15/11/05
Pílula do dia seguinte grátis a partir de Dezembro.

Grande medida esta!
A partir de Dezembro, todos os hospitais e centros de saúde vão fornecer gratuitamente pílulas do dia seguinte e preservativos, integrando uma lista de dez produtos essenciais de contracepção aprovada ontem pelo Ministério da Saúde
Ficamos agora à espera de medidas de apoio à natalidade e ás famílias, sobretudo para as mais desfavorecidas.
Adiantamos já alguns exemