19/06/07

Paulo Portas quer novo Tratado "moderado" e referendado se implicar perdas de soberania

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, defendeu hoje, em Lisboa, um novo Tratado da União Europeia mais "moderado" que a falhada Constituição Europeia e sujeito a referendo em Portugal se implicar "perdas de soberania".


Ver em: http://www.cds.pt/website/noticias.php?idreg=248

16/06/07

"Alinéa 3": A Tourada no seu horror


Cliquem aqui para ver Alinéa 3, um vídeo produzido por Jérôme Lescure e pelo Comité Radicalement Anti-Corrida de França, (www.anticorrida.com), de 15 minutos.

O filme documenta a violência extrema a que são submetidos os touros e os cavalos nas diversas formas de touradas, mostrando imagens captadas em Espanha e em touradas no Sul de França em 2004.

As mesmas imagens poderiam ter sido captadas em muitas zonas de Portugal. Este vídeo prova que o único acto decente a tomar acerca do crime moral que as touradas constituem é proibi-las imediatamente e sem hesitações.

Alameda Digital

O nº 8 da Alameda Digital é dedicado ao tema A Direita e as Direitas.

Destacam-se, entre outros os seguintes artigos:

A Direita portuguesa, uma direita “britânica” ?, por Miguel Castelo Branco.
A Vitória do Centro à Direita, por Jorge Azevedo Correia.
A direita que não quer ser, por Manuel Azinhal.
Notas avulsas e Direitas polémicas, por Pedro Guedes da Silva.
Exercício Contra-Revolucionário, por Mário Casa-Nova Martins.

Artigos a ler e reflectir!!

15/06/07

Joe Berardo lança OPA "cultural"

De acordo com a TSF, Joe Berardo anunciou que lançou uma OPA sobre o Benfica para ajudar o valor das acções do clube a subir. Entretanto, o Conselho de Administração da SAD do Benfica e os órgãos sociais do clube vão reunir-se, hoje, 6ª feira, para analisar a oferta.

É um investimento cultural concerteza. Assim vai o Futebol e a Cultura em Portugal!!

Debate a 7 na SIC na 3ª feira 19/6


Sondagem da SIC: António Costa em primeiro sem maioria absoluta


De acordo com a TVnet e a Lusa, a SIC vai organizar, na próxima 3ª feira, dia 19/6, um debate com sete candidatos à Câmara de Lisboa, os dos cinco principais partidos e os dois independentes. De fora ficam os restantes cinco candidatos. O debate decorrerá no Museu da Electricidade, em Lisboa.

Entretanto foi divulgada uma Sondagem que a Intercampus realizou para o PÚBLICO, a TVI e o Rádio Clube, que atribui a presidência da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, liderando as intenções de voto, com 31,1 %, mas, sem obter a maioria absoluta.

[...] à direita, o PSD e o seu cabeça de lista, Fernando Negrão, é segundo, com 19,5 por cento das intenções de voto. O presidente da Câmara de Lisboa cessante, Carmona Rodrigues, que se recandidata como independente apoiado por um movimento de cidadãos, depois de ter sido eleito como candidato independente pelo PSD, apresenta-se na sondagem da Intercampus em terceiro lugar, com 13,7 por cento. Telmo Correia, do CDS, recolhe 2,5 por cento das intenções de voto.

Ver os resultados da Sondagem do Público e da TVI. Sobre esta sondagem, Pedro Magalhães, comentou, hoje, que
A sondagem divulgada hoje no Público é interessante porque usa inquirição presencial e simulação de voto em urna, permitindo confrontar resultados obtidos com essa metodologia com os anteriores (onde se fizeram sondagens telefónicas). Há alguns elementos de informação que a notícia não faculta, tais como os resultados brutos ou as opções de amostragem.

09/06/07

O único verdadeiro democrata no mundo

Vladimir Putin, o presidente da Fed Rússia, vê-se que tem sentido de humor apuradissimo.

