A Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Odivelas, no próximo dia 12 de Dezembro de 2005 pelas 12 horas, irá entregar um Donativo de Natal à Instituição de Solidariedade Obra Imaculada Conceição e Sto. António (Obra do Padre Abel) de Caneças.
Este donativo será um reconhecimento da excelente obra que esta Instituição tem feito no Concelho de Odivelas sobre os mais desfavorecidos, particularmente um dos grupos que menos defesas tem na sociedade, que são as crianças.
O donativo será representativo do cariz social que sustenta as linhas orientadoras do CDS-PP, nomeadamente dos seus princípios doutrinários da democracia-cristã. Neste sentido, o CDS-PP de Odivelas procurou realizar algo diferente do tradicional nesta época festiva às crianças daquela instituição. Assim, o CDS-PP de Odivelas irá disponibilizar o acesso das crianças residentes na Instituição Obra do Padre Abel ao Teatro Infantil “Fungágá”, no próximo dia 21 de Dezembro de 2005, pelas 15 horas, no Teatro da Trindade em Lisboa.
Sabemos que este esforço de Solidariedade não se deverá restringir apenas a esta quadra natalícia, mas deverá ser extendida aos 365 dias do ano. Este donativo é mais um passo nesta acção de Solidariedade que o CDS-PP de Odivelas realiza e continuará a realizar, com o objectivo de apoiar os mais carenciados e de minimizar as diferenças sociais existentes não só ao nível de Odivelas, como a nível nacional.
Contamos com o vosso apoio na divulgação desta acção, pois só com o apoio e a consciencialização de todos poderemos tornar melhores os dias daqueles que menos possibilidades têm.
A Comissão Política Concelhia
CDS-PP Odivelas
09/12/05
Novembro Acabou e a Feira Não Mudou
A Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Odivelas verifica que de acordo com o plano de requalificação da cidade de Odivelas, desenvolvido através do programa financiado PROQUAL, se encontram situações estranhas nalgumas obras, nomeadamente a zona de implantação da Feira do Silvado.
Assim, destacamos os seguintes problemas neste ponto nevrálgico para o Comércio Local, do qual dependem mais de 150 famílias:
Oferece assim questionar o Executivo PS-PSD da Câmara de Odivelas:
De referir que a CPC do CDS-PP enviou esta informação ao seu Grupo Parlamentar na Assembleia da República, para que faça seguir um requerimento à Sra. Pres. Da Câmara de Odivelas, bem como dirigiu da mesma forma um pedido directo à Sra. Pres. Da Câmara de Odivelas.
A Comissão Política Concelhia
CDS-PP Odivelas
Assim, destacamos os seguintes problemas neste ponto nevrálgico para o Comércio Local, do qual dependem mais de 150 famílias:
- Em 2003, o CDS-PP verificou que o concorrente vencedor do concurso para a referida obra teve uma proposta bastante superior monetariamente e aparentemente, do ponto de vista técnico, inferior em qualidade. Nessa data o CDS-PP de Odivelas propôs uma Comissão de Inquérito à Assembleia Municipal, a qual foi recusada pela maioria PS-PSD;
- A localização da feira, durante a realização da requalificação da zona da Feira do Silvado, não oferece as condições necessárias aos comerciantes, como se encontra numa zona de díficil acesso para os cidadãos. Esta situação originou graves problemas de dinamização do comércio local, pondo em risco inclusivamente a subsistência de algumas famílias de comerciantes;
- A promessa de conclusão da obra em Agosto de 2005, demonstrou mais uma vez ser uma vã promessa do Executivo PS-PSD. O mês de Novembro já terminou e a feira do Silvado ainda não está operacional;
- Um sorteio de lugares de comércio, para as novas instalações da futura Feira, que não se sabe se existiu, se vai existir, e quais as regras do próprio sorteio;
- Tal como em 2003 o CDS-PP havia alertado, as condições técnicas da obra não oferecem as estruturas mínimas necessárias para que os feirantes possam desenvolver a sua actividade, conforme ficou anteriormente demonstrado em visitas ao local com a Associação de Feirantes e Técnicos da própria Câmara de Odivelas;
- Finalmente, oferece ainda grandes dúvidas a capacidade de drenagem do local, tal como alertado também em 2003, uma vez que a zona da Feira do Silvado se encontra em leito de cheias;
Oferece assim questionar o Executivo PS-PSD da Câmara de Odivelas:
- Quando estará a Feira do Silvado em condições de funcionamento?
- Quais as formas de compensar os feirantes e o comércio local pelo atraso da regularização da situação? Nomeadamente a isenção de taxas pelo mesmo período de tempo da deslocalização a que foram obrigados os feirantes.
- Validar se a infra-estrutura da obra executada na Feira do Silvado se encontra em condições técnicas para acomodar os comerciantes e a população que frequenta aquele comércio local.
De referir que a CPC do CDS-PP enviou esta informação ao seu Grupo Parlamentar na Assembleia da República, para que faça seguir um requerimento à Sra. Pres. Da Câmara de Odivelas, bem como dirigiu da mesma forma um pedido directo à Sra. Pres. Da Câmara de Odivelas.
A Comissão Política Concelhia
CDS-PP Odivelas
08/12/05
"Transportes: CDS-PP questiona Governo sobre modelo"
Publicado por Diogo Moura, em 7/12, no Fórum Lisboeta, o Blogue dos Autarcas e Representantes do CDS-PP nas Freguesias de Lisboa.
«Os deputados do CDS-PP questionaram hoje o Governo sobre qual o modelo de funcionamento e de financiamento previsto e quando começará a funcionar a Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa, criada em 2003.
Num requerimento hoje entregue na Assembleia da República e dirigida ao ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino, o líder da distrital de Lisboa do CDS-PP, António Carlos Monteiro, recorda que a comissão instaladora da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa "terminou o seu mandato e nada mais pode fazer por falta de decisão política quanto ao futuro".
