11/10/06

Paulo Portas em Odivelas - Agência Lusa

Imigração: Portas acusa Governo de preparar "abertura pouco responsável" da lei


Odivelas, 11 Out (Lusa) - O ex-líder do CDS-PP Paulo Portas acusou terça-f eira à noite o Governo de preparar uma "abertura pouco responsável" da lei da im igração, tornando as quotas indicativas e deixando cair a exigência de um contra to de trabalho.

http://www.lusa.pt/print.asp?id=SIR-8413923

Paulo Portas em Odivelas - TVI

"Paulo Portas critica políticas do Governo"
O antigo líder popular acusa o Executivo de preparar uma «abertura pouco responsável» da Lei.

http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=731641

05/10/06

Paulo Portas em Odivelas: Debate "Segura e Imigração"

CONVITE

Debate “Segurança e Imigração: Causa ou Efeito”
com Paulo Portas

10 de Outubro de 2006 – 21Horas

Local: Odivelas, Parque Maria Lamas, Auditório CAELO (junto CTT)
Contamos com a sua presença

http://cdsodivelas.blogspot.com cdsodivelas@gmail.com

01/10/06

Câmara de Odivelas deve 70 milhões de €uros, mais do dobro apresentado


A Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Odivelas vem por este meio demonstrar a sua preocupação perante o cenário negro sobre a Situação Financeira do Munícipio de Odivelas.

Sobre este tema há a referir o seguinte:
  • As Responsabilidades Políticas são integralmente do PS e PSD em virtude de serem estas as 2 forças políticas que há mais de 8 anos lideram o Munícipio. A este assunto, ambas as forças políticas dizem “não queremos aproveitamento político”, isto é, pretendem fugir inteiramente às suas responsabilidades;

  • As Responsabilidades Directas, e até se identificar concretamente quais as áreas mais responsáveis pelos indícios de ocultação de informação financeira, são certamente do Dr. Manuel Varges e do Dr. Fernando Ferreira, pois são eles os máximos responsáveis destes anos de Gestão Camarária;

  • O CDS-PP por várias vezes em Assembleia Municipal questionou os Relatórios de Actividades e Situação Financeira do Município, reforçados pelos diversos pareceres da Inspecção Geral de Finanças que desde 2003 denotavam precisamente a falta de organização e a “(...) morosidade, por parte dos serviços, na disponibilização de elementos solicitados;”

Resta agora questionar a Sra. Pres. de Câmara Municipal, Drª Susana Amador o seguinte:
  • Irá a Sra. Presidente até às últimas consequências, apresentando queixa às Instâncias Judiciais sobre os responsáveis directos deste aparente indício de contabilidade pouco clara?

  • Continuará a Sra. Presidente a contar no seu Executivo com vários dos Responsáveis Políticos da Situação? Se sim, não estará a indicar que está a compactuar com este tipo de situações?

  • Os gastos financeiros desnecessários e supérfluos continuarão a existir, nomeadamente a ideia de Mudar o Logotipo do Município?

O CDS-PP de Odivelas irá requerer o Relatório da Auditoria Interna à Situação Financeira para avaliar em detalhe algumas das situações que vieram a público e, posteriormente, avaliar a apresentação de queixas formais a instâncias judiciais.

A Comissão Política Concelhia
CDS-PP Odivelas

30/09/06

Quaestio de veritate

"Chega sempre um momento na história em que quem se atreve a dizer que dois e dois são quatro é condenado à morte"
Albert Camus
Uma vez disseram-me, e com toda a razão que, nos blogues, quase interessa tanto o que se diz como o que não se diz. Dado que o silêncio em determinados assuntos é também uma forma de opinião. Habitualmente entendido como falta da mesma, falta de interesse, ou mesmo uma abstenção. Entendo o mesmo para as colunas de opinião.

Deste modo, tendo em conta o que aconteceu no dia 12 de Setembro de 2006, na Universidade de Regensburg e a catadupa de reacções que se seguiram, eu, não poderia de modo algum, ficar calado.

Li e disponibilizei o discurso do Santo Padre do referido dia.

Todos, de alguma forma, já lemos ou ouvimos a notícia de mesmo. Já vimos também a avalanche de reacções que o discurso originou.

Sabemos ainda que muita coisa foi dita. Que as palavras do Santo Padre foram, de facto, tiradas do contexto. Sabe-se que o Papa ao citar o imperador bizantino Manuel II Paleólogo - teólogo ortodoxo e antipapista - defendeu o diálogo entre religiões e, sobretudo, o diálogo entre religião e razão.

Se ler, na íntegra, o discurso, com certeza que achará que se trata de uma intervenção brilhante e ricamente preenchida de ensinamentos.

Por outro lado, a deturpação da mensagem só pode ter duas origens: a ignorância e/ou a má-fé. Acusar Bento XVI de começar uma Cruzada é ler ao contrário o que foi dito.

Concordo e cito o que disse Nuno Rogeiro no Correio da Manhã, dia 17 Setembro, 2006:

" Em várias passagens, cita controvérsias mortais dentro do pensamento ocidental, do Cristianismo, e da própria Igreja Católica. Explica, por exemplo, que a tentativa de retirar à última a herança helenística esteve na origem da consideração da fé como um mecanismo separado da realidade. Lembra, porém, que quando se diz, na (primeira) versão grega dos Evangelhos, "Ao Princípio era o Verbo" (Logos), isso significa "no começo era a razão e a palavra".

