Assembleia Municipal
Exmª Presidente da Câmara Municipal de Odivelas
Exmºs deputados municipais
Exmº público e Imprensa local
Dirijo-me aqui a este plenário não como deputado municipal, mas como jovem, jovem que já nasceu após o 25 de Abril de 1974. Falo-vos como jovem que não teve, felizmente, de lutar para ter liberdade de expressão mas que no entanto encontra outras liberdades tão ou mais importantes pelas quais é necessário lutar. A liberdade de escolha, é uma das liberdades pelas quais ainda temos que lutar, porque temos o estado a escolher por nós. Estado esse que não sabe o que é melhor para mim em determinada situação, nem para os meus. Estado esse que não nos deixa escolher a escola dos nossos filhos, não nos deixa escolher o que fazer com o nosso dinheiro e não deixa as nossas empresas florescerem. Com uma carga fiscal tão elevada o Estado não nos deixa escolha, temos de trabalhar para pagar os impostos, o que ganhamos não é nosso é do Estado e o benefício que temos com isso é pouco, ou pelo menos deveria ser na mesma proporção daquilo que descontamos e pagamos. Cada vez mais percebemos que há quem se sirva de não termos escolha, para governar o País como se fosse a sua casa, gastar os nossos impostos com obras megalómanas apenas para se intitular senhor da modernidade. Ainda bem que não tenho lutar pela liberdade de expressão e que posso aqui dizer Basta! Basta de escolherem por mim, Basta de brincarem com o nosso dinheiro, é preciso lembrar que com a liberdade vem também a responsabilidade.
Hoje, em Portugal vivemos tempos difíceis, fruto da falta de responsabilidade de quem gere a nossa falta de liberdade de escolha. Nos últimos 16 anos tivemos 14 anos de Socialismo, foi preciso tanto tempo para o País compreender ao que leva o Socialismo. Não temos dinheiro para pagar os nossos empréstimos e não nos conseguimos financiar a juros justos. Para onde vai o dinheiro dos nossos impostos se não vemos melhores hospitais, melhor ensino, melhores infra-estruturas, melhor apoio á ciência, melhor apoio às empresas, melhor apoio aos desfavorecidos. Onde está o dinheiro que nos tira a nossa liberdade de escolha? Para o que é que estamos a contribuir? Será que vale a pena contribuir para isto? Será que vale a pena abdicar da nossa liberdade de escolha para não ver resultados? Não! O que vale a pena é lutar pela nossa liberdade! Lutar como se lutou no 25 de Novembro, data histórica essa que deveria ser lembrada como o verdadeiro marco da conquista da Liberdade!
O 25 de Abril de 1974 já lá vai, nós continuamos cá, a luta é outra, quem gere a nossa liberdade de escolha, o Estado, geriu mal o nosso dinheiro e está prestes a retirar-nos mais uma liberdade, a soberania da nossa Nação!
Mas nós estamos cá para lutar, lutar pela nossa liberdade de escolha, quanto menos estado, mais liberdade de escolha!
Viva Odivelas!
Viva Portugal !
Exmº Presidente da Assembleia Municipal
Exmª Presidente da Câmara Municipal de Odivelas
Exmºs deputados municipais
Exmº público e Imprensa local
Dirijo-me aqui a este plenário não como deputado municipal, mas como jovem, jovem que já nasceu após o 25 de Abril de 1974. Falo-vos como jovem que não teve, felizmente, de lutar para ter liberdade de expressão mas que no entanto encontra outras liberdades tão ou mais importantes pelas quais é necessário lutar. A liberdade de escolha, é uma das liberdades pelas quais ainda temos que lutar, porque temos o estado a escolher por nós. Estado esse que não sabe o que é melhor para mim em determinada situação, nem para os meus. Estado esse que não nos deixa escolher a escola dos nossos filhos, não nos deixa escolher o que fazer com o nosso dinheiro e não deixa as nossas empresas florescerem. Com uma carga fiscal tão elevada o Estado não nos deixa escolha, temos de trabalhar para pagar os impostos, o que ganhamos não é nosso é do Estado e o benefício que temos com isso é pouco, ou pelo menos deveria ser na mesma proporção daquilo que descontamos e pagamos. Cada vez mais percebemos que há quem se sirva de não termos escolha, para governar o País como se fosse a sua casa, gastar os nossos impostos com obras megalómanas apenas para se intitular senhor da modernidade. Ainda bem que não tenho lutar pela liberdade de expressão e que posso aqui dizer Basta! Basta de escolherem por mim, Basta de brincarem com o nosso dinheiro, é preciso lembrar que com a liberdade vem também a responsabilidade.
