11/11/07
27/10/07
Unidade de Cuidados Paliativos de Odivelas em risco de fechar?
A Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Odivelas vem, por este meio, questionar o sr. Ministro da Saúde sobre o facto de, de acordo com a informação obtida junto de alguns dos profissionais de saúde, a Unidade de Cuidados Paliativos do Centro de Saúde de Odivelas está a neste momento a passar por enormes dificuldades logísticas que se traduzem em urgências humanas de enorme preocupação.
A Unidade de Cuidados Paliativos de Odivelas sempre foi reconhecida pelos seus excelentes serviços de qualidade prestados há 10 anos, tendo inclusivamente sido utilizada como Unidade modelo para a legislação criada pelo próprio Ministério da Saúde.
Assim, e conforme nos foi transmitido, a situação torna-se “aflitiva”, em virtude de:
- O número de profissionais de saúde daquela Unidade de Cuidados Paliativos estar reduzida a cerca de metade, dado que os contratos de trabalho de profissionais não foram renovados, o que neste caso em concreto se torna ridículo e inadmíssivel, pois este doentes terminais não esperam por burocracias;
- A Unidade de Cuidados Paliativos, que até agora actuava imediatamente junto dos vários pedidos de apoio aos doentes, neste momento e derivado ao problema de número recursos humanos, vê-se obrigada a colocar em lista de espera esses pedidos;
- A única médica a tempo inteiro da Unidade ir mudar para outro serviço em Janeiro próximo e não haver indicação de substituição, o que se torna ainda mais grave neste tipo de Unidade de Saúde;
Por fim, resta-nos questionar assim ao sr. Ministro da Saúde:
- Quanto tempo mais necessita para renovar ou indicar novos contratos para que os recursos humanos sejam os mínimos necessários para que a qualidade se mantenha nos níveis de excelência até agora praticados?
- Será que esta instabilidade criada se traduz num primeiro passo para o encerramento destes serviços?
Considera a CPC do CDS-PP Odivelas que cada vez mais é importante apoiarmos aqueles que apoiam a vida. É crítica a exigência pela vida e que as responsabilidades pela dignidade humana sejam assumidas por todos.
A Comissão Política Concelhia
CDS-PP Odivelas
18/10/07
"Este Orçamento de Estado é um assalto aos contribuintes"
06/10/07
Diogo Feio Comenta mensagem do Presidente
25/09/07
Greve provoca colapso na recolha do lixo
Aquele responsável lembrou ainda que os serviços camarários anteciparam anteontem o início da recolha de resíduos sólidos urbanos das 23 para as 19 horas, "o que permitiu entregar o lixo na Valorsul antes do início da paralisação". Ontem, a recolha iria continuar a ser feita, apontando Carlos Ferreira as 16 horas de hoje, como "ponto zero" para o transporte do lixo para a Valorsul. Caso isso não seja possível, os veículos da higiene urbana de Lisboa poderão rumar de novo ao aterro de Palmela.
Em Loures e em Odivelas, a situação era bem mais grave, com os camiões repletos de resíduos por falta de locais onde os depositar, segundo informações à Lusa dos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento (SMAS) que servem os dois concelhos. Este cenário acabou por comprometer também a recolha.
Na Amadora, os responsáveis autárquicos temiam uma ruptura nas zonas da Brandoa, Alfornelos e Reboleira - as únicas onde a remoção do lixo é feita diariamente pelos serviços camarários. De resto, a situação estava controlada "Nas outras áreas, temos contentores enterrados no chão, com uma grande capacidade, mas nestes casos a situação pode complicar-se a partir de amanhã (hoje), porque estamos a ficar com as viaturas cheias".
Saliente-se que o Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás do Centro Sul e Ilhas (SINQUIFA), que anunciou uma adesão à greve na ordem dos 80%, ponderava ontem o prolongamento da paralisação contra o valor dos aumentos salariais. Para já, a Administração da Valorsul anunciou que se recusa negociar com os trabalhadores em greve.
Ana Fonseca - JN - 20 Set 2007
23/09/07
Sócrates não responde a Portas ... mais uma vez. E assim vamos nós
Em 10 questões de Paulo Portas, responde a quantas? Veja se descobre.
CDS pede medidas para compensar subida das taxas de juro
A pergunta, feita durante o debate mensal no Parlamento, ficou sem resposta.
José Sócrates apenas lembrou que o executivo PSD/CDS-PP de que Paulo Portas fez parte «acabou com todos os benefícios fiscais à habitação, nomeadamente as contas poupança».
O presidente do CDS-PP perguntou se «a alta das taxas de juro é benéfica ou prejudicial para a economia portuguesa» e insistiu que, face às circunstâncias, «é a este Governo que deve ser pedida sensibilidade».
Alegando que o país vive agora «uma situação de crescimento económico sustentado», o primeiro-ministro considerou que Paulo Portas «esteve num Governo que falhou na economia e ainda não reconheceu esse falhanço».
Antes, também o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, mencionou «as taxas e as condições de acesso ao crédito» para dizer que vão levar muitos portugueses aos novos balcões chamados «Perdi a carteira» hoje anunciados por Sócrates.
Por outro lado, o secretário-geral do PCP frisou que Sócrates não teve «nem uma palavra sobre o aumento das desigualdades», referindo que Portugal está no topo dos países mais desiguais da União Europeia (UE).