O logos, a palavra da razão, que consubstancia a verdade, apela ao espírito. Já a guerra se joga para o corpo. Nesse sentido, a guerra é ‘irracional’, ao mesmo tempo que imoral. Citando Manuel II Paleólogo, em 1391, usa uma passagem traduzida por Theodore Khoury, explicando que, para o espírito helenístico do imperador bizantino, cercado em Constantinopla, parece "errado, injusto e desumano" que o Islão defenda a guerra, contra a razão.

Devastadora, a citação usa-se como mero exemplo, numa discussão teológica que, em vários pontos, é também demolidora para as teorias cristãs da ‘guerra justa’."

Como se explica então a avalanche de indignação gerado pelas palavras do Papa no mundo muçulmano e não só?

No mundo muçulmano radical só entendo como uma manipulação terrorista, posta em prática para exaltar os ânimos.

Do sector moderado, que também reagiu negativamente, só se pode explicar ou por desconhecimento do que foi realmente dito pelo Santo Padre, ou por medo das consequências da posição dos fanáticos radicais.

Diz vasco Graça Moura, no Diário de Notícias, 20 Setembro, 2006:

"O Papa podia também ter invocado a História. Decorreram apenas 79 anos entre a morte de Maomé e a chegada dos Árabes à Península Ibérica (711), após terem tomado conta de praticamente todo o Médio Oriente e toda a bacia do Mediterrâneo, mas decorreu mais de um milénio entre a morte de Cristo e a Primeira Cruzada (1096-1099), o que indicia imediatamente a resposta à questão de saber qual das duas religiões, na origem, tinha vocação mais expansionista e guerreira.

E o Papa podia ainda sem dúvida ter referido expressamente todas as barbaridades que, nos últimos anos, andam a ser ditas e praticadas pelo terrorismo de sinal islâmico, em nome de Alá, por esse mundo fora.

Não fez nada disso. Abordou a questão em termos extremamente sérios e sóbrios, perante um auditório universitário.

Imagine-se agora que, por uma razão de simetria, um mufti qualquer, numa universidade muçulmana qualquer, se punha a censurar violentamente as Cruzadas, ou a falar dos crimes da Inquisição imputando-os à Igreja Católica, dizendo as últimas do sinistro tribunal e da religião que o suportava, e que os católicos, por causa disso, desatavam a apedrejar as mesquitas, a ameaçar de morte os muçulmanos e a exigir a apresentação imediata de desculpas...

O terrorismo islâmico engendra cada dia novas formas de manipulação das massas. Primeiro, foram as caricaturas. Agora, é este novo alvoroço hipócrita."

Mas, após o discurso e estando os ânimos excessivamente exaltados, da Santa Sé veio, com uma enorme humildade, bondade e nobreza, uma resposta. Pelas palavras do porta-voz do Papa, Federico Lombardi:

"O Papa não teve a intenção de fazer um estudo aprofundado sobre a jihad e pensamento muçulmano neste domínio e muito menos de ofender a sensibilidade dos crentes muçulmanos... Aquilo que está bem enraizado no coração do Papa é uma clara e radical refutação da motivação religiosa da violência...querendo cultivar uma atitude de respeito e diálogo com as outras religiões e culturas e, evidentemente, com o Islão"

Mas, ainda assim foi considerado insuficiente. Continuou a pedir-se um pedido de desculpas formal e na primeira pessoa, outros exigiram que o Sumo Pontífice renegasse publicamente o discurso proferido.

Mas, da forma como eu vejo, isso nunca podia ser possível.

O Santo Padre não pode pedir desculpa porque... não ofendeu!

Assim foi, de forma resumida, o impacto que o discurso teve no Islão. Mas também no Ocidente este caso foi, ou ainda é, mediático.

Como tal, sou da mesma opinião do Dr. Durão Barroso – Presidente da Comissão Europeia, que expressou a seu desapontamento pelo facto dos líderes europeus não terem apoiado o Santo Padre depois das críticas e das ameaças que recebeu do mundo árabe.

Dizendo, ao semanário alemão Die Welt am Sonntag:

"Fiquei desapontado por não ter havido mais líderes europeus a dizer – 'É claro que o Papa tem direito de expressar o seu ponto de vista’ (...) "Temos de defender os nossos valores"

Eu considero que, entre outras coisas, Bento XVI fez, e bem, uma defesa veemente do Cristianismo como o "criador" da Europa e a sua qualidade racional como o fruto da helenização da Europa.

Pertinente foi também o que diz Luís Delgado, no Diário de Notícias, no dia 25 de Setembro de 2006:

" Carlos Magno, na sexta-feira, na sua qualidade de comentador do Contraditório, já tinha levantado a questão, com a sua característica veemência. Que seria de nós se um dia se fizesse um filme menos correcto sobre o profeta do islão ou um livro como o Código Da Vinci?! Era o fim do mundo, literalmente.

É essa a nossa diferença, e superioridade moral, da qual nunca deveremos ter medo, ou abdicar, em nome das ameaças de grupos fanáticos que ameaçam as nossas democracias.

A Europa, mas todo o mundo ocidental, cristão e democrático, tem mostrado a sua verdadeira faceta perante esta crise, que não passa de uma lividez receosa, que não inspira nada de bom para o nosso futuro como civilização moderada e respeitadora do Homem.

Há fronteiras que não se passam, ou deixam passar, e esta cobardia colectiva não augura nada de bom.

Hoje foi assim, mas amanhã viveremos num mundo de trevas, com medo de falar e pensar. É esse mundo, horrendo, medieval, brutal e sem nenhum respeito por nada nem ninguém, que se levantou contra o Papa, e que viu, sem surpresa, uma Europa vacilante, medrosa e inquieta. Pagaremos caro, mais década menos década, por esta cobardia colectiva."