"Pouco depois de ter tomado posse, o actual ministro das Obras Públicas disse não concordar com o modelo definido pelo anterior executivo" para esta entidade e, "mais de seis meses depois (...) a Autoridade continua paralisada, com gravíssimos prejuízos para a mobilidade e o ambiente da Área Metropolitana de Lisboa", sustenta o deputado democrata-cristão, no requerimento.
António Carlos Monteiro questiona o ministro sobre "que modelo institucional e de competências reais, qual o modelo de financiamento previsto e quando é que o Governo prevê que a Autoridade Metropolitana de Transportes esteja efectivamente a funcionar, sem mais adiamentos".»
«Os deputados do CDS-PP questionaram hoje o Governo sobre qual o modelo de funcionamento e de financiamento previsto e quando começará a funcionar a Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa, criada em 2003.
Num requerimento hoje entregue na Assembleia da República e dirigida ao ministro das Obras Públicas e Transportes, Mário Lino, o líder da distrital de Lisboa do CDS-PP, António Carlos Monteiro, recorda que a comissão instaladora da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa "terminou o seu mandato e nada mais pode fazer por falta de decisão política quanto ao futuro".
"Pouco depois de ter tomado posse, o actual ministro das Obras Públicas disse não concordar com o modelo definido pelo anterior executivo" para esta entidade e, "mais de seis meses depois (...) a Autoridade continua paralisada, com gravíssimos prejuízos para a mobilidade e o ambiente da Área Metropolitana de Lisboa", sustenta o deputado democrata-cristão, no requerimento.
António Carlos Monteiro questiona o ministro sobre "que modelo institucional e de competências reais, qual o modelo de financiamento previsto e quando é que o Governo prevê que a Autoridade Metropolitana de Transportes esteja efectivamente a funcionar, sem mais adiamentos".»
05/12/05
Eu, que já não conheci Adelino Amaro da Costa
(...) Muito obrigado pela tua alegria
pelo teu entusiasmo, pela tua fé.
Morreste mas não desapareceste.
Nós estamos contigo
e sabemos que estás connosco
para continuarmos a lutar
para conseguirmos vencer.
Um dia nos abraçaremos de novo
e nesse dia verás que
não esquecemos a tua vida
nem traímos a tua morte. (...)
pelo teu entusiasmo, pela tua fé.
Morreste mas não desapareceste.
Nós estamos contigo
e sabemos que estás connosco
para continuarmos a lutar
para conseguirmos vencer.
Um dia nos abraçaremos de novo
e nesse dia verás que
não esquecemos a tua vida
nem traímos a tua morte. (...)
Amaro da Costa - A lição que me deu.
Tinha eu uns 10 anos quando tive o privilégio de conhecer e conviver algumas vezes com Adelino Amaro da Costa.
Estive várias vezes com ele no Caldas, Amaro da Costa estava lá quase sempre, tinha para todos um gesto de simpatia , a sua alegria de viver era contagiante, ele era a alma do CDS.
No entanto guardo na memória um celebre Verão, entre 77 e 79, não sei precisar, em que muitas vezes o encontrava na praia.
Nesse época, na praia do Guincho, era comum verem-se muitas figuras políticas de direita, entre elas estavam quase sempre, Freitas do Amaral, Almeida Mendes, Balsemão e Amaro da Costa que pese o facto de não ter filhos, era de longe o que mais brincava connosco e por isso aquele com que nós (miúdos), mais simpatizávamos.
Certos dias havia em que aparecia naquela praia uma figura sinistra e horrenda que se chamava Vasco Gonçalves, figura essa que em tom provatório fazia questão de se instalar com os seus pertences junto de nós.
Lembro-me como se fosse hoje, quando essa figura chegava à praia nós (miúdos) organizamo-nos em bandos, éramos muitos (20 ou 30) e sentávamo-nos à sua volta a provoca-lo e a cantar musicas anti-comunistas. A curta distancia estavam os nossos pais e os "tais" políticos conhecidos, enquanto uns diziam para estarmos calados e para não fazermos isso (os tempos eram conturbados), Avelino Amaro da Costa era o único que sorria e dizia para não termos medo.
É um a história simples, mas que demonstrou para mim e para vários dos meus amigos, naquela idade, a forma como se devia enfrentar os adversários:
sem medo e de peito cheio.
Mas foi essa coragem que o matou, estava a ir até ao fim num processo muito complicado, não lhe perdoaram e mataram-no. Com ele foi a sua mulher (estava grávida), os restantes passageiros e tripulantes daquela avioneta, onde se incluía outro grande homem, Francisco Sá Carneiro.
Miguel Xara Brasil
Estive várias vezes com ele no Caldas, Amaro da Costa estava lá quase sempre, tinha para todos um gesto de simpatia , a sua alegria de viver era contagiante, ele era a alma do CDS.
No entanto guardo na memória um celebre Verão, entre 77 e 79, não sei precisar, em que muitas vezes o encontrava na praia.
Nesse época, na praia do Guincho, era comum verem-se muitas figuras políticas de direita, entre elas estavam quase sempre, Freitas do Amaral, Almeida Mendes, Balsemão e Amaro da Costa que pese o facto de não ter filhos, era de longe o que mais brincava connosco e por isso aquele com que nós (miúdos), mais simpatizávamos.
Certos dias havia em que aparecia naquela praia uma figura sinistra e horrenda que se chamava Vasco Gonçalves, figura essa que em tom provatório fazia questão de se instalar com os seus pertences junto de nós.
Lembro-me como se fosse hoje, quando essa figura chegava à praia nós (miúdos) organizamo-nos em bandos, éramos muitos (20 ou 30) e sentávamo-nos à sua volta a provoca-lo e a cantar musicas anti-comunistas. A curta distancia estavam os nossos pais e os "tais" políticos conhecidos, enquanto uns diziam para estarmos calados e para não fazermos isso (os tempos eram conturbados), Avelino Amaro da Costa era o único que sorria e dizia para não termos medo.
