19/06/07
Paulo Portas quer novo Tratado "moderado" e referendado se implicar perdas de soberania
Ver em: http://www.cds.pt/website/noticias.php?idreg=248
16/06/07
"Alinéa 3": A Tourada no seu horror

Alameda Digital

A Direita portuguesa, uma direita “britânica” ?, por Miguel Castelo Branco.
15/06/07
Joe Berardo lança OPA "cultural"
De acordo com a TSF, Joe Berardo anunciou que lançou uma OPA sobre o Benfica para ajudar o valor das acções do clube a subir. Entretanto, o Conselho de Administração da SAD do Benfica e os órgãos sociais do clube vão reunir-se, hoje, 6ª feira, para analisar a oferta. Debate a 7 na SIC na 3ª feira 19/6

A sondagem divulgada hoje no Público é interessante porque usa inquirição presencial e simulação de voto em urna, permitindo confrontar resultados obtidos com essa metodologia com os anteriores (onde se fizeram sondagens telefónicas). Há alguns elementos de informação que a notícia não faculta, tais como os resultados brutos ou as opções de amostragem.
10/06/07
09/06/07
O único verdadeiro democrata no mundo
Vladimir Putin, o presidente da Fed Rússia, vê-se que tem sentido de humor apuradissimo.Ler a propósito uma opinião sobre Putin, do indiano Vichar Bhatt, Vladimir Vladimirovich Putin and His Style of Democracy.
08/06/07
O socialismo morreu
O declínio da coragem
A 8 de Junho de 1978, Alexandre Soljenitsyne dizia aos estudantes da Universidade de Harvard o seguinte [*]07/06/07
Susana Amador é favorável à regionalização
31/05/07
Quem nos vê na Internet?
De acordo com o Histast.com (o nosso contador), os nossos visitantes distribuem-se pelos seguintes no Mundo:
(99) Portugal [72,2%], (17) EU América; (05) Brasil; (03) Reino Unido; (02) México; (11) Outros.
Em Portugal:
Lisboa (32), Porto (4), Almada (1), Amadora (1), Cascais (1), Coimbra (1), Gaia (1), Guimarães (1), Leiria (1), Matosinhos (1), Sintra (1),
Greve Geral, mas pouco

Portugueses (CGTP) divide Portugal ao meio. Se 44% dos portugueses concorda com esta greve, 42% discordam. Os restantes, não têm opinião sobre o assunto. O maior apoio à greve vem do Grande Porto e do Sul do País, onde 56% e 50%, respectivamente, concorda com a decisão da CGTP. Na Grande Lisboa, a popularidade da greve é menor (47,5%), mas é no Litoral Centro e no Interior Norte onde o apoio é mais fraco (37,5% e 35,5%). Em termos etários, os mais idosos mostram-se pouco tolerantes e só um terço a apoia. É entre a meia idade que a iniciativa da maior central sindical do País recolhe maior apoio (51,3%), não muito longe dos mais jovens (47,1%). Curiosamente, segundo esta sondagem, é das classes altas que vem o maior apoio (48,8%), enquanto nas baixas não vai além dos (42,1%).
Ora, o que se pretende é um grupo de sindicalistas (CGTP) possa paralisar o país sempre que lhe apeteça ou lhe seja conveniente para os seus apetites eleitorais. Até quando?
Portugal aumenta à custa da imigração,
28/05/07
Lisboa: Mais 500 000 habitantes

O medo
Lisboa: Sondagens
Confirma-se, por um lado, que de nada serve comparar resultados brutos de diferentes sondagens. Reparem na diferença entre a abstenção declarada na sondagem da Católica (23%) com a declarada na Marktest (3.2%), ao passo que a Eurosondagem nem a reporta.
Luís Nobre Guedes entrevistado pelo Expresso