Termino dizendo:

Poderá entender-se a cultura ocidental como o conjunto de todas as manifestações culturais desenvolvidas ao longo da evolução histórica da civilização ocidental.

Neste sentido, o Ocidente não é visto apenas como uma mera regionalização mundial obtida do ponto de vista geográfico, mas sim num conceito mais amplo, relacionado com uma determinada ideia de sociedade que foi vista e celebrada pelos povos ocidentais.

A Cultura Ocidental tal como a conhecemos foi evoluindo ao longo da história e tem sofrido desde sempre ameaças.

Mas, para mim, hoje 30 de Setembro de 2006, cinco anos e dezanove dias depois 11 de Setembro de 2001, o mais importante é reconhecer que há dias, como o 11 de Setembro, que não devemos esquecer. Não podemos dar tréguas ao terror. Há acontecimentos que, como este, não nos podemos esquecer, esquecê-los é virar as costas à História. Aos inocentes, devemo-lhes isso. Não esquecer.

Considero que uma das maiores medidas que podemos tomar contra o terrorismo é vivermos livres.

Está nas mãos de cada um viver sem receio, sem temor. Dessa forma não é o Governo, ou a NATO, ou a ONU, etc. que nos protege... Somos nós a zelar por nós, pela nossa sociedade. O terrorismo como a palavra indica vem de terror e do semear do mesmo. A razão pela qual nós, os ocidentais não devemos, nem podemos ter medo reflecte-se na razão pela qual a nossa coragem não deverá nunca ser abalada: a crença e orgulho nos valores morais, na herança cristã, no testemunho e história secular, no sagrado reflexo da cultura ocidental na nossa civilização, na nossa sociedade.

Cada vez que vivemos livremente, cada vez que damos a nossa opinião, cada vez que optamos, que votamos, que exercemos os nossos direitos e deveres como cidadãos de um país livre, por cada debate, em cada questão ou contestação, em cada segundo em que a sociedade ocidental vive livre e sem medo, aqui sim, é uma batalha ganha ao terrorismo, trata-se de uma vitória esplendorosa e avassaladora dos valores ocidentais, da tradição cristã e da história europeia sobre a cobardia do terror.

28/09/06

CONTAS DA C.M.O. - QUE VERGONHA!

QUE VERGONHA!

Que a Câmara Municipal de Odivelas está com um enorme buraco financeiro, todos sabíamos; que continuava a fazer despesas supérfluas e a “tapar o sol com a peneira”, estou farto de o escrever (Coluna às Direitas); contudo, o que aqui é noticiado é uma vergonha.

Mas para além de ser uma vergonha, cheira-me a crime e por essa razão, a ser verdade o que foi noticiado, esta conclusão deverá ser entregue com a maior brevidade aos órgãos judiciais, para que sejam efectuadas as averiguações necessárias e para que se for caso disso, sejam condenados todos os responsáveis.

Sobre o ponto de vista político convém não esquecer as responsabilidades que têm, tanto o P.S., como o P.S.D., nesta situação, partidos esses que estavam e continuam estar presentes na gestão municipal. Inclusivamente, é preciso não esquecer que muitas das pessoas são as mesmas, que continuam lá instaladas, uns como vereadores e outros como assessores.

Apraz-me registar que finalmente, segundo parece, na sua mensagem sobre este assunto, a Sr.ª Presidente da Câmara Municipal começa a dar-me razão. Há uns tempos (24/6/2006), na Coluna às Direitas, do Diário Económico.com, enumerei as 3 principais medidas que na minha opinião deveriam ser tomadas:

1ª) A Reforma das Mentalidades;
2ª) Definir com clareza um objectivo estratégico para o concelho;
3ª) Saneamento económico do município.

Em cima escrevo, segundo parece, porque depois da Dr.ª Susana Amador dizer que vai fazer cortes em tudo o que é supérfluo, acaba a sua mensagem a dizer, “vamos mudar a nossa imagem, o nosso logótipo”. Para além do facto em si, alterar neste momento a imagem e o logótipo, ser tecnicamente um erro, isso implica enormes custos. Portanto parece-me, que embora a nossa edil fale agora na reforma das mentalidades e no saneamento económico da autarquia, ainda não interiorizou para si própria o que isso significa e que tem que ser ela a dar o primeiro exemplo.

Miguel Xara Brasil

22/09/06

P.D.M. E O FÓRUM DE FAMÕES.

Depois da análise que fiz a documentos públicos relacionados com o futuro P.D.M. de Odivelas e depois de ter assistido ao Fórum de Famões, fiquei com a convicção, que não há uma ideia estratégica para o Concelho e que não se sabe com que é que Odivelas vai ser conotado daqui a 10, 15 ou 20 anos.
Veja o artigo completo em:http://www.diariodeodivelas.com (Coluna às Direitas)

Novo Núcleo Museológico de Famões?

D'ZRT, UM CARTAZ NO LOCAL CERTO.

“Os Instalados: a Novela à Odivelas” in Jornal Nova Odivelas

Atenção que este artigo é verdadeiramente um artigo que pretende dar uma visão de como é a política corriqueira que se vive em Odivelas e, infelizmente, a outros níveis e em muitos locais da política nacional.

Em breve fará um ano que tomaram posse os actuais órgãos autárquicos. De lá para cá verificaram-se situações engraçadas de cariz político local, que em muitos casos parecem ser retirados de uma peça de Gil Vicente, de tanta comédia, farsas e tragicomédias que se quiseram transmitir.

Durante este primeiro ano tivémos uma Presidente de Câmara a tentar arrumar um pouco a casa, mesmo a custo de não fazer qualquer obra, mas os “polvos grudados” e as “sanguessugas” são tantas, que está mais longe nalguns casos de resolver a situação, do que estava há um ano atrás.

Ver artigo completo em: http://www.novaodivelas.pt/sitemega/view.asp?itemid=965&catid=

Ana Nobre

01/09/06

NOVO LOGO, AGORA?
É A CARROÇA À FRENTE DOS BOIS.


Um logótipo é o símbolo mais importante de uma marca, funciona como se de um B.I. se tratasse, portanto a sua imagem deve reflectir aquilo que uma marca é, ou, o que aspira ser. Como tal, sabendo nós que neste momento está decorrer o processo de discussão do P.D.M., documento no qual deverá ficar explicito qual a identidade que se pretende para o concelho, não faz sentido estar neste momento a desperdiçar verbas, as quais serão muitas, num projecto de alteração do logótipo municipal.


Veja o artigo completo em: http://www.diariodeodivelas.com./ (Coluna às Direitas)

12/08/06

Cultura de Qualidade

"O homem comum é exigente com os outros; o homem superior é exigente consigo mesmo"
Marco Aurélio

Enganado pelo título foi o leitor se, de alguma forma julgou que eu, pelo menos desta vez iria falar de cultura. Pelo menos no sentido que o Ministério da Cultura habitualmente entende ser cultura, isto é, praticamente limitando-se à arte em geral, à arte como reflexo de cultura, quando para mim, a palavra cultura compreende bem mais do que isso.

Já passou algum tempo, mas ainda estou bem recordado das conclusões a que cheguei quando o ano passado vi na RTP 1 um «Prós e Contras» que, não me recordando do título exacto do debate, posso, com certeza afirmar que pretendeu debater a imagem que Portugal tem no estrangeiro.

Nesse debate, e também já não me recordo quem eram os oradores falou-se da imagem que a Alemanha, Itália, Espanha, etc. têm, debatendo e comparando com a de Portugal.

Mas quando me refiro à imagem portuguesa não me refiro à que reflecte a Constituição da República Portuguesa, nem da cor ou tendência política da Assembleia da República ou do Governo, mas sim de Portugal enquanto marca.

Isto é, como é que Portugal e os portugueses são vistos lá fora, como são vistos os nossos produtos, a nossa maneira de viver e de trabalhar, como é que uma marca portuguesa pode e deve ousar ser empreendedora o suficiente para com sucesso poder saltar fronteiras.

Nesse «Prós e Contras» deram-se exemplos de sucesso. Sucesso pela inovação, sucesso pela tradição, mas sempre sob a batuta da qualidade.

Se por um lado se associa, por exemplo, os automóveis alemães a segurança, os italianos a design, os produtos franceses a glamour, classe e requinte, os britânicos a cortesia, elegância, pontualidade e até se caracteriza o seu humor, nós Portugal o que temos?

Fazia ideia que a Via Verde, exemplo de inovação brindado com enorme sucesso é criação portuguesa? Sabia que, tal como a Via Verde o software utilizado nas nossas caixas multibanco, para além de ser português é exportado por ser tão bom? Sabia que a Família Real Inglesa ocasionalmente utiliza serviços Vista Alegre?

Exemplos de Portugal genial.

Talvez durante o mês de Junho vi um programa na SIC Notícias, salvo erro SUCESSO.PT onde pretendendo falar de empreendorismo e de oportunidades foi dito que, umas principais dificuldades que uma marca portuguesa encontra para crescer em Portugal é precisamente o facto de ser portuguesa.

Conhece a marca de roupa de homem Wesley? Sabia que uma marca de roupa que transmite um inconfundível estilo britânico, que rivaliza com marcas americanas como a Gant e Arrow é de facto, portuguesa?

Sabia que a marca de calçado Pablo Fuster foi criada por uma família do norte do país?

Pense agora porque será que os nomes não são portugueses. Será que para os portugueses em geral o que é nacional já não é tão bom?

No dia 27 de Julho de 2006, no Diário de Notícias, mais concretamente na revista LIFE, suplemento que fazia parte integrante do jornal, vinha publicada uma entrevista com um senhor, um homem que respeito e admiro imenso. Um empresário de sucesso, seu nome José Roquette.

O dr. José Roquette disse e cito:

" o percurso que a economia nacional deve seguir, para além de todos os planos tecnológicos, é criar uma nova cultura. É instaurar uma cultura de qualidade. (...) Esta cultura tem de envolver os consumidores. Os portugueses têm de ser exigentes em termos de qualidade. Hoje, os consumidores nacionais optam basicamente pelo preço quando compram qualquer coisa. A relação preço-qualidade fica ausente dos nossos hábitos (...). É preciso um banho de cultura de qualidade e é preciso que esta cultura, quando surge, seja amparada e ajudada, porque por enquanto é uma planta muito frágil."

O que retiro daqui imediatamente? Nós como consumidores ao não sermos exigentes corremos o risco de um dia os produtores também já não o serem. Se nós, portugueses na generalidade não optamos pela relação qualidade-preço, o que nos garante que no futuro os produtores não sigam o nosso exemplo?

Talvez, e espero que sim, se chegue através destes exemplos à conclusão que, de facto, a marca-País é um conceito cada vez mais relevante no contexto mundial actual.