É um a história simples, mas que demonstrou para mim e para vários dos meus amigos, naquela idade, a forma como se devia enfrentar os adversários:
sem medo e de peito cheio.
Mas foi essa coragem que o matou, estava a ir até ao fim num processo muito complicado, não lhe perdoaram e mataram-no. Com ele foi a sua mulher (estava grávida), os restantes passageiros e tripulantes daquela avioneta, onde se incluía outro grande homem, Francisco Sá Carneiro.
Miguel Xara Brasil
29/11/05
Blogue "Odivelas popular"
Encontra-se disponível, desde o passado dia 9 de Novembro, o blogue Odivelas popular.
Este blogue - refira-se que é o único activo e regular sobre Odivelas - pretende ser um «espaço de discussão de ideias para mudar Odivelas» e assume-se como "um blogue à Direita". Segundo o autor,
«as questões ideológicas, sendo importantes, deixam cada vez mais de ser a motivação das pessoas para
o exercício das opções pessoais e eleitorais. Por isso, hoje em dia, já não faz sentido dividir a sociedade (portuguesa) em esquerda e direita. No entanto, tal divisão persiste.
Por isso, e para que se possa perceber mais claramente as opções políticas perfilhadas, este blogue arruma-se ao que se convencionou chamar "direita". Sem quaisquer complexos. Não um centro-direita, mas uma direita, acional, popular e democrática.
O blogue previligiará as saudáveis discussões de ideias no concelho. Tomará as opções que entender melhor se ajustem, no seu entender, às populações a que se dirigem, sem atender a modas políticas ou populismos demagógicos.
Encontra-se neste momento a decorrer uma votação sobre "o meio de comunicação social em que mais confia[m os odivelenses] para conhecer e obter melhor informação sobre o local em que residem".
Visitem-no e comentem-no, e, se assim o entenderem coloquem-no entre os favoritos. Odivelas agradece.
Este blogue - refira-se que é o único activo e regular sobre Odivelas - pretende ser um «espaço de discussão de ideias para mudar Odivelas» e assume-se como "um blogue à Direita". Segundo o autor,
«as questões ideológicas, sendo importantes, deixam cada vez mais de ser a motivação das pessoas para
o exercício das opções pessoais e eleitorais. Por isso, hoje em dia, já não faz sentido dividir a sociedade (portuguesa) em esquerda e direita. No entanto, tal divisão persiste.
Por isso, e para que se possa perceber mais claramente as opções políticas perfilhadas, este blogue arruma-se ao que se convencionou chamar "direita". Sem quaisquer complexos. Não um centro-direita, mas uma direita, acional, popular e democrática.
O blogue previligiará as saudáveis discussões de ideias no concelho. Tomará as opções que entender melhor se ajustem, no seu entender, às populações a que se dirigem, sem atender a modas políticas ou populismos demagógicos.
Encontra-se neste momento a decorrer uma votação sobre "o meio de comunicação social em que mais confia[m os odivelenses] para conhecer e obter melhor informação sobre o local em que residem".
Visitem-no e comentem-no, e, se assim o entenderem coloquem-no entre os favoritos. Odivelas agradece.
M José Nogueira Pinto Associada de Honra da APAV
A APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), vai decidir a "Atribuição da qualidade de Associada Honorária à Exma. Senhora Dra. Maria José Nogueira Pinto".De facto, tal proposta consta da Ordem de Trabalhos da Assembleia Geral Extraordinária, convocada para o próximo dia 15/12, pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Armando Leandro.
28/11/05
CDS/PP quer reactivar a estrutura de autarcas
Artigo do jornalista João Fonseca, no Diário de Notícias, na edição de 28/11:José Ribeiro e Castro quer reactivar a estrutura de eleitos locais do partido - Associação Nacional de Autarcas Populares -, embora sem a autonomia partidária (como sucede, por exemplo, com os jovens e com os sindicalistas) com que foi criada, sob a liderança de Paulo Portas.
O facto dos eleitos locais centristas terem conquistado os respectivos lugares em coligações com o PSD (o seu único presidente de Câmara Municipal é Daniel Campelo, em Ponte de Lima) dificulta a sua afirmação e a reactivação da associação - que pode, inclusivamente, adoptar outra designação - visa contribuir para lhe dar outra força e visibilidade.
A afirmação dos autarcas centristas, que pode, desde já, passar designadamente pela assunção de posições diversas das dos sociais- -democratas em relação a matérias como as do Imposto Municipal de Imóveis, que o PSD admite aumentar em várias concelhos que lidera, será uma das matérias em que o CDS marcará a diferença em relação ao seu parceiro de coligação, votando contra qualquer agravamento.
A frequente fuga de eleitos locais do CDS para o PSD é outra das matérias que preocupa Ribeiro e Castro, que quer estancar a sangria, ou pelo menos atenuá-la, com o reforço da identidade dos centristas com assento nas autarquias. Este fenómeno é, aliás, um dos aspectos que o líder do CDS/PP está a sublinhar nas reuniões que tem vindo a fazer com autarcas do seu partido - ontem reuniu-se em Setúbal e Guarda, e na sexta-feira deslocou-se a Viseu e Paredes (Porto).
A apresentação de uma proposta alternativa aos projectos de lei eleitoral para os órgão das autarquias locais do PSD e do PS está igualmente a ser equacionada pelos dirigentes centristas, contrários a executivos monocolores (de um só partido), que penalizam os partidos minoritários, que assim reduzirão fortemente a sua representação nas câmaras. Este assunto deve começar a ser debatido no Parlamento no início de 2006.
26/11/05
O CDS/PP quer evocar o 25/Nov na AR

«Temos uma democracia e um Estado de direito consolidados, o que em muito se deve ao 25 de Novembro», justificou à Lusa o vice-presidente do grupo parlamentar do CDS Pedro Mota Soares.