Hoje, em Portugal vivemos tempos difíceis, fruto da falta de responsabilidade de quem gere a nossa falta de liberdade de escolha. Nos últimos 16 anos tivemos 14 anos de Socialismo, foi preciso tanto tempo para o País compreender ao que leva o Socialismo. Não temos dinheiro para pagar os nossos empréstimos e não nos conseguimos financiar a juros justos. Para onde vai o dinheiro dos nossos impostos se não vemos melhores hospitais, melhor ensino, melhores infra-estruturas, melhor apoio á ciência, melhor apoio às empresas, melhor apoio aos desfavorecidos. Onde está o dinheiro que nos tira a nossa liberdade de escolha? Para o que é que estamos a contribuir? Será que vale a pena contribuir para isto? Será que vale a pena abdicar da nossa liberdade de escolha para não ver resultados? Não! O que vale a pena é lutar pela nossa liberdade! Lutar como se lutou no 25 de Novembro, data histórica essa que deveria ser lembrada como o verdadeiro marco da conquista da Liberdade!
O 25 de Abril de 1974 já lá vai, nós continuamos cá, a luta é outra, quem gere a nossa liberdade de escolha, o Estado, geriu mal o nosso dinheiro e está prestes a retirar-nos mais uma liberdade, a soberania da nossa Nação!
Mas nós estamos cá para lutar, lutar pela nossa liberdade de escolha, quanto menos estado, mais liberdade de escolha!
Viva Odivelas!
Viva Portugal !
Paulo Portas a Primeiro Ministro.
Segundo notícias vindas a público, Teresa Caeiro que quinta-feira estará em Odivelas, apelou para que Paulo Portas se assuma como candidato a Primeiro Ministro, eu subscrevo.
Teresa Caeiro em Odivelas (quinta-feira - 20.45h)
A Dr.ª Teresa Caeiro, "cabeça de lista" do CDS pelo Distrito de Lisboa, nas próximas eleições legislativas, estará na próxima quinta-feira (28/4) à noite em Odivelas para uma conversa informal com militantes, simpatizante e apoiantes.
Esta conversa abordará essencialmente três pontos:
1 - A actual situação politica do País;
2 - A campanha eleitoral que se aproxima;
3 - As eleições de 5 de Junho.
Para além da Dr.ª Teresa Caeiro estarão presentes outros membros da lista, assim como o Presidente da Comissão Politica do CDS-PP de Odivelas, Xara-Brasil.
A entrada é livre e o inicio está agendado para as 20.45 h. na Sala de Chá do Centro de Exposições de Odivelas (ao lado da P.S.P.).
Apareça!
25/04/11
O 25 de Abril de hoje.
Embora tenha para mim o 25 de Novembro como uma data mais importante, foi essa que realmente nos deu a liberdade e a independência, entendo a importância do 25 de Abril, até porque sem esta provavelmente não teria havido a outra.
Pelo cargo que exerço deveria estar presente e até discursar numa das muitas cerimónias que haverá hoje por este País fora e que faz alusão à data. Contudo, por princípio pessoal , em relação a uma questão com a qual não posso em consciência concordar e com a qual não posso pactuar, hoje não estarei presente no meu habitual lugar.
De qualquer das formas se estivesse a minha intervenção não seria muito diferente da que fiz há uns dias.
Comunicação na Sessão Solene Comemorativa do 25 de Abril na Pontinha
Núcleo Museológico do Posto de Comando do Regimento de Engenharia I
25 de Abril de 2011
Caríssimos!