Na revista Marketeer de Julho de 2006, por Maria João V. Pinto foi dito o seguinte:

" (...) não parece haver qualquer dúvida quanto ao facto de a globalização estar a ajudar à concorrência entre os países no sentido de estes conquistarem a atenção, respeito e confiança dos investidores, turistas, consumidores, doadores, imigrantes, meios de comunicação e governos de outros países. Uma marca-País poderosa e positiva oferece, assim, uma vantagem competitiva fundamental. É essencial que os países compreendam como são percebidos pelos públicos à escala mundial, de que forma os seus sucessos e fracassos, activos e responsabilidades, pessoas e produtos são reflectidos na sua imagem de marca."

Contundente, não acham?

As minhas intenções ao escrever este artigo não foram apenas informar e pretender que o leitor pense um pouco acerca deste assunto, foi também de alertar que um assunto de interesse nacional, como este, também pode ser sentido localmente.

A nível local, daqui por três semanas ocupar-me-ei disso. Até lá, bons banhos.

Artigo publicado em: Diário de Odivelas

10/08/06

Os estados gerais da direita

Pires de Lima deu uma entrevista ao Correio da Manhã [07-08]. Nela referiu-se ao almoço ocorrido entre Ribeiro e Castro e Manuel Monteiro, afirmando que «foi uma iniciativa provocatória» e que os estados gerais da Direita «tendo como principais promotores o Dr. Ribeiro e Castro e o Dr. Manuel Monteiro provavelmente serão uns estados fúnebres sobre a Direita», porque «começam com o ónus de serem promovidos por aqueles que menos bem a têm representado».

Quanto ao futuro, «a liderança [do PP] não passa por mim e parece-me também mais ou menos evidente que passa cada vez menos pelo Dr. Ribeiro e Castro pela sua desastrosa actuação», isto porque, «a frustação é tão grande que mais cedo do que tarde o CDS vai ter de mudar de caminho».

Entrevista disponível online em Correio da Manhã.

06/08/06

A guerra do CDS

Eduardo Dâmaso, director-adjunto do Diário de Notícias, escreveu em Editorial [05-08], o seguinte:

O conflito cada vez mais aberto entre os populares é o resultado do trágico equívoco que foi a vitória de Ribeiro e Castro no congresso da sucessão de Paulo Portas. Este homem vindo do frio, em concreto de Estrasburgo, ganhou um partido órfão de um daqueles líderes que, como é habitual no CDS, tinham uma mais - valia eleitoral superior à do próprio partido.

Ora, no caso de Ribeiro e Castro, apesar da sua energia e capacidade de trabalho, não é isso que se passa. O actual líder do CDS não consegue nem conseguirá valer um pouco mais do que o próprio partido nas urnas eleitorais. Ribeiro e Castro vem de um tempo político, ainda do 25 de Abril de 1974 e da luta do PREC, cujas referências estratégicas e morais lhe podem valer uma vitória em congresso depois de um bom e emotivo discurso, mas nada mais do que isso. A política de hoje é diferente.

O centrismo suave de Ribeiro e Castro está confrontado com a mais forte transição geracional de que há memória no CDS, ungida pela vitória sobre Monteiro e bafejada com uma breve mas intensa passagem pelo poder que a determinou a ocupar um espaço identitário à direita que lhe permita sobreviver às oscilações do PSD.

Desperdiçou a oportunidade de comprometer os perdedores do congresso com a sua liderança, não foi hábil com a bancada parlamentar, não construiu uma equipa credível nem um discurso mobilizador.

Carta Aberta ao Sr. Luís Salmonete do PSD

- Estão verdes essas uvas.
Verdes não servem para nada!

Jean de La Fontaine, A Raposa e as Uvas

1. Por razões que desconheço, o Sr. Salmonete, vice-presidente da Comissão Política Concelhia de Odivelas do Partido Social Democrata (PSD), entendeu, por bem, insultar os militantes, isto é, os membros do Partido Popular CDS/PP, afirmando que, «no CDS/PP é normal, não ter bem a certeza daquilo que se diz». E fê-lo, utilizando o espaço político do seu partido, para, com tal acto, oferecer-lhe uma dimensão que de outra forma, naturalmente, não teria.

Pela importância política não posso deixar passar em claro, o ocorrido. Não sei, pessoalmente, o que é que o Sr. Salmonete tem contra mim, uma vez que não o conheço. Quanto muito, poderei ter visto o seu nome ou a sua fotografia num qualquer folheto de propaganda eleitoral, mas, não mais do que isso.

Na minha qualidade de militante do PP, naturalmente que me considerei atingido na dignidade que seria suposta estar preservada quando o debate político é efectuado de uma forma elevada e séria e com o civismo que se exige aos eleitores.

2. O que é extraordinário é que o vice-presidente de uma comissão política concelhia se permita vilipendiar os membros de um partido que é companheiro de coligação em 60 autarquias do nosso país.

Ler a
Carta Aberta ao Sr Luis Salmonete vice-presidente da Comissão Política Concelhia do Partido Social Democrata de Odivelas, na Coluna às Direitas, no jornal de Diário de Odivelas.

Maria João Pires e os apoios do Estado

João Miguel Tavares, escreveu no Diário de Notícias [05.08.2006]:

Maria João Pires diz-se «vítima de uma verdadeira tortura» e desde o primeiro dia do projecto de Belgais que se queixa sazonalmente da falta de apoios por parte do Estado e de investimento à altura da sua visão de desenvolvimento cultural do interior. Belgais é um sítio bonito e ninguém põe em causa a boa vontade da pianista, mas, apesar de ela viajar muito, tem todos os vícios dos artistas portugueses - eles entram com as ideias, o Estado e os mecenas entram com o dinheiro. Ainda estou à espera de um artista que chegue, arregace as mangas e ponha de pé um projecto auto-sustentável.