A entrevista, conduzida por Filipe Santos Costa, pode ser lida no Expresso.
Quem será o melhor presidente para CM Lisboa?
25/05/07
Portugal – um País com Futuro ?
Inovação
“É o impulso fundamental que coloca e mantém em movimento o motor da economia” – Joseph Schumpeter (Economista do Séc. XX)
Conforme esta citação, há que promover a inovação, é com ela que a economia pode sair do seu estado de equilíbrio ou de estagnação, situação actualmente vivida por Portugal, e entrar em novas fases de expansão.
O Estado Português tem como responsabilidade o fomento da inovação e da criatividade nas empresas, pelo menos em dois níveis: ao nível fiscal e ao nível do apoio ao empreendorismo.
Do ponto de vista fiscal, a recente lei nº40/2005 – SIFIDE, Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial, é um bom princípio, contudo o mercado empresarial português necessita de mais do que cerca de 20% dos custos nessas áreas de I&D. O Governo deve ter um papel ainda mais fundamental a este nível, fortalecendo o factor fiscal conjugando com o papel de promoção de Centros de Investigação com o combate à desertificação no Interior do País, ao nível de Incentivos sobre as contribuições por colaborador das empresas envolvidos directamente nos Centros de I&D, entre outras áreas.
Em termos de promoção do empreendorismo, devem-se criar propostas mais competitivas na área de criação favorável de Empresas de Financiamento de Projectos, bem como aumentar e optimizar os programas de incentivos à criação de novas empresas de índole tecnológica, por forma a promover os projectos criativos portugueses. Não há que ter receio de arriscar em projectos, conforme é conhecido no mercado empresarial, por exemplo, nos Estados Unidos em 10 novos projectos, 8 falham, contudo os 2 resultantes dessa aposta são factores de enriquecimento do país e do mercado mundial. É esta teoria que o Governo tem a responsabilidade de promover.
O Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) 2007-2013 tem como prioridade importante, o reforço na competividade das empresas que se encontram no mercado internacional, estando assim a actuar no mercado global. Referir, uma vez mais, que hoje as empresas actuam no mercado global e não no mercado nacional. Aquelas empresas que pretendem estar apenas no mercado português, estão certamente condenadas, pois as tecnologias, as inovações tendem cada vez mais a aproximar mercados longínquos como China, Índia, Austrália, EUA, Brasil, etc., pelo que há a necessidade de criação de Programas Quadro de Incentivos à Inovação das Empresas que apostem claramente na Internacionalização.
Ciência
A nível da Ciência existem pelo menos dois pontos, onde precisamos de ter propostas inovadoras:
fomento das Parcerias Empresas e Universidades;
na capacidade de retenção de quadros científicos no nosso país;
A Inovação e Ciência andam muitas vezes interligadas. É por isso, que a ligação mais próxima das Universidades com o mundo empresarial poderá ser um gerador de mais e melhores produtos e serviços, potenciando também a criação de processos inovadores para o mercado global. A este nível de propostas há que permitir um maior grau de ligação das empresas, nomeadamente com o patrocínio de estudos directos nas Universidades pelas empresas, fazendo com que parte ou a totalidade do departamento de I&D das nossas Empresas (e estrangeiras), estejam nas próprias Universidades.
O outro ponto, tem a ver com a necessidade de criar condições para que “a ciência resida” em Portugal. É hoje conhecido que a Emigração Portuguesa é cada vez mais de quadros qualificados e de alta qualidade, nomeadamente na área científica. Este é um desafio de Portugal, o de conseguir dar as mesmas ou melhores condições a essas pessoas que hoje se encontram noutros países. É com eles que deveremos contar para potenciar não só o valor das nossas empresas, como melhorar as áreas de Investigação e Desenvolvimento das Universidades. A criação de condições está, por exemplo, na criação de regras iguais a todas as Universidades para os concursos de contratação de Professores e Investigadores, evitando discrepâncias de procedimentos. Actualmente existem inúmeros Portugueses a serem financiados pela FCT (Fundação Ciência e Tecnologia) para estudarem e criarem formações académicas e currículos científicos de excelência, contudo são poucos os que regressam, pois continuam a não ter oportunidades de obterem emprego nas nossas Universidades. Este processo tem de ser revisto, nomeadamente com a criação de protocolos com estes Portugueses que lhes permita voltar após a finalização desses mesmos estudos.
Plano Tecnológico - eGovernment