Jerónimo de Sousa apontou ainda casos de escolas primárias que funcionam em contentores e casas privadas e de transportes em más condições para levar as crianças à escola. «São as desigualdades silenciadas pela propaganda», concluiu.
O primeiro-ministro contestou esse quadro e pediu «mais seriedade» ao líder comunista, dizendo que os dados que citou «são de 2005 e referentes a 2004», antes do seu Governo estar em funções.
«Eu não esqueço esse desígnio e procuro fazer o meu trabalho para diminuir as desigualdades», salientou, interrogando «qual foi o período da história em que se fez mais em questões sociais» do que actualmente.
«Devia reconhecer o esforço sério que este Governo está a fazer», defendeu.
Paulo Portas questionou ainda Sócrates sobre «o que vai fazer à sua ministra da Educação» depois de a repetição de exames de Física e Química do 12º ano ter sido declarada inconstitucional e sobre o tempo de espera para consultas de várias especialidades, mas o primeiro-ministro não respondeu.
Diário Digital / Lusa
21-09-2007 12:08:14
Se perdeu a carteira Venha a Odivelas
As lojas do cidadão de 2ª geração, iniciam piloto em Odivelas.
Ver artigo: 'Perdi a carteira' trata de tudo no mesmo balcão
15/09/07
5º Festival da Sopa começa hoje em Caneças
Começam esta tarde as Festas da Freguesia de Caneças, onde se inclui o 5º Festival da Sopa e os aniversários da criação da freguesia e da elevação a vila, que durante três dias modificarão a entrada da vila com a Feira de Artesanato, as tasquinhas gastronómicas e os espectáculos musicais.
Notícia completa em Diário de Odivelas
CDS reitera pedido de audição de Constâncio e Teixeira Santos
«Os alertas do governador do Banco de Portugal dão mais razão ao pedido que fizemos na comissão permanente e que iremos apresentar formalmente na comissão de orçamento e finanças: consideramos essencial que sejam ouvidos quer o governador do Banco de Portugal, quer o ministro de Estado e das Finanças», afirmou o vice-presidente da bancada do CDS-PP Diogo Feio, em declarações à Lusa.
Em entrevista ao Diário Económico e ao Jornal de Negócios, publicada hoje, o governador do Banco de Portugal afirma que a actual crise nos mercados financeiros agravou os riscos para a economia portuguesa e avisa que o preço do dinheiro continuará caro.
No entanto, Vítor Constâncio considera prematuro rever a previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB) português de 1,8% para este ano e de 2,2% para o próximo ano.
«O clima que vivemos é de uma enorme incerteza (...) Para uma pequena economia como a nossa, muito aberta ao exterior, demonstra-se agora os problemas da falta de uma política clara de investimento», criticou Diogo Feio.
O deputado democrata-cristãos garantiu que o CDS-PP irá apresentar um conjunto de propostas nesta área mas, antes de o fazer, considera «essencial» conhecer as perspectivas quer do Governo, quer da entidade de supervisão do sistema financeiro.
Diário Digital / Lusa
10-09-2007 17:21:00
11-S: CDS presta homenagem às vítimas e apela à cooperação
«Só em cooperação se consegue vencer esta luta. Apenas defendendo os princípios liberais democráticos salvaguardaremos o que tão poucos conquistaram para um tão grande número de cidadãos», salienta o CDS-PP, num comunicado que assinala o VI aniversário dos atentados de 11 de Setembro, que fizeram cerca de 3.000 vítimas em Nova Iorque e Washington.
Considerando que foram cometidos erros desde essa ocasião, reconhecidos pela administração norte-americana, o CDS regista, contudo, a «reaproximação transatlântica dos últimos anos».
«A Europa está mais ciente da ameaça deste século e tem agido com enorme eficácia. Os EUA perceberam que os aliados são preciosos e que quaisquer divisões de fundo no Ocidente são prejudiciais no combate ao totalitarismo islâmico», refere o comunicado.
Para o CDS-PP, neste caminho de aproximação «foram cruciais os papéis de dois líderes de centro-direita europeus, o presidente francês Nicolas Sarkozy e a chanceler alemã Angela Merkel».
«O CDS saúda os seus esforços e sublinha o seu comportamento político», sublinha.
Diário Digital / Lusa
Câmara entrega casas novas a 64 famílias
Notícia Completa em Jornal de Notícias
CDS-PP: Paulo Portas exige mais autonomia para as escolas
Notícia Completa em Diário Digital
08/09/07
Aulas de Informática no Parque Maria Lamas
Notícia completa em Jornal de Notícias.
Explicações de Ministro Rui Pereira não convence CDS
Ver em artigo Rádio Renascença
O Ministro que falou antes do tempo
Mas falou cedo demais.
Segurança: Começamos a parecer um país de índios e comboys
O importante é que os "bons" (os polícias) apanhem os maus (os ladrões).
Acredito sinceramente que o fracasso policial que muitas vezes acontece não se deva ao empenhamento das forças policiais, que correm elas perigo de vida e até sem grandes seguros que as protejam. Até me lembro de ter ouvido em tempos que, em muitos casos, os polícias têm de pagar as suas camisas, e outros bens materiais que utilizam.
Espero acima de tudo que estes crimes mais violentos não se tornem a regra mas sejam a excepção.
02/09/07
Portas diz que não é o governo que combate o défice, mas os portugueses com os impostos
Ouça em via MP3