02/08/06

Comunicado JP Odivelas - Odivelas Jovem

A Comissão Política de Odivelas da Juventude Popular (JP) vem, por este meio, congratular-se com a preocupação que Partido Socialista demonstrou para com os jovens de Odivelas na apresentação, em reunião pública de Câmara, da moção “A JUVENTUDE: UMA APOSTA COM FUTURO”. Vemos esta moção como uma tentativa do PS em mostrar alguma preocupação com a juventude, em resposta ao nosso ultimo comunicado, mas relembramos aos jovens de Odivelas que uma moção, por si só, nada faz.

1- Relembramos que a Sr.ª Vereadora Fernanda Franchi, na reunião que teve com a JP, demonstrou uma clara falta de preparação e um total desconhecimento das principais matérias que dizem respeito à vereação da Juventude.

Impressiona-nos como é que o actual executivo consegue apresentar a actividade “Caça aos Gambozinos” como um ponto principal na área da juventude. Sobre isto questionamo-nos se algum jovem os viu (os gambozinos) ou se a forma de fazer política da Sr.ª Vereadora é a de por os jovens a caçar (gambozinos) distraindo-os das questões essenciais do concelho.

A verdade é que, na prática, nada foi feito para apoiar os jovens e perante tudo isto a JP só pode manter o pedido de substituição da actual vereadora da Juventude Fernanda Franchi.

2- A JP e o CDS/PP têm soluções para os jovens do concelho de Odivelas: um espaço de estudo aberto 24h por dia, incentivos à criação de empresas por jovens com menos de 30 anos (isenção de Imposto de Derrama, espaços empresariais a custo reduzido, etc.), criação de actividades desportivas nas escolas de Ensino Básico com interligação directa de associações desportivas, entre outras, propostas estas que, de resto, eram constantes do programa de candidatura do CDS/PP às eleições autárquicas de 2005. A JP e o CDS/PP acreditam em propostas que realmente sirvam os jovens de Odivelas.

3- Sobre o Conselho Municipal de Juventude, uma proposta do CDS/PP e da JP que foi esquecida pela anterior Vereadora e preguiçosamente tratada pela actual, mas que o nosso esforço político fez o PS e a JS ter de “engolir o sapo” de aceitar a sua criação, falta agora o arranque. O qual iremos certamente denunciar, cada vez mais alto, se continuar a ser adiado. Estranhamos é que o atraso do CMJ seja justificado com a falta de feedback das associações de juventude, dado que não pode haver feedback sem contacto do executivo. Para que mais desculpas não hajam aqui fica, novamente, o contacto da JP: Rua Alves Redol 15 B, 2675 – Odivelas ou Odivelas@juventudepopular.org.

4- A JP desmente categoricamente qualquer entendimento político com a Presidente de Junta Freguesia de Odivelas Graça Peixoto, muito pelo contrário, o distanciamento é tão grande que não se pode confundir a actividade politica de ambos. Em mil propostas onde são opostos, têm uma onde convergem, isto é, no pedido de demissão da Vereadora Fernanda Franchi.

5- A JP, em resposta a uma juventude partidária que arrogantemente nos apelidou de “antidemocráticos” e “populistas”, por pedirmos a demissão da actual Vereadora da Juventude, apenas reafirma o compromisso que tem em DAR VOZ AOS JOVENS DE ODIVELAS e interceder por eles sempre que seja necessário. Mas, ainda assim, a JP aproveita a oportunidade para assumir um outro compromisso: política em pratos limpos. Uma política “Super Pop”, estilo detergente para a loiça, que retire toda a gordura que em Odivelas está agarrada ao “tacho”.

A Comissão Política Concelhia de Odivelas da Juventude Popular

31/07/06

Trabalhador municipal falta 22 dias no ano

Elsa Costa e Silva (Diário de Notícias Economia) refere que cada empregado municipal falta, em média, um mês de trabalho por ano. O nível médio de absentismo para os 136,5 mil funcionários é de 22 dias úteis. O número é de um estudo da empresa de consultoria Deloitte, relativo à importância dos municípios no sector público e economia nacional, que toma o ano de 2002 como referência.

O documento salienta o absentismo médio como um dos aspectos relevantes do emprego municipal, mas não descrimina as causas do fenómeno, que é visto na literatura como um problema de gestão de Recursos Humanos e de ambiente organizacional.

O sumário executivo está publicado no website da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

30/07/06

Coluna às Direitas - "Que P.S.D. é este?" - por Miguel Xara Brasil in Diário de Odivelas

Porque lamentavelmente o P.S.D. se calou, apesar do meu pedido de esclarecimento, considero que a direcção do P.S.D. de Odivelas se revê no texto (1) assinado pelo Sr. Salmonete a semana passada aqui no Diário de Odivelas (Coluna PSD) e por essa razão não posso deixar de comentar o teor político do mesmo. Quem cala consente, não é assim?

A forma e a linguagem já tive oportunidade de a comentar (Tribuna do Leitor – 19/7) (2), considero-a no mínimo arruaceira. Só lamento que um partido com o historial, a responsabilidade e o prestígio do P.S.D., pelo qual tenho o maior respeito e consideração, esteja representado aqui em Odivelas por uma equipa desta qualidade.

Conversados que estamos sobre a forma, vou falar agora do conteúdo, uma vez que também o considero como posição da Concelhia de Odivelas do P.S.D. (quem cala, consente). Só o faço agora, porque a consideração que tenho pelo partido em questão, fez com que eu esperasse por um esclarecimento. Vou comentá-lo sobre 2 prismas: um pessoal, pois há pontos que dizem respeito a mim e outro institucional, os que dizem respeito ao C.D.S.-P.P. de Odivelas, onde faço parte da Comissão Politica.