Pareceu-me pouco tempo, quando recebi em casa a carta que convidava a usar da palavra durante cinco minutos nesta sessão comemorativa. O que pode um comum Ser Humano dizer ou fazer em cinco minutos que, antes dele, não tenha sido dito ou feito por outros? Mas, a História – na verdadeira ortografia portuguesa e com “H” maiúsculo, não na versão imperialista que foi imposta por um punhado de intelectuais, subservientes aos interesses das editoras brasileiras – ensina-nos que, muitas vezes, cinco minutos bastam para alterar o curso histórico das nações e dos Estados.
Hoje, comemoramos um golpe de Estado que pecou por tardio – e nesta afirmação, contemplemos de novo a omnipresença do tempo, única ditadura que permanece inabalável perante o correr da História. Um golpe em que as Forças Armadas Portuguesas, depositárias históricas dos interesses da nação – entendendo-se por “nação” o conjunto das suas gentes – resolveram colocar nas mãos da geração anterior à minha aquilo que nunca nos tinha sido confiado, embora por Direito Natural sempre tive sido nosso: os Direitos, Liberdades e Garantias inalienáveis do Ser Humano; a soberania individual quanto às nossas vidas e aos nossos destinos.
Comemoramos um golpe de Estado feito à revelia dos interesses instalados na alegada oposição ao Estado Novo. Outras tentativas houve em tempos anteriores, e tomemos por exemplo a tomada de Beja em 1962 sob o comando à distância de Humberto Delgado – história diligentemente explicada nos dois volumes que Henrique Cerqueira escreveu e, justamente, intitulou «Acuso!» – que foram frustradas pela militância moscovita de forças políticas que só obedeciam às directrizes de potências estrangeiras, por mais comprometedoras que fossem para o futuro dos portugueses. Entristece-me por isso, enquanto humanista, democrata e libertário, saber que hoje somos todos obrigados a pagar pelos desvarios ideológicos daqueles que, sem alguma vez terem contribuído para o derrube do autoritarismo, se arrogaram em proprietários do 25 de Abril, frustrando, com a sua apropriação do aparelho do Estado, as aspirações democráticas à Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Hoje sabemos que o sonho nascido em Abril de 1974 não se cumpriu e sabemo-lo da pior forma: não temos uma posição negocial honrada com os nossos parceiros internacionais (quem ler regularmente a imprensa internacional conhece a forma humilhante como somos tratados); não temos Forças Armadas devidamente equipadas para assumir os compromissos com a Aliança Atlântica nem defender os recursos naturais presentes nas 350 milhas da nossa plataforma continental (a falta de mísseis anti-navio, por exemplo, colocou em risco o comando português da missão internacional ao largo da Somália); não temos tribunais verdadeiramente independentes; não temos certezas quanto ao futuro da educação pública, do ensino público, do serviço público de saúde ou da segurança social pública. Estamos, ainda hoje, a sofrer as consequências das nacionalizações, da reforma agrária e da euforia comunista dos anos setenta, a que se juntou o despesismo socialista dos anos oitenta, as extravagâncias e esbanjamentos cavaquistas dos anos noventa e o eleitoralismo caridoso de Guterres e Sócrates na última década. Estamos a sofrer as consequências do voluntário desmantelamento da agricultura, das pescas, da pecuária, das minas e da indústria; da negligência em investigação e desenvolvimento; da distribuição de riqueza para caçar votos… Estamos a pagar por 37 anos de “voto útil”!.
Não temos, sequer, autêntica soberania legislativa, pois, cedemo-la a uma Comissão Europeia com aspirações federalistas, em que nenhum europeu votou. Nem soberania financeira, estando sujeitos ao monopólio de um Banco Central Europeu que imprime moeda sem qualquer valor intrínseco, estatutariamente vocacionado para inflacionar a massa monetária, reduzindo dessa forma o poder de compra dos cidadãos e, consequentemente, expropriando-os da riqueza por eles produzida. A Terceira República, com o auxílio do desgoverno nativo, capitulou perante a Nova Ordem Mundial que se edifica!
Cinco minutos, portanto, é tempo de sobra para fazer o que tem de ser feito. Cinco minutos diferentes de tudo o que fizemos até hoje! Cinco minutos para não entregarmos o nosso futuro a autoritarismos estrangeiros. Para não voltarmos a depositar a confiança em quem nos humilhou e levou à bancarrota por três vezes em trinta anos. Para decidirmos se queremos mais do mesmo ou se queremos melhor! Cinco minutos para pensar, no próximo dia 5 de Junho, podem fazer a diferença entre a cruz no quadradinho em que se vota religiosamente há trinta e sete anos e o voto ponderado em quem sabe o trabalho que tem pela frente e não tem medo de o fazer. Se o 25 de Abril colocou nas nossas mãos o direito de decidirmos o nosso futuro, não há desculpas para continuar a empenhar os nossos sonhos e voltar a entregar o destino da nação a quem já provou não estar à altura da tarefa.
25 de Abril e 25 de Novembro, sempre!
Autoritarismos, nacionais ou estrangeiros, nunca mais!
Pareceu-me pouco tempo, quando recebi em casa a carta que convidava a usar da palavra durante cinco minutos nesta sessão comemorativa. O que pode um comum Ser Humano dizer ou fazer em cinco minutos que, antes dele, não tenha sido dito ou feito por outros? Mas, a História – na verdadeira ortografia portuguesa e com “H” maiúsculo, não na versão imperialista que foi imposta por um punhado de intelectuais, subservientes aos interesses das editoras brasileiras – ensina-nos que, muitas vezes, cinco minutos bastam para alterar o curso histórico das nações e dos Estados.
Hoje, comemoramos um golpe de Estado que pecou por tardio – e nesta afirmação, contemplemos de novo a omnipresença do tempo, única ditadura que permanece inabalável perante o correr da História. Um golpe em que as Forças Armadas Portuguesas, depositárias históricas dos interesses da nação – entendendo-se por “nação” o conjunto das suas gentes – resolveram colocar nas mãos da geração anterior à minha aquilo que nunca nos tinha sido confiado, embora por Direito Natural sempre tive sido nosso: os Direitos, Liberdades e Garantias inalienáveis do Ser Humano; a soberania individual quanto às nossas vidas e aos nossos destinos.
Comemoramos um golpe de Estado feito à revelia dos interesses instalados na alegada oposição ao Estado Novo. Outras tentativas houve em tempos anteriores, e tomemos por exemplo a tomada de Beja em 1962 sob o comando à distância de Humberto Delgado – história diligentemente explicada nos dois volumes que Henrique Cerqueira escreveu e, justamente, intitulou «Acuso!» – que foram frustradas pela militância moscovita de forças políticas que só obedeciam às directrizes de potências estrangeiras, por mais comprometedoras que fossem para o futuro dos portugueses. Entristece-me por isso, enquanto humanista, democrata e libertário, saber que hoje somos todos obrigados a pagar pelos desvarios ideológicos daqueles que, sem alguma vez terem contribuído para o derrube do autoritarismo, se arrogaram em proprietários do 25 de Abril, frustrando, com a sua apropriação do aparelho do Estado, as aspirações democráticas à Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Hoje sabemos que o sonho nascido em Abril de 1974 não se cumpriu e sabemo-lo da pior forma: não temos uma posição negocial honrada com os nossos parceiros internacionais (quem ler regularmente a imprensa internacional conhece a forma humilhante como somos tratados); não temos Forças Armadas devidamente equipadas para assumir os compromissos com a Aliança Atlântica nem defender os recursos naturais presentes nas 350 milhas da nossa plataforma continental (a falta de mísseis anti-navio, por exemplo, colocou em risco o comando português da missão internacional ao largo da Somália); não temos tribunais verdadeiramente independentes; não temos certezas quanto ao futuro da educação pública, do ensino público, do serviço público de saúde ou da segurança social pública. Estamos, ainda hoje, a sofrer as consequências das nacionalizações, da reforma agrária e da euforia comunista dos anos setenta, a que se juntou o despesismo socialista dos anos oitenta, as extravagâncias e esbanjamentos cavaquistas dos anos noventa e o eleitoralismo caridoso de Guterres e Sócrates na última década. Estamos a sofrer as consequências do voluntário desmantelamento da agricultura, das pescas, da pecuária, das minas e da indústria; da negligência em investigação e desenvolvimento; da distribuição de riqueza para caçar votos… Estamos a pagar por 37 anos de “voto útil”!.