No ano em que passam 30 anos sobre este movimento militar que ditou o fim da revolução, o CDS considera «fundamental que o Parlamento possa realizar esta cerimónia evocativa todos os anos».
Ver o artigo completo no "Diário Digital".
25/11/05
P.S. Odivelas – A máquina começou a funcionar.
Susana Amador saneou os seus camaradas de partido Albino Rodrigues da Silva da Odivelgest e Sandra Costa da Odivelcultur.
Quanto à Odivelcultur, dado a forma desastrosa como tem vindo a ser gerida, esta mexida não nos surpreende e até era previsível; agora, no que toca à Odivelgest, o saneamento de Albino Rodrigues não nos parece mais do que o resultado de guerras internas dentro do P.S. as quais já se conhecem há muito tempo.
Vejamos:
1º) Albino Rodrigues é presidente da Odivelgest desde 2003 e desde então os resultados, embora não sejam positivos, têm tido uma evolução favorável, como se pode constatar. Em 2002 a empresa tinha 243.000 Euros de resultados negativos; em 2003 – 128.000 Euros negativos; em 2004 – 124.000 Euros negativos e até Outubro de 2005 tem 53.000 Euros negativos.
2º) A própria presidente da Câmara Municipal (S.A.) propôs um Voto de Louvor que foi aprovado por unanimidade.
3º) Para o seu lugar entrou Mário Máximo, o qual, contra as expectativas socialistas, não conseguiu ser eleito vereador nas últimas autárquicas.
4º) As declarações prestadas por Albino Rodrigues à imprensa:
“antes da divisão que foi provocada no PS em Odivelas, em Outubro de 2003, fiz uma intervenção onde apelava à união do partido, ...... previ o que aconteceu nestas últimas eleições autárquicas, ou seja, a perda de votos para o PS e o risco de perder a Câmara Municipal. A partir desse dia, a minha sentença estava definida. Porque as pessoas que quiseram partir o partido nunca me perdoaram essa minha intervenção.”
“Só me faz confusão o facto da Susana Amador ter reconhecido que o trabalho desenvolvido por este Conselho de Administração tenha sido excelente. “
“Só estou magoado e ofendido, pelo facto do Conselho de Administração da Odivelgest ter sido despedido pelos órgãos de comunicação social.”
”Não nomeio nomes, mas cada um vê se a carapuça lhe serve.”
“O que interessa é que se tem de pagar uma factura e nessa factura há alguém na lista para a cobrar.”
“ Há pessoas que se não estiverem debaixo do chapéu de chuva do Partido Socialista não têm trabalho.”
Assim, constatando o Voto de Louvor proposto por Susana Amador, onde se podem ler os mais rasgados elogios à pessoa em questão, o facto de ela ter classificado de excelente, o trabalho de Armindo Rodrigues e ainda o facto deste ter tido conhecimento do seu saneamento pelos Órgãos de Comunicação Social, ficam as duvidas:
1ª) Quem é que manada na Câmara, a Presidente ou o Vice;
2ª) Porque é que este homem, que recebeu por unanimidade, tão grande louvor foi saneado;
3ª) Quanto é que estas lutas internas do PS vão custar à Câmara e a todos nós.
Quanto à Odivelcultur, dado a forma desastrosa como tem vindo a ser gerida, esta mexida não nos surpreende e até era previsível; agora, no que toca à Odivelgest, o saneamento de Albino Rodrigues não nos parece mais do que o resultado de guerras internas dentro do P.S. as quais já se conhecem há muito tempo.
Vejamos:
1º) Albino Rodrigues é presidente da Odivelgest desde 2003 e desde então os resultados, embora não sejam positivos, têm tido uma evolução favorável, como se pode constatar. Em 2002 a empresa tinha 243.000 Euros de resultados negativos; em 2003 – 128.000 Euros negativos; em 2004 – 124.000 Euros negativos e até Outubro de 2005 tem 53.000 Euros negativos.
2º) A própria presidente da Câmara Municipal (S.A.) propôs um Voto de Louvor que foi aprovado por unanimidade.
3º) Para o seu lugar entrou Mário Máximo, o qual, contra as expectativas socialistas, não conseguiu ser eleito vereador nas últimas autárquicas.
4º) As declarações prestadas por Albino Rodrigues à imprensa:
“antes da divisão que foi provocada no PS em Odivelas, em Outubro de 2003, fiz uma intervenção onde apelava à união do partido, ...... previ o que aconteceu nestas últimas eleições autárquicas, ou seja, a perda de votos para o PS e o risco de perder a Câmara Municipal. A partir desse dia, a minha sentença estava definida. Porque as pessoas que quiseram partir o partido nunca me perdoaram essa minha intervenção.”
“Só me faz confusão o facto da Susana Amador ter reconhecido que o trabalho desenvolvido por este Conselho de Administração tenha sido excelente. “
“Só estou magoado e ofendido, pelo facto do Conselho de Administração da Odivelgest ter sido despedido pelos órgãos de comunicação social.”
”Não nomeio nomes, mas cada um vê se a carapuça lhe serve.”
“O que interessa é que se tem de pagar uma factura e nessa factura há alguém na lista para a cobrar.”
“ Há pessoas que se não estiverem debaixo do chapéu de chuva do Partido Socialista não têm trabalho.”
Assim, constatando o Voto de Louvor proposto por Susana Amador, onde se podem ler os mais rasgados elogios à pessoa em questão, o facto de ela ter classificado de excelente, o trabalho de Armindo Rodrigues e ainda o facto deste ter tido conhecimento do seu saneamento pelos Órgãos de Comunicação Social, ficam as duvidas:
1ª) Quem é que manada na Câmara, a Presidente ou o Vice;
2ª) Porque é que este homem, que recebeu por unanimidade, tão grande louvor foi saneado;
3ª) Quanto é que estas lutas internas do PS vão custar à Câmara e a todos nós.