Do ponto de vista pessoal, unicamente, para esclarecer a actual comissão politica do P.S.D., ou melhor, parte dela, que se eu quisesse ter entrado, ou, se algum dia quiser entrar nesse partido, tive, tenho e terei sempre as portas abertas. Talvez não em Odivelas, onde pelos vistos é um clube restrito e fechado, mas o mundo para mim não se resume aos muros da Quinta da Memória. Pessoas a quem o Sr. Salmonete e outros como ele talvez façam vénias, na ilusão de uma promoção politica, trato eu por tu (esses sim) (3). Eu não procuro lugares políticos, luto por projectos, ideias e convicções.

Já agora, quanto ao facto de não verem com bons olhos a coligação com um “partido da chamada direita” (4), devo dizer que recordo sempre com um sorriso, a forma atabalhoada com que o Dr. Fernando Ferreira, após uma pequena provocação minha, tentou explicar a “alguém” do P.S.D. que o partido em Odivelas não era de esquerda. Este pequeno episódio teve lugar há pouco tempo, em Abril, aquando da presença (5) do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa em Odivelas (Abril 2006).

Quanto resto, os interesses dos dirigentes do P.S.D. em Odivelas, tanto eu, como muitos Odivelenses, já nos apercebemos quais são, é o poder. Basta ver com quem têm estado ligados desde os tempos da Comissão Instaladora, primeiro com comunistas e socialistas; actualmente só com socialistas; enfim...
Agora, do ponto de vista partidário aproveito para esclarecer:
- A Concelhia Politica do C.D.S. – P.P. de Odivelas considera que a acção politica desenvolvida pelo P.S.D. neste concelho, desde a Comissão Instaladora, até aos dias de hoje, é própria de quem se pretende instalar. Assim, entendemos que neste quadro, tendo em conta o percurso do P.S.D. em Odivelas e o facto de o pretenderem continuar a seguir, não faz qualquer sentido pensar-se numa coligação a nível local. Neste ponto, estamos completamente de acordo.
2º) O C.D.S. – P.P. de Odivelas, independentemente de estar representado nos órgãos municipais, sempre se pautou por uma coerência politica, não andando ao sabor dos ventos e dos interesses corporativos instalados.

Lamentamos contudo:
1º) Que haja quem tenha dito que era capaz de fazer piscinas, jardins municipais, etc., etc., num ano e que ao fim desse tempo nada disso tenha feito.
2º) Que venham só agora dizer, aconchegados e recolhidos em gabinetes municipais, que vão fazer “um plano de actividades” (6)., fingindo-se esquecidos de tudo o que disseram na última campanha eleitoral e sobretudo, tendo estado este último ano na vereação municipal, sem que nada de relevante tenham feito pelo concelho.
3º) Que quem há 10 dias dizia, “...o tempo e o modo de agir do PSD/Odivelas é o que é definido pela Comissão Política Concelhia, logo, escusas de ficar preocupado com a nossa eventual " falta de propostas", pois além disso não ser verdade...” (1), passados apenas 3 dias (há 7), venha dizer: “Para o início de Setembro está prevista a apresentação do Plano de Actividades do Partido” (6). Pelos vistos não tinham propostas.
4º) Que quem há 10 dias dizia, “propostas a apresentar, e já o temos feito, eles são feitas nos locais próprios e não na comunicação social” (1) e também, passados 3 dias, há 7, venha dizer: “...início de Setembro está prevista a apresentação do Plano de Actividades do Partido, que «Assentará na... e num plano de comunicação” (6). Afinal também não tinham nenhum plano de comunicação.
5º) Que o P.S.D. de Odivelas tenha esta forma de fazer politica, se sinta feliz e orgulhoso com ela.
A titulo de conclusão e dando eu este assunto por encerrado, posso afirmar que após o meu texto (7), “Hei, Viram por aí o P.S.D.?”, de há 2 semanas, aqui na Coluna às Direitas, encontrei este P.S.D...

Nota: qualquer comentário a este texto pode ser feito para:miguelxb@gmail.com ou em http://cdsodivelas.blogspot.com/

Elementos recolhidos em:
1 - Diário de Odivelas – Coluna do P.S.D. – 18/07/2006 - Xara, és um Alien? – Luís Salmonete.
2 - Diário de Odivelas – Tribuna do Leitor – 19/07/2008 – 79 – O P.S.D. deu à costa? – Xara Brasil.
3 – Alusão ao facto de ter sido tratado por tu no: “Xara, és um Alien?”.
4 – Referencia feita por L. Salmonete em: “Xara, és um Alien?”.
5 - Debate organizado pela J.P. de Odivelas sob o tema: Constituição – 30 anos depois com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e de José Ribeiro e Castro.
6 – Diário de Odivelas – Edição 142 – (21- 07-06 às 08h00) - Plano de Actividades será apresentado em Setembro.
7 - Diário de Odivelas – Coluna às Direitas – 15/07/2006 - Hei! Viram por aí o P.S.D. – Miguel Xara Brasil.

29/07/06

JP de Odivelas - Querem calar os Jovens de Odivelas?

Leia o artigo completo em http://www.diariodeodivelas.com/tribuna.htm

Se o Sr. Carlos Fortes ficou abismado com o pedido de demissão da Sr.ª vereadora eu, direi, que fiquei abismado com a sua arrogância.
Primeiro que tudo gostaria de esclarecer ao Sr. Carlos Fortes que eu não apareci no Concelho há poucos dias, mas sim há vários anos, pois desde que nasci que vivo em Odivelas, cresci, fiz amigos, brinquei e estudei em Odivelas.