Não temos, sequer, autêntica soberania legislativa, pois, cedemo-la a uma Comissão Europeia com aspirações federalistas, em que nenhum europeu votou. Nem soberania financeira, estando sujeitos ao monopólio de um Banco Central Europeu que imprime moeda sem qualquer valor intrínseco, estatutariamente vocacionado para inflacionar a massa monetária, reduzindo dessa forma o poder de compra dos cidadãos e, consequentemente, expropriando-os da riqueza por eles produzida. A Terceira República, com o auxílio do desgoverno nativo, capitulou perante a Nova Ordem Mundial que se edifica!
Cinco minutos, portanto, é tempo de sobra para fazer o que tem de ser feito. Cinco minutos diferentes de tudo o que fizemos até hoje! Cinco minutos para não entregarmos o nosso futuro a autoritarismos estrangeiros. Para não voltarmos a depositar a confiança em quem nos humilhou e levou à bancarrota por três vezes em trinta anos. Para decidirmos se queremos mais do mesmo ou se queremos melhor! Cinco minutos para pensar, no próximo dia 5 de Junho, podem fazer a diferença entre a cruz no quadradinho em que se vota religiosamente há trinta e sete anos e o voto ponderado em quem sabe o trabalho que tem pela frente e não tem medo de o fazer. Se o 25 de Abril colocou nas nossas mãos o direito de decidirmos o nosso futuro, não há desculpas para continuar a empenhar os nossos sonhos e voltar a entregar o destino da nação a quem já provou não estar à altura da tarefa.
25 de Abril e 25 de Novembro, sempre!
Autoritarismos, nacionais ou estrangeiros, nunca mais!
23/04/11
Convite - Almoço com Paulo Portas - 1º de Maio em Almada.
Portas em primeiro.
As sondagens valem o que valem, os estudos de opinião também, mas há curiosidades. Neste estudo da famosa Marktest, a mesma que empurra sempre o CDS para baixo nas sondagens, dá Paulo Portas como o líder partidário cuja a avaliação da sua actividade é de longe a mais positiva e esta informação nunca vi ser difundida.
22/04/11
21/04/11
Legislativas 2011 - Lista de Candidatos pelo Distrito de Lisboa
A lista de Candidatos à Assembleia da República pelo Distrito de Lisboa, nas Eleições Legislativas do próximo dia 5 de Junho será liderada pela Dr. Teresa Caeiro.
No segundo lugar está Pedro Mota Soares, líder do Grupo Parlamentar do CDS-PP na A.R.; em terceiro lugar estará o João Rebelo que em 2005 foi candidato à presidência da Câmara Municipal de Odivelas e em quarto lugar estará Isabel Galriça Neto que fundou a unidade de cuidados paliativos em Odivelas.
Também fazem parte da lista, por indicação da Comissão Politica do CDS-PP de Odivelas, o independente Paulo Aido (Vereador na C.M. de Odivelas), Mariana Cascais (Deputada Municipal na A.M. de Odivelas) e Fátima Pires (Vogal na Junta de Freguesia de Odivelas).
Há referir ainda a inclusão de mais um Odivelense, André Carreira que foi indicado pela J.P..
Esta é uma lista em que os interesses de Odivelas estão muito bem representados e na qual todos os Odivelenses podem confiar.
Odivelas: Será que acabaram as oportunidades da Terra de Oportunidades?
Na última reunião da Assembleia Municipal Xara-Brasil, Deputado do CDS, perguntou, a propósito do novo slogan "Odivelas bom para viver", se o executivo de Odivelas se tinha rendido ao facto deste concelho estar condenado a ser um dormitório.
Para além dessa questão e uma vez que a Srª. Presidente diz que o desemprego no Concelho ronda os 4,7%, Xara-Brasil confrontou esses números com o facto de estarem a abrir um número perfeitamente exagerado de lojas de penhora.
A intervenção de Xara-Brasil pode ser vista na integra aqui (Odivela Tv).
Teresa Caeiro em Odivelas (28 de Abril)
No próximo dia 28 (quinta-feira) às 20.45 h. a Cabeça de Lista do CDS-PP pelo Distrito de Lisboa às Legislativas de 2011, Drª Teresa Caeiro, estará em Odivelas para uma reunião com simpatizantes e militantes.
Nesta reunião serão focados os seguintes pontos:
1 - Situação politica do País;
2 - A campanha eleitoral qua se aproxima;
3 - As eleições de 5 de Junho.
Para além de contarmos com a Dr.ª Teresa Caeiro, está confirmada a presença de outros candidatos do CDS-PP à Assembleia da República pelo Distrito de Lisboa.
Por questões logísticas agradecemos que confirme a sua presença por email para: cdsodivelas@gmail.com
19/04/11
Participe.
No blogue Um Rumo está a decorrer uma votação com o objectivo de apurar se os portugueses acreditam mais em sondagens ou na previsões do tempo, eu acredito mais na previsão do tempo e você?
Clique aqui e sem qualquer custo ou imposto vote.
18/04/11
"Em 40 anos o P.S. levou 3 vezes o país à falência"
O sociólogo e historiador, Manuel Villaverde Cabral, acredita que José Sócrates ainda pode sair vitorioso das próximas eleições legislativas. Isto, apesar de o primeiro-ministro demissionário, segundo defende, ter mentido “todos os dias e com todos os dentes que tem na boca”.
Na entrevista que concedeu ao Correio da Manhã, Manuel Vilaverde Cabral vai mais longe e afirma mesmo, "como se o partido socialista não fosse o partido do FMI em Portugal, que levou o País à ruína três vezes em menos de 40 anos."
17/04/11
O Primo Basílio.
Lembro-me de Basílio Horta desde os primeiros tempos do CDS, foi um dos co-fundadores, foi Deputado e esteve no II, VI, VII e VIII governos que se seguiram ao 25 de Abril e ainda tenho na memória o debate nas Presidênciais onde concorreu contra Mário Soares que na época foi apoiado pelo PS e pelo PSD de Cavaco Silva. É pena que esse debate não esteja na net, ou pelo menos que eu não o tenha encontrado, com toda a certeza seria muito engraçado voltar a vê-lo.
Mudam-se os tempos, mudam-se a motivações!
16/04/11
Ecologistas - precisa-se!
ORIGINALMENTE PUBLICADO EM: http://quartarepublica.wordpress.com
Viva!
Os cursos de água em Caneças, onde foi filmada a "Aldeia da Roupa Branca" e que outrora abasteceram a cidade de Lisboa com água potável, desde a barragem romana de D. Maria até aos aguadeiros da viragem do século XIX para o XX, passando pelo Aqueduto das Águas Livres, continuam poluídos!
Recomendo a leitura do artigo correspondente no jornal "Nova Odivelas" desta semana: 388.
Pergunto, então, o que é mais importante para a doutrina ecologista: a luta contra o capitalismo, o desenvolvimento e um gás essencial à vida (CO2) ou a luta pela pureza dos nossos cursos de água? É que, parece-me, as prioridades estão todas trocadas! Eu tenciono - a tal fui desafiado, no seguimento deste artigo - apresentar um projecto que envolve a limpeza e fiscalização da qualidade da água, tanto superficial como subterrânea em Odivelas.
E vocês, Greenpeace, Quercus, W.W.F., P.A.N., e outras igrejas da religião do aquecimento global; vocês, ecologistas que não hesitam em apontar o dedo ao Homem; vocês, vegetarianos que censuram a evolução que nos tornou omnívoros; vocês, melancias (verdes por fora, vermelhos por dentro) que gerem uma campanha fraudulenta de desinformação das massas; vocês, adeptos das grandes causas ambientais que só criticam os regimes democráticos, remetendo-vos ao silêncio quanto às ditaduras socialistas que defendeis; em que altura da vossa campanha anti-democrática haveis abandonado a luta contra a poluição? É que no meio do alarmismo em relação ao clima, não vos ouço falar daquilo que foram os ideais fundadores do ambientalismo - ideais nos quais me revejo!
Justificando o título deste artigo, apelo a todos os verdadeiros ecologistas - sobretudo àqueles que habitam no concelho de Odivelas - que entrem em contacto comigo (o meu email está na barra lateral deste blog). Podemos, sem politizar uma questão transversal às ideologias, partilhar ideias para propôr uma resolução desta vergonha que é, nos arredores de uma capital europeia, indesculpável no tempo em que vivemos!
Cumprimentos!
António Gaito
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