Numa entrevista, divulgada na Internet, na passada 2ª feira, 4/6, defendeu o seu currículo democrático, afirmando: «Sou um verdadeiro e absoluto democrata, o único verdadeiro no Mundo», e, sente-se muito só, porque, imagine-se, «Desde que Mahatma Gandhi morreu, não tenho com quem conversar».

Ler a propósito uma opinião sobre Putin, do indiano Vichar Bhatt, Vladimir Vladimirovich Putin and His Style of Democracy.

08/06/07

O socialismo morreu

A derrota de Ségolène Royal é mais um prego no caixão do socialismo. Como salientava o The Economist, a palavra "socialismo", forjada no século XIX, é um handicap eleitoral no século XXI. A esquerda britânica já percebeu isso há uma década. A esquerda italiana começa a perceber isso agora (atenção à formação do Partido Democrático). O PASOK grego moderou-se. Na Índia, o Partidof do Congresso enterra todos os dias o socialismo fabiano de Nehru. A China comunista é a mais capitalista das potências. E o que fará a esquerda francesa? E Portugal? Continuaremos a ser o país mais à esquerda da Europa a 27? Não por acaso, Portugual não tardará a ser o mais pobre dos 27.

Lido em Atlântico, Junho 2007.

O declínio da coragem

A 8 de Junho de 1978, Alexandre Soljenitsyne dizia aos estudantes da Universidade de Harvard o seguinte [*]

«Não, eu não posso recomendar ia vossa sociedade como ideal para a transformação da nossa. (...)

Pusemos demasiadas esperanças nas transformações polício sociais e notamos que nos tiraram o que tínhamos de mais precioso; a nossa vida interior. A Leste, é a feira do Partidof que a calca aos pés, a Ocidente, a feira do Comércio: e o que mais apavora nem é o facto do mundo estilhaçado, é o facto dos principais pedaços estarem atingidos por uma doença análoga».

[*] A. Soljennitsyn, Discursos de Harvard, Junho 1978, Edições Rolim, Lisboa

07/06/07

Susana Amador é favorável à regionalização

De acordo com a revista Figura, Susana Amador é favorável à regionalização. A opinião da presidente da Câmara Municipal de Odivelas foi proferida no final do debate 'As autarquias locais no novo modelo de organização de Estado'.

Ler o artigo de Ivo Tavares na Figura.

31/05/07

Quem nos vê na Internet?

De acordo com o Histast.com (o nosso contador), os nossos visitantes distribuem-se pelos seguintes no Mundo:

(99) Portugal [72,2%], (17) EU América; (05) Brasil; (03) Reino Unido; (02) México; (11) Outros.

Em Portugal:

Lisboa (32), Porto (4), Almada (1), Amadora (1), Cascais (1), Coimbra (1), Gaia (1), Guimarães (1), Leiria (1), Matosinhos (1), Sintra (1),

Greve Geral, mas pouco


Não sei se a adesão à Greve Geral convocada pela CGTP e alguns sindicatos afectos à UGT teve ou não o apoio de 12,8 %, como o Jornal Digital refere, ao citar fontes do Governo, ou, pelo menos 47 % até às 14.ooh, como refere a CGTP, de acordo com o Diário Digital. Greve aquém das expectativas afirma o Diário de Notícias.

O que sei é que nunca vi, em 30 anos de democracia em Portugal uma Greve Geral ter a adesão de menos de 50 % dos trabalhadores. Já o Editorial do DN de 3ª feira, 29/5, dizia que seria «uma greve geral decidida nos meios de transporte».

Em Odivelas, passou quase completamente despercebida. Só se deu por ela nos transportes (sobretudo no Metro e pouco na Carris - na Rodoviária não se deu por nada) e no lixo e aqui e acolá, em escolas e nas Autarquias. A Rep. Finanças, Biblioteca e alguns serviços camarários, extensão da JF Odivelas, na Memória, não se deu por ela ou não chegou a existir.