28/07/06

Popularidade de José Ribeiro e Castro

A sondagem da Marktest indica que a vantagem do PS para o PSD, que em Junho era de 15 pontos, diminuiu para 11.

De acordo com o barómetro, a popularidade do CDS/PP caiu para metade do valor registado em Junho (6% em Junho, contra os actuais 3%).

A sondagem realizada pela Marktest para o DN e a rádio TSF foi feita entre os dias 18 e 21 de Julho através de 812 entrevistas telefónicas, apresenta um erro de amostragem de mais ou menos 2,44 por cento para um intervalo de confiança de 95 por cento.

Como acontece normalmente, o Presidente da República é o político mais popular.

Mais informações em Correio da Manhã online.

Já estivémos mais longe do partido do táxi!

25/07/06

Odivelas tem Graça com Guerras


E um dia a casa virá a baixo... Depois das autárquicas houve um partido vencedor que ficou partido, alguém que pensava que daí a uns meses iria ser Presidente e ... afinal não foi.
Em Odivelas, o PS e Graça Peixoto venceram as eleições e começou uma guerrilha com tudo e com todos, por tudo e por nada. A regra Peixoto de comandar e liderar é mostrar quem grita mais alto e quem desautoriza mais.pessoas: quer seja Presidente da Câmara, quer seja Vereadora, quer sejam feirantes, quer sejam jornalistas, quer sejam comuns cidadãos.
Não interessa sequer se o Executivo da Câmara está a governar bem ou não, se é do mesmo partido ou não, o que interessa é criar perturbação.

Não interessa dizer que o Executivo da Câmara não faz obra, que os projectos e promessas não passam do papel, a falência da Câmara está cada vez pior, que a Câmara está parada e completamente estagnada, que as decisões não passam de boas intensões, o que interessa a Graça Peixoto e a uma área do PS Odivelas é perturbar e distrair o outro PS Odivelas.
A realidade é que Graça Peixoto na liderança da Junta de Odivelas ainda nada demonstrou, pelo contrário muito pouco se vislumbra neste momento, mas aguardemos e esperaremos por melhores dias. Há que relembrar que enquanto Vereadora pouco também fez.
A actividade e preocupação tida neste momento é destacar-se não pela positiva, isto é, pela obra feita, pelas decisões tomadas, mas sim destacar-se pela satisfação que aparenta em sair na Comunicação Social, em discursar em público com o tema das “guerras”, das insatisfações tidas na relação com a Câmara, porque os Jornais não publicam a sua foto, etc.
Se é verdade que de facto neste momento se está a verificar que a Câmara e a sua obra tem demonstrado ser pouco ou nada eficiente, a tomar o jeito do pior do anterior Executivo, a Junta de Freguesia de Odivelas pouco tem realizado a não ser confusões na Feira do Silvado, Acções mais ou menos Sociais e pouco mais.
A realidade é que de valor acrescentado, esta nova governação, liderada por Graça Peixoto, pouco ou nada tem trazido aos odivelenses, quase que me faz querer voltar ao menor dos males que era a antiga Governação da Junta.
Em jeito de conclusão parece que a Presidente da Junta se preocupa mais com a Guerra ou Guerrilha do seu Quintal, do que com Odivelas e com os Odivelenses.

23/07/06

Ex-dirigente do CDS/PP foi ilibado

O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) da Polícia Judiciária mandou arquivar o processo que implicava Zeferino Boal, militante do CDS/PP e ex-deputado da Assembleia Municipal de Alcochete, no caso Freeport.
Mas apesar do processo ser arquivado, Zeferino Boal revelou que “interpôs uma queixa-crime contra o sub-secretário de Estado da Administração Interna, Fernando de Andrade, por difamação”.
Ler notícia em Notícias da Manhã.

Nuno Melo foi reeleito com 71% dos votos

Nuno Melo, que foi reeleito presidente da distrital de Braga, do CDS-PP, com 71% dos votos, disse ontem que a votação obtida "demonstra que o partido não aceita golpes de secretaria". E ao JN adiantou ser "uma vitória contra quem na direcção nacional tanto se empenhou numa eleição distrital, na candidatura adversária" à sua.
Vencedor sobre a candidatura de Miguel Brito, em 11 das 14 concelhias, Nuno Melo deixou um conselho aos dirigentes nacionais - como Cruz Vilaça e José Paulo Carvalho -, para se esforçarem agora em tornar o CDS-PP em Braga mais forte. "Aqui contamos com todos", referiu.
"Esta vitória tem maior expressão e significado", afirmou, aludindo à decisão do Conselho de Jurisdição Nacional, para impedir que os actuais dirigentes distritais cumprissem o terceiro mandato, decisão que foi anulada pelo Conselho Nacional.
Nuno Melo - que também é líder do grupo parlamentar - está desde 1998 à frente da distrital bracarense e vai cumprir o quinto mandato. "Havendo agora um período de defeso eleitoral", a meta é "reforçar o tecido dirigente local", disse ao JN.
Nuno Melo, com 506 votos, venceu em Famalicão, Guimarães, Barcelos, Vila Verde, Vieira do Minho, Fafe, Celorico e Cabeceiras de Basto, Amares, Terras de Bouro e Vizela. O opositor e líder da concelhia de Braga, Miguel Brito, venceu em Braga, Esposende e Póvoa de Lanhoso, com 207 votos.