Nota 1: Armindo Rodrigues é militante do P.S. desde 1976
Nota 2: Será que o novo cartaz do PS que está espalhado pelo concelho diz “Já estamos a trabalhar para si” quando devia dizer, já estamos a trabalhar para nós, ou então, um outro, assinado pela população a dizer , já estamos outra vez a trabalhar e a pagar para vocês (P.S.).
Voto de Louvor
Voto de Louvor ao Conselho de Administração Cessante
da Odivelgest - Gestão de Equipamentos, E.M.
da Odivelgest - Gestão de Equipamentos, E.M.
Com a tomada de posse do novo Executivo desta Câmara Municipal, inicia-se um novo ciclo na vida institucional do nosso jovem Concelho que passa pela renovação dos órgãos sociais das suas empresas municipais.
Uma palavra, pois, de reconhecimento pelo inexcedível empenhamento pessoal, competência e dignidade com que o cessante Conselho de Administração da "Odivelgest", na pessoa do seu Presidente Sr. Albino Rodrigues da Silva e dos seus Vogais Drª Vanessa Porto e Sr. Rui Francisco, conduziu os desígnios desta empresa na prossecução dos objectivos traçados e no interesse dos odivelenses.
Uma palavra, pois, de reconhecimento pelo inexcedível empenhamento pessoal, competência e dignidade com que o cessante Conselho de Administração da "Odivelgest", na pessoa do seu Presidente Sr. Albino Rodrigues da Silva e dos seus Vogais Drª Vanessa Porto e Sr. Rui Francisco, conduziu os desígnios desta empresa na prossecução dos objectivos traçados e no interesse dos odivelenses.
Odivelas, 23 de Novembro de 2005
A Presidente da Câmara Municipal de Odivelas
(Susana de Carvalho Amador)
23/11/05
" O CDS/PP está cada vez mais dividido entre o grupo parlamentar e a direcção liderada por Ribeiro e Castro. A tal ponto que as repetidas divergências entre deputados e estrutura dirigente já se transformaram num conflito aberto, marcado por sucessivas críticas mútuas.
O último episódio prendeu-se com as declarações de José Paulo Carvalho, porta-voz e membro da direcção do partido, que causaram ontem enorme contestação entre o grupo parlamentar. Com os deputados a exigirem explicações ao dirigente centrista, José Paulo Carvalho enviou um "esclarecimento" ao DN, afirmando que "mantém, e julga que nisso todos concordarão, que a 'dessintonia' entre grupo parlamentar e Direcção é prejudicial ao Partido; o esforço por melhorar a coordenação é de todos, e está certo que todos os dirigentes do partido e do grupo parlamentar estão empenhados nesse objectivo".
Nuno Melo, líder parlamentar do CDS, considerou assim resolvidas "declarações que poderiam ser consideradas depreciativas". Isto "na medida em que todos concordamos que direcção e grupo parlamentar devem fazer um esforço no sentido da coordenação", afirmou ao DN, apontando este esclarecimento como "um exemplo da coordenação que todos defendem".
Bancada 'versus' direcção. Quando assumiu a liderança do CDS/PP, no congresso realizado no passado mês de Abril, José Ribeiro e Castro "herdou" uma bancada parlamentar formada sob a direcção de Paulo Portas. E que reúne alguns dos nomes que mais de perto trabalharam com o ex-líder do CDS. Não por acaso, todos estiveram ao lado de Telmo Correia, o candidato derrotado no congresso de Abril. E, desde então, têm protagonizado grande parte das críticas à direcção do CDS - primeiro foram as eleições directas, depois a questão das presidenciais e a leitura sobre os resultados das autárquicas.
As divergências estendem-se das questões de estratégia a posições de princípio - uma clivagem que ficou expressa há cerca de duas semanas, quando deputados e direcção se dividiram quanto à aceitação do uso de embriões (inviáveis) para investigação científica. Uma matéria que levou até Paulo Portas a quebrar o silêncio público que tem mantido.
Com repetidos conflitos e em crescendo de tom, a bancada parlamentar é hoje identificada, no CDS, como o grande foco de oposição interna. Uma designação em que cabem nada menos que dez dos doze deputados do partido. A excepção vai para Miguel Anacoreta Correia que, a par de deputado, é também vice-presidente do CDS. E para Diogo Feio, que tendo sido já deputado durante o consulado de Paulo Portas, integra actualmente a comissão política do partido, e tem mantido silêncio no fogo cruzado entre as duas partes.
De um lado e de outro da contenda, e face à escalada de críticas que tem marcado a vida interna do CDS - e embora direcção e deputados já apontem a necessidade de tréguas - é voz comum que o diferendo só terá fim com nova disputa da liderança. A repetir o mesmo cenário de um lado, Ribeiro e Castro, do outro um deputado, muito provavelmente Pires de Lima."
in Diário de Noticias 23 de Novembro de 2005
O último episódio prendeu-se com as declarações de José Paulo Carvalho, porta-voz e membro da direcção do partido, que causaram ontem enorme contestação entre o grupo parlamentar. Com os deputados a exigirem explicações ao dirigente centrista, José Paulo Carvalho enviou um "esclarecimento" ao DN, afirmando que "mantém, e julga que nisso todos concordarão, que a 'dessintonia' entre grupo parlamentar e Direcção é prejudicial ao Partido; o esforço por melhorar a coordenação é de todos, e está certo que todos os dirigentes do partido e do grupo parlamentar estão empenhados nesse objectivo".
Nuno Melo, líder parlamentar do CDS, considerou assim resolvidas "declarações que poderiam ser consideradas depreciativas". Isto "na medida em que todos concordamos que direcção e grupo parlamentar devem fazer um esforço no sentido da coordenação", afirmou ao DN, apontando este esclarecimento como "um exemplo da coordenação que todos defendem".