A continuar, com greves sucessivas, com metade dos portugueses a condenar a sua existência, conforme se refere no inquérito levado a efeito pelo DN, em que se diz expressamente que

A greve geral convocada para hoje pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) divide Portugal ao meio. Se 44% dos portugueses concorda com esta greve, 42% discordam. Os restantes, não têm opinião sobre o assunto.

O maior apoio à greve vem do Grande Porto e do Sul do País, onde 56% e 50%, respectivamente, concorda com a decisão da CGTP. Na Grande Lisboa, a popularidade da greve é menor (47,5%), mas é no Litoral Centro e no Interior Norte onde o apoio é mais fraco (37,5% e 35,5%). Em termos etários, os mais idosos mostram-se pouco tolerantes e só um terço a apoia. É entre a meia idade que a iniciativa da maior central sindical do País recolhe maior apoio (51,3%), não muito longe dos mais jovens (47,1%). Curiosamente, segundo esta sondagem, é das classes altas que vem o maior apoio (48,8%), enquanto nas baixas não vai além dos (42,1%).

Ora, o que se pretende é um grupo de sindicalistas (CGTP) possa paralisar o país sempre que lhe apeteça ou lhe seja conveniente para os seus apetites eleitorais. Até quando?

Portugal aumenta à custa da imigração,

O ritmo de crescimento da população portuguesa continua a atenuar-se, atingindo um nível modesto e a imigração «permanece como a componente principal da dinâmica populacional», salienta uma nota do Instituto Nacional de Estatística (INE) por ocasião da publicação de mais um número da Revista de Estudos Demográficos.

O artigo do Diário Digital continua,

A manutenção da fecundidade a um nível muito baixo, a acentuada queda da mortalidade infantil, o aumento da esperança de vida, em particular para os homens, e o desacelerar das correntes imigratórias «são os aspectos marcantes da evolução demográfica recente», indica salienta o INE num dos quatro artigos que compõem a publicação.

A importante diminuição do número de casamentos e o acréscimo, tanto dos nascimentos com coabitação dos pais como da idade média ao casamento, e ligeira baixa dos divórcios, «explicam as mudanças nos modelos familiares em Portugal».

É este o Portugal que temos hoje. Portugal aumenta À custa da imigração, logo, é cada vez mais estrangeiro.

O que vão fazer as Direitas em Portugal? Quais são as suas políticas de Família, Educação, Imigração, Identidade?

Deixemo-nos de discussões inúteis e estéreis e discutamos o futuro da nossa Pátria e da Nação!

28/05/07

Lisboa: Mais 500 000 habitantes


Apesar da perda de população nos últimos anos, Lisboa continuava a ser o concelho mais populoso do país em 2005, com 519.795 habitantes, uma densidade de 6.134 habitantes por quilómetro quadrado, segundo dados da Marktest.

Fonte da empresa, que fez uma caracterização do concelho em vésperas de eleições intercalares para a Câmara da capital, disse hoje à agência Lusa que o segundo município em termos de população é Sintra, com cerca de 419.000 habitantes.

Ler o artigo do Diário Digital.

O medo

André Abrantes Amaral escreve, na sequência da entrevista dada por Nobre Guedes ao Expresso, que Quando Nobre Guedes afirma que uma “concepção liberal seria uma catástrofe social”, esquece que o socialismo não só não produz mais riqueza, como não a distribui melhor que o liberalismo. O que diferencia o socialismo do liberalismo são dois pontos essenciais e uma verdade indiscutível.

O texto, com o título O Medo continua no blogue da Atlântico.

Atlântico sai dia 1 de Junho




Lisboa: Sondagens

Pedro Magalhães, no seu Margens de Erro [26/5], diz que em três sondagens divulgadas publicamente - Marktest, Eurosondagem e Católica - as três presumindo cenário com candidatura de Carmona. Os resultados são estes:



Confirma-se, por um lado, que de nada serve comparar resultados brutos de diferentes sondagens. Reparem na diferença entre a abstenção declarada na sondagem da Católica (23%) com a declarada na Marktest (3.2%), ao passo que a Eurosondagem nem a reporta.

Diferentes normas de divulgação de resultados e, provavelmente, diferentes questionários - com a Marktest provavelmente a colocar o "não voto" como opção residual numa pergunta de intenção de voto e a Católica a fazer uma pergunta-filtro sobre probabilidade de votar - fazem com que esses resultados nem sejam comparáveis.

Conclusão de Pedro Magalhães: «É muito cedo para tirar grandes conclusões.»

Luís Nobre Guedes entrevistado pelo Expresso


Em entrevista ao Expresso, Luís Nobre Guedes, distancia-se das teses liberais, defende o papel do Estado e diz que o Compromisso Portugal não tem os pés assentes na terra. “Em Portugal uma concepção liberal seria uma catástrofe social”.

A entrevista, conduzida por Filipe Santos Costa, pode ser lida no Expresso.

Quem será o melhor presidente para CM Lisboa?

A SondagensPT.net está a realizar uma sondagem, mas sem interesse de maior. António Costa surge à frente com 40%, mas, não consta o candidato Carmona Rodrigues e Telmo Correia, foi incluído a posteriori. E, hoje, ainda não estava actualizado.

25/05/07

Portugal – um País com Futuro ?

O mercado global tornou-se cada vez mais competitivo. Portugal necessita de estar cada vez mais preparado para se adaptar aos futuros desafios, não só europeus, mas acima de tudo, mundiais. Para se diferenciar e ganhar competitividade, as apostas na Ciência, na Inovação e no avanço Tecnológico, são Fundamentais.

Inovação
É o impulso fundamental que coloca e mantém em movimento o motor da economia” – Joseph Schumpeter (Economista do Séc. XX)

Conforme esta citação, há que promover a inovação, é com ela que a economia pode sair do seu estado de equilíbrio ou de estagnação, situação actualmente vivida por Portugal, e entrar em novas fases de expansão.

O Estado Português tem como responsabilidade o fomento da inovação e da criatividade nas empresas, pelo menos em dois níveis: ao nível fiscal e ao nível do apoio ao empreendorismo.

Do ponto de vista fiscal, a recente lei nº40/2005 – SIFIDE, Sistema de Incentivos Fiscais em Investigação e Desenvolvimento Empresarial, é um bom princípio, contudo o mercado empresarial português necessita de mais do que cerca de 20% dos custos nessas áreas de I&D. O Governo deve ter um papel ainda mais fundamental a este nível, fortalecendo o factor fiscal conjugando com o papel de promoção de Centros de Investigação com o combate à desertificação no Interior do País, ao nível de Incentivos sobre as contribuições por colaborador das empresas envolvidos directamente nos Centros de I&D, entre outras áreas.

Em termos de promoção do empreendorismo, devem-se criar propostas mais competitivas na área de criação favorável de Empresas de Financiamento de Projectos, bem como aumentar e optimizar os programas de incentivos à criação de novas empresas de índole tecnológica, por forma a promover os projectos criativos portugueses. Não há que ter receio de arriscar em projectos, conforme é conhecido no mercado empresarial, por exemplo, nos Estados Unidos em 10 novos projectos, 8 falham, contudo os 2 resultantes dessa aposta são factores de enriquecimento do país e do mercado mundial. É esta teoria que o Governo tem a responsabilidade de promover.

O Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) 2007-2013 tem como prioridade importante, o reforço na competividade das empresas que se encontram no mercado internacional, estando assim a actuar no mercado global. Referir, uma vez mais, que hoje as empresas actuam no mercado global e não no mercado nacional. Aquelas empresas que pretendem estar apenas no mercado português, estão certamente condenadas, pois as tecnologias, as inovações tendem cada vez mais a aproximar mercados longínquos como China, Índia, Austrália, EUA, Brasil, etc., pelo que há a necessidade de criação de Programas Quadro de Incentivos à Inovação das Empresas que apostem claramente na Internacionalização.



Ciência

A nível da Ciência existem pelo menos dois pontos, onde precisamos de ter propostas inovadoras:
fomento das Parcerias Empresas e Universidades;
na capacidade de retenção de quadros científicos no nosso país;

A Inovação e Ciência andam muitas vezes interligadas. É por isso, que a ligação mais próxima das Universidades com o mundo empresarial poderá ser um gerador de mais e melhores produtos e serviços, potenciando também a criação de processos inovadores para o mercado global. A este nível de propostas há que permitir um maior grau de ligação das empresas, nomeadamente com o patrocínio de estudos directos nas Universidades pelas empresas, fazendo com que parte ou a totalidade do departamento de I&D das nossas Empresas (e estrangeiras), estejam nas próprias Universidades.

O outro ponto, tem a ver com a necessidade de criar condições para que “a ciência resida” em Portugal. É hoje conhecido que a Emigração Portuguesa é cada vez mais de quadros qualificados e de alta qualidade, nomeadamente na área científica. Este é um desafio de Portugal, o de conseguir dar as mesmas ou melhores condições a essas pessoas que hoje se encontram noutros países. É com eles que deveremos contar para potenciar não só o valor das nossas empresas, como melhorar as áreas de Investigação e Desenvolvimento das Universidades. A criação de condições está, por exemplo, na criação de regras iguais a todas as Universidades para os concursos de contratação de Professores e Investigadores, evitando discrepâncias de procedimentos. Actualmente existem inúmeros Portugueses a serem financiados pela FCT (Fundação Ciência e Tecnologia) para estudarem e criarem formações académicas e currículos científicos de excelência, contudo são poucos os que regressam, pois continuam a não ter oportunidades de obterem emprego nas nossas Universidades. Este processo tem de ser revisto, nomeadamente com a criação de protocolos com estes Portugueses que lhes permita voltar após a finalização desses mesmos estudos.


Plano Tecnológico - eGovernment

Em primeiro lugar, há que assumir que o Plano Tecnológico tem tido efeitos práticos importantes na sociedade portuguesa, em particular na forma como o cidadão interage com o Estado. A maior crítica sobre o Plano Tecnológico não está assim ao nível funcional e estratégico, está essencialmente na execução dos programas planeados, não só do ponto de vista de Acompanhamento, como também na definição de prioridades e implementações. Estas são as grandes falhas, isto é, a capacidade de actuar do Plano Tecnológico e do Governo Socialista.

Tendo o Plano Tecnológico sido uma das principais bandeiras deste Governo, há que exigir a definição clara dos Projectos Previstos com tempos definidos, utilizando principalmente o recurso a parcerias com empresas portuguesas e o recurso a tecnologias standard e abertas ao serviço do cidadão. Este Governo socialista prepara-se para apresentar com grande pompa no final dos 4 anos de mandato, um conjunto alargado de iniciativas que terão certamente um valor acrescentado ao Cidadão, contudo há que antecipar um conjunto de programas que não estão a ser realizados e orientados aos Processos do Cidadão.

Assim, tal como a Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade de Informação (APDSI) refere em alguns documentos públicos, nomeadamente no documento “O PRACE e a Governação da Sociedade de Informação – 3ª Posição do Grupo de Alto Nível da APDSI” de 18 de Outubro de 2006, que “O débil desempenho da Administração Central do Estado é considerado uma das causas mais importantes para a falta de competitividade do país.” e “Muitas promessas foram feitas para poucas realizações, persistindo o país numa posição pouco favorável no nível de construção da Sociedade da Informação.”

O PRACE (Programa de Reestruturação da Administração Central) sem uma Organização fundamentada e baseada em Arquitectura de Informação e de Processos, manterá as ineficiências hoje em dia existentes. É com a criação de propostas de interligação de processos internos aos Ministérios e vocacionados ao Serviço ao Cidadão, que o Plano Tecnológico poderá desencadear um aumento da eficiência do Estado e, consequentemente, da competitividade do País.

Os Programas das Regiões Digitais encontram-se neste momento ineficientes, com uma discrepância de objectivos, planeamentos, atrasos, incompatibilidades tecnológicas e pouca capacidade de serviço ao cidadão. Há que retomar o processo com liderança, caso contrário, à excepção de uma mão cheia de Regiões Digitais, em 2010 teremos os Governos Locais incompatíveis com o Governo Nacional e aí será tarde de mais. A Assembleia da República tem de acompanhar e fiscalizar estes Programas das Regiões Digitais, impondo datas e responsabilidades.

Em jeito de conclusão, a Competitividade de Portugal necessita de futuro sustentado e esse futuro passa certamente pela capacidade de Inovar e de potenciar as redes internas entre as Empresas (Mundo Real) e as Universidades (Mundo Científico).

Rede Mundial para a Abolição das Touradas

A Cimeira Internacional Anti-Touradas, que aconteceu em Lisboa nos passados dias 18 e 19 de Maio, reunindo 25 organizações anti-touradas e de defesa dos animais da Europa e da América Latina, foi um evento histórico para o movimento mundial contra as touradas.

Muitas das organizações que estão na linha da frente do combate social, económico e político para abolir as touradas estabeleceram bases comuns de trabalho em rede para o cumprimento deste grande objectivo, tendo sido o mais significativo passo desta Cimeira a criação da Rede Mundial para a Abolição das Touradas.

Mais informações em Cimeira Internacional Anti-Touradas.

Lisboa: legislativas e autárquicas

Pedro Magalhães escreveu [21Maio] em Margens de Erro que

Só para irmos pensando: a comparação entre o resultado do partido de governo nas eleições legislativas e na eleição subsequente para a câmara municipal, sempre no concelho de Lisboa. Quando há coligações num lado (governo) ou noutro (câmara), comparam-se os resultados das somas dos partidos que as compõem. O que importa é que o partido de governo esteja sempre de um lado e do outro.

E conclui o seu raciocínio

Mas cuidado com a extracção de implicações para 15 de Julho:

1. Estas eleições estão rodeadas de maior dramatização do que é habitual: candidato do PS é ex-membro destacado do governo;
2. Eleições atípicas em comparação com as outras autárquicas.

Mas é só para irmos pensando.

Vandalismo da CGTP

Em Ensaio Geral, de Ricardo da Costa Pinho

24/05/07

Grande Entrevista com Paulo Portas

Paulo Portas na RTP 1 às 21.00h

Depois do Congresso de Torres Novas, o Presidente do CDS-PP é o convidado de Judite Sousa na Grande Entrevista.

Paulo Portas reconquistou a liderança do CDS-PP e agora tem que apresentar resultados. As eleições em Lisboa são um teste... mas a oposição ao Governo e o distanciamento em relação ao PSD vão pôr à prova a eficácia de Paulo Portas. Depois do Congresso de Torres Novas, o Presidente do CDS-PP é o convidado de Judite Sousa na GRANDE ENTREVISTA.

PSD admite (no limite) aceitar modelo PS

De acordo com a notícia do Primeiro de Janeiro, de hoje, o «PSD admite (no limite) aceitar modelo PS».

O líder parlamentar do PSD disse ontem que os sociais-democratas estão disponíveis para negociar com o PS a criação de círculos uninominais e “no limite” aceitar o modelo dos socialista, mas considerou “incontornável” a redução do número de deputados.

Limpeza no parlamento ou simplesmente bipolarização à vista?