Em primeiro lugar, há que assumir que o Plano Tecnológico tem tido efeitos práticos importantes na sociedade portuguesa, em particular na forma como o cidadão interage com o Estado. A maior crítica sobre o Plano Tecnológico não está assim ao nível funcional e estratégico, está essencialmente na execução dos programas planeados, não só do ponto de vista de Acompanhamento, como também na definição de prioridades e implementações. Estas são as grandes falhas, isto é, a capacidade de actuar do Plano Tecnológico e do Governo Socialista.
Tendo o Plano Tecnológico sido uma das principais bandeiras deste Governo, há que exigir a definição clara dos Projectos Previstos com tempos definidos, utilizando principalmente o recurso a parcerias com empresas portuguesas e o recurso a tecnologias standard e abertas ao serviço do cidadão. Este Governo socialista prepara-se para apresentar com grande pompa no final dos 4 anos de mandato, um conjunto alargado de iniciativas que terão certamente um valor acrescentado ao Cidadão, contudo há que antecipar um conjunto de programas que não estão a ser realizados e orientados aos Processos do Cidadão.
Assim, tal como a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI) refere em alguns documentos públicos, nomeadamente no documento “O PRACE e a Governação da Sociedade de Informação – 3ª Posição do Grupo de Alto Nível da APDSI” de 18 de Outubro de 2006, que “O débil desempenho da Administração Central do Estado é considerado uma das causas mais importantes para a falta de competitividade do país.” e “Muitas promessas foram feitas para poucas realizações, persistindo o país numa posição pouco favorável no nível de construção da Sociedade da Informação.”
O PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central) sem uma Organização fundamentada e baseada em Arquitectura de Informação e de Processos, manterá as ineficiências hoje em dia existentes. É com a criação de propostas de interligação de processos internos aos Ministérios e vocacionados ao Serviço ao Cidadão, que o Plano Tecnológico poderá desencadear um aumento da eficiência do Estado e, consequentemente, da competitividade do País.
Os Programas das Regiões Digitais encontram-se neste momento ineficientes, com uma discrepância de objectivos, planeamentos, atrasos, incompatibilidades tecnológicas e pouca capacidade de serviço ao cidadão. Há que retomar o processo com liderança, caso contrário, à excepção de uma mão cheia de Regiões Digitais, em 2010 teremos os Governos Locais incompatíveis com o Governo Nacional e aí será tarde de mais. A Assembleia da República tem de acompanhar e fiscalizar estes Programas das Regiões Digitais, impondo datas e responsabilidades.
Em jeito de conclusão, a Competitividade de Portugal necessita de futuro sustentado e esse futuro passa certamente pela capacidade de Inovar e de potenciar as redes internas entre as Empresas (Mundo Real) e as Universidades (Mundo Científico).
Rede Mundial para a Abolição das Touradas
Muitas das organizações que estão na linha da frente do combate social, económico e político para abolir as touradas estabeleceram bases comuns de trabalho em rede para o cumprimento deste grande objectivo, tendo sido o mais significativo passo desta Cimeira a criação da Rede Mundial para a Abolição das Touradas.Mais informações em Cimeira Internacional Anti-Touradas.
Lisboa: legislativas e autárquicas
E conclui o seu raciocínioSó para irmos pensando: a comparação entre o resultado do partido de governo nas eleições legislativas e na eleição subsequente para a câmara municipal, sempre no concelho de Lisboa. Quando há coligações num lado (governo) ou noutro (câmara), comparam-se os resultados das somas dos partidos que as compõem. O que importa é que o partido de governo esteja sempre de um lado e do outro.
Mas cuidado com a extracção de implicações para 15 de Julho:
1. Estas eleições estão rodeadas de maior dramatização do que é habitual: candidato do PS é ex-membro destacado do governo;
2. Eleições atípicas em comparação com as outras autárquicas.
Mas é só para irmos pensando.
24/05/07
Grande Entrevista com Paulo Portas
Paulo Portas na RTP 1 às 21.00hDepois do Congresso de Torres Novas, o Presidente do CDS-PP é o convidado de Judite Sousa na Grande Entrevista.
PSD admite (no limite) aceitar modelo PS
De acordo com a notícia do Primeiro de Janeiro, de hoje, o «PSD admite (no limite) aceitar modelo PS».O líder parlamentar do PSD disse ontem que os sociais-democratas estão disponíveis para negociar com o PS a criação de círculos uninominais e “no limite” aceitar o modelo dos socialista, mas considerou “incontornável” a redução do número de deputados.
Limpeza no parlamento ou simplesmente bipolarização à vista?