Bancada 'versus' direcção. Quando assumiu a liderança do CDS/PP, no congresso realizado no passado mês de Abril, José Ribeiro e Castro "herdou" uma bancada parlamentar formada sob a direcção de Paulo Portas. E que reúne alguns dos nomes que mais de perto trabalharam com o ex-líder do CDS. Não por acaso, todos estiveram ao lado de Telmo Correia, o candidato derrotado no congresso de Abril. E, desde então, têm protagonizado grande parte das críticas à direcção do CDS - primeiro foram as eleições directas, depois a questão das presidenciais e a leitura sobre os resultados das autárquicas.
As divergências estendem-se das questões de estratégia a posições de princípio - uma clivagem que ficou expressa há cerca de duas semanas, quando deputados e direcção se dividiram quanto à aceitação do uso de embriões (inviáveis) para investigação científica. Uma matéria que levou até Paulo Portas a quebrar o silêncio público que tem mantido.
Com repetidos conflitos e em crescendo de tom, a bancada parlamentar é hoje identificada, no CDS, como o grande foco de oposição interna. Uma designação em que cabem nada menos que dez dos doze deputados do partido. A excepção vai para Miguel Anacoreta Correia que, a par de deputado, é também vice-presidente do CDS. E para Diogo Feio, que tendo sido já deputado durante o consulado de Paulo Portas, integra actualmente a comissão política do partido, e tem mantido silêncio no fogo cruzado entre as duas partes.
De um lado e de outro da contenda, e face à escalada de críticas que tem marcado a vida interna do CDS - e embora direcção e deputados já apontem a necessidade de tréguas - é voz comum que o diferendo só terá fim com nova disputa da liderança. A repetir o mesmo cenário de um lado, Ribeiro e Castro, do outro um deputado, muito provavelmente Pires de Lima."
in Diário de Noticias 23 de Novembro de 2005
21/11/05
Este, parece que aproveita bem. He! He! He!

1986
11 a 13 de Maio - Grã-Bretanha
06 a 09 de Julho - França
12 a 14 de Setembro - Espanha
17 a 25 de Outubro - Grã-Bretanha e França
28 de Outubro - Moçambique
05 a 08 de Dezembro - São Tomé e Príncipe
08 a 11 de Dezembro - Cabo Verde
1987
15 a 18 de Janeiro - Espanha
24 de Março a 05 de Abril - Brasil
16 a 26 de Maio - Estados Unidos
13 a 16 de Junho - França e Suíça
16 a 20 de Outubro - França
22 a 29 de Novembro - Rússia
14 a 19 de Dezembro - Espanha
1988
18 a 23 de Abril - Alemanha
16 a 18 de Maio - Luxemburgo
18 a 21 de Maio - Suíça
31 de Maio a 05 de Junho - Filipinas
05 a 08 de Junho - Estados Unidos
08 a 13 de Agosto - Equador
13 a 15 de Outubro - Alemanha
15 a 18 de Outubro - Itália
05 a 10 de Novembro - França
12 a 17 de Dezembro - Grécia
1989
19 a 21 de Janeiro - Alemanha
31 de Janeiro a 05 de Fevereiro - Venezuela
21 a 27 de Fevereiro - Japão
27 de Fevereiro a 05 de Março - Hong-Kong e Macau
05 a 12 de Março - Itália
24 de Junho a 02 de Julho - Estados Unidos
12 a 16 de Julho - Estados Unidos
17 a 19 de Julho - Espanha
27 de Setembro a 02 de Outubro - Hungria
02 a 04 de Outubro - Holanda
16 a 24 de Outubro - França
20 a 24 de Novembro - Guiné-Bissau
24 a 26 de Novembro - Costa do Marfim
26 a 30 de Novembro - Zaire
27 a 30 de Dezembro - República Checa
1990
15 a 20 de Fevereiro - Itália
10 a 21 de Março - Chile e Brasil
26 a 29 de Abril - Itália
05 a 06 de Maio - Espanha
15 a 20 de Maio - Marrocos
09 a 11 de Outubro - Suécia
27 a 28 de Outubro - Espanha
11 a 12 de Novembro - Japão
1991
29 a 31 de Janeiro - Noruega
21 a 23 de Março - Cabo Verde
02 a 04 de Abril - São Tomé e Príncipe
05 a 09 de Abril - Itália
17 a 23 de Maio - Rússia
08 a 11 de Julho - Espanha
16 a 23 de Julho - México
27 de Agosto a 01 de Setembro - Espanha
14 a 19 de Setembro - França e Bélgica
08 a 10 de Outubro - Bélgica
22 a 24 de Novembro - França
08 a 12 de Dezembro - Bélgica e França
1992
10 a 14 de Janeiro - Estados Unidos
23 de Janeiro a 04 de Fevereiro - India
09 a 11 de Março - França
13 a 14 de Março - Espanha
25 a 29 de Abril - Espanha
04 a 06 de Maio - Suíça
06 a 09 de Maio - Dinamarca
26 a 28de Maio - Alemanha
30 a 31 de Maio - Espanha
01 a 07 de Junho - Brasil
11 a 13 de Junho - Espanha
13 a 15 de Junho - Alemanha
19 a 21 de Junho - Itália
14 a 16 de Outubro - França
16 a 19 de Outubro - Alemanha
19 a 21 de Outubro - Áustria
21 a 27 de Outubro - Turquia
01 a 03 de Novembro - Espanha
17 a 19 de Novembro - França
26 a 28 de Novembro - Espanha
13 a 16 de Dezembro - França
1993
17 a 21 de Fevereiro - França
14 a 16 de Março - Bélgica
06 a 07 de Abril - Espanha
18 a 20 de Abril - Alemanha
21 a 23 de Abril - Estados Unidos
27 de Abril a 02 de Maio - Grã-Bretanha e Escócia
14 a 16 de Maio - Espanha
17 a 19 de Maio - França
22 a 23 de Maio - Espanha
01 a 04 de Junho - Irlanda
04 a 06 de Junho - Islândia
05 a 06 de Julho - Espanha
09 a 14 de Julho - Chile
14 a 21 de Julho - Brasil
24 a 26 de Julho - Espanha
06 a 07 de Agosto - Bélgica
07 a 08 de Setembro - Espanha
14 a 17 de de Outubro - Coreia do Norte
18 a 27 de Outubro - Japão
28 a 31 de Outubro - Hong-Kong e Macau
1994
02 a 05 de Fevereiro - França
27 de Fevereiro a 03 de Março - Espanha (incluindo Canárias)
18 a 26 de Março - Brasil
08 a 12 de Maio - África do Sul (Tomada de posse de Mandela)
22 a 27 de Maio - Itália
27 a 31 de Maio - África do Sul
06 a 07 de Junho - Espanha
12 a 20 de Junho - Colômbia
05 a 06 de Julho - França
10 a 13 de Setembro - Itália
13 a 16 de Setembro - Bulgária
16 a 18 de Setembro - - França
28 a 30 de Setembro - Guiné-Bissau
09 a 11 de Outubro - Malta
11 a 16 de Outubro - Egipto
17 a 18 de Outubro - Letónia
18 a 20 de Outubro - Polónia
09 a 10 de Novembro - Grã-Bretanha
15 a 17 de Novembro - República Checa
17 a 19 de Novembro - Suíça
27 a 28 de Novembro - Marrocos
07 a 12 de Dezembro - Moçambique
30 de Dezembro a 09 de Janeiro 1995 - Brasil
1995
31 de Janeiro a 02 de Fevereiro - França
12 a 13 de Fevereiro - Espanha
07 a 08 de Março - Tunísia
06 a 10 de Abril - Macau
10 a 17 de Abril - China
17 a 19 de Abril - Paquistão
07 a 09 de Maio - França
21 de Setembro - Espanha
23 a 28 de Setembro - Turquia
14 a 19 de Outubro - Argentina e Uruguai
20 a 23 de Outubro - Estados Unidos
27 de Outubro - Espanha
31 de Outubro a 04 de Novembro - Israel
04 e 05 de Novembro Faixa de Gaza e Cisjordânia
05 e 06 de Novembro - Cidade de Jerusalém
15 a 16 de Novembro - França
17 a 24 de Novembro - África do Sul
24 a 28 de Novembro - Ilhas Seychelles
04 a 05 de Dezembro - Costa do Marfim
06 a 10 de Dezembro - Macau
11 a 16 de Dezembro - Japão
1996
08 a 11 de Janeiro - Angola
(acabou-se o tacho)
18/11/05
CDS sublinha "orgulho" nos militares portugueses.
O líder do CDS-PP, Ribeiro e Castro, manifestou hoje o seu pesar pela morte de um militar português no Afeganistão e renovou a sua "homenagem e orgulho" nos militares e Forças Armadas.
"Quero renovar a homenagem do CDS a todos os militares portugueses, às Forças Armadas em geral que são muito maltratados e incompreendidos em Portugal" , afirmou Ribeiro e Castro, à margem de uma audiência com o Procurador-Geral da República.
Para o líder do CDS, "os militares que representam Portugal no estrange iro, em missões de alto risco, devem ser motivo de orgulho de todos os portugueses".
( Notícia Lusa 2005-11-18)
"Quero renovar a homenagem do CDS a todos os militares portugueses, às Forças Armadas em geral que são muito maltratados e incompreendidos em Portugal" , afirmou Ribeiro e Castro, à margem de uma audiência com o Procurador-Geral da República.
Para o líder do CDS, "os militares que representam Portugal no estrange iro, em missões de alto risco, devem ser motivo de orgulho de todos os portugueses".
( Notícia Lusa 2005-11-18)
17/11/05
Um milagre da medicina ou da vida?

No início de Novembro de 1999 o bebé Samuel Armas de 21 semanas de gestação foi operado dentro do útero da mãe pois sofria de espinha bífida. A operação foi realizada na Universidade de Vanderbilt em Nashville, Tenessee, EUA pelo Dr. Joseph Bruner. Em determinado momento o Samuel deitou a mão de fora do útero e agarrou o dedo do médico...
Aborto, mais excepções sim ou não?
Para uma reflexão sobre este tema penso que é essencial saber o que é que se pretende alterar na lei (Lei n. 6/84 de 11 de Maio), assim temos: 1º - saber em que casos é que uma mulher pode recorrer neste momento, perante a lei actual, à Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG);
2º - saber o que é que o projecto de lei apresentado pelo grupo parlamentar do PS pretende alterar.
O que a lei actual já prevê, é que se possa proceder IVG nas 3 seguintes situações:
a) Por motivos terapêuticos relacionados coma saúde da mãe: Até às 12 semanas ou a todo o tempo no caso de perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida;
b) Até às 24 semanas ou a todo o tempo no caso de fetos inviáveis;
c) Na sequência de violação até ás 16 semanas.
O que o Grupo Parlamentar do PS se propõe alterar:
a) IVG a pedido da mulher e após uma consulta num Centro de Acolhimento Familiar, nas primeiras dez semanas de gravidez, para preservação da sua integridade moral, dignidade social ou maternidade consciente;
b) caso se mostre indicada para evitar perigo de morte ou grave e duradoura lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica, da mulher grávida, designadamente por razões de natureza económica ou social, e for realizada nas primeiras 16 semanas de gravidez;
Resumindo, o referendo de que tanto se fala pretende por um lado aumentar o período de tempo das 12 para as 16 semanas no caso de situações relacionadas com a saúde da mãe, quando na lei actual já o prevê ao dizer “...ou a todo o tempo..” e por outro lado autorizar a IVG até ás 10 semanas, bastando para isso uma solicitação escrita da mulher.
Feita esta introdução, a qual só por si penso pode ser esclarecedora para muita gente (eu por exemplo para escrever este artigo tive que ir procurar informação a muitos lados), vou abordar aquilo que para mim está no centro da questão, sabendo que não sou possuidor da verdade absoluta em nenhum assunto, mas poderei contribuir para reflexão sobre este assunto.
Em primeiro concordo com uma frase do Papa João Paulo II e que coloco aqui para vossa reflexão :
“a legalização do aborto, não é senão a autorização dada aos adultos de tirar a vida a um ser humano que não se pode defender, antes de ele ver a luz do dia”. (João Paulo II, Pag. 518 – 2ª Edição –Biografia feita por Bernard Lecomte).
Partindo deste raciocínio (um bebé na barriga da mãe tem vida) o qual partilho e porque já estão actualmente salvaguardadas três situações, as quais nesses casos deixa ás mães a possibilidade de optar, sou da opinião que liberalizar indiscriminadamente o aborto até ás 10 semanas é um crime grosseiro, cometido não só pela mãe, como e sobretudo por todos nós.
Ora bem, partindo do momento que o bebé está na “barriga” da mãe tem vida. Outra questão muito falada e que se tem levantado é, a partir de quando é que se considera vida, se é desde que é concebido, se é ás 9, ás 10, ás 12, ás 16 semanas, etc., etc..
Para mim a vida começa no momento em que o bebé é concebido, sei que há opiniões diferentes, mas duvido que alguém diga com a mais profunda das convicções que ali não há uma vida, no mínimo penso que as pessoas que não pensam como eu, têm algumas duvidas sobre este ponto. Assim levanto esta suposição:
Se alguém que tiver que demolir um edifício por implusão e se tiver duvidas que está alguém lá dentro, dá a ordem para demolir, ou não?
Chegado aqui, depois de ter focado a questão da vida do bebé, certamente muitos de vós já estão a perguntar, e a mãe, e a mulher?
Antes de tocar nesse ponto, aliás importantíssimo, ainda por causa da vida e a forma como tem sido posta em causa, tenho tentado estar ainda mais atento ás pessoas e pergunto-me será que há alguém que esteja arrependido de ter nascido?; se sim, quantas?. Nesta observação que tenho tentado fazer não me pareceu ver muita gente nessa situação, aliás penso, que caso não fosse assim teríamos em Portugal uma taxa de suicídio muito maior. Tentei também perceber, embora sem lhes perguntar directamente, porque pode ser delicado para eles, como encaram a vida algumas pessoas que conheço, as quais sei foram adoptadas e aí também me parece que são pessoas que vivem felizes e que têm um grande amor à vida. Isto também ajuda para a reflexão sobre este tema.
Quanto ao problema das mulheres perante gravidezes indesejadas e a IVG.
Tirando as 3 situações em que já é possível recorrer à IVG, há os casos das mulheres que por “azar”, falta de cuidado e/ou de informação engravidam e para os quais todos e a sociedade em geral deve estar sensibilizada. Dentro destes casos há ainda sub-casos que pelos embaraços e dificuldades que provocam merecem “atenção especial”, como por exemplo o caso das adolescentes; o caso das mulheres e/ou famílias que têm dificuldades económicas e ou conjugais.
As questões que se levantam são:
- Será que as Mulheres no caso de engravidarem involuntariamente, por descuido ou não, poderão recorrer à IVG sem que sejam responsabilizadas;
- Será que as Mulheres que reincidam várias vezes nestas “gravidezes indesejadas”, poderão recorrer à IVG sem que sejam responsabilizadas;
Como certamente já perceberam a minha opinião é não, porque para mim é tirar a possibilidade a um ser humano de ver a luz do dia, de nascer e de viver.
Ao ter esta posição e opinião, não pensem que não me preocupo com a situação das mulheres, sobretudo daquelas que vivem com maiores dificuldades, porque me preocupo e muito. Mais, para além de me preocupar com elas, também me preocupo com o apoio que tem que ser dado aos filhos que elas têm.
Mas nestes pontos o Estado tem que intervir de uma forma positiva, incentivando-as a ter os seus filhos, a apoiá-las durante a gravidez e depois, ajudando-as na educação dos mesmos.
O Estado não pode andar, como anda, à procura de formas (clinicas estrangeiras) para IVG em vez de procurar meios de ajudar as mulheres a terem e a educarem as suas crianças.
Há muitas formas de ajudarem, incentivarem e apoiarem estas mulheres, é uma questão de vontade e determinação.
Caso estas mulheres, em última análise e só em última análise, não quiserem ficar a educar as crianças, poderão sempre entregá-las para adopção, pois há muita gente a querer adoptá-las.
Para mim é preferível entregar uma criança para adopção, do que não lhe dar a oportunidade de ver a luz do dia, de nascer, de viver e de ser feliz. Como em cima referi, conheço algumas pessoas que foram adoptadas e hoje em dia vivem felizes e contentes.
Ao falar da adopção sei que se levanta um outro problema/dilema, é que as mulheres preferem a solução da IVG, ou seja, não dar aos bebés a oportunidade de nascer, do que ter a criança e oferece-las para adopção, não será esta uma atitude muito egoísta?
Com esta questão, a qual dá para reflectir, termino aqui esta coluna de opinião e volto muito em breve a este tema, para desenvolver pelo menos mais 3 pontos, os quais eu julgo essenciais sobre este assunto:
1 – A forma como o Estado pode ajudar a que não hajam Mulheres a querer recorrer à IVG.,
2 – O problema da adopção em Portugal;
3 – O papel do pai nesta situação.
Miguel Xara Brasil
João Paulo II sobre o aborto
“a legalização do aborto, não é senão a autorização dada aos adultos de tirar a vida a um ser humano que não se pode defender, antes de ele ver a luz do dia”
Madre Teresa de Calcutá sobre o aborto.
"Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto."
Discurso da Madre Teresa no "National Prayer Breakfast", Washington, D.C., 3 de Fevereiro de 1994
Discurso da Madre Teresa no "National Prayer Breakfast", Washington, D.C., 3 de Fevereiro de 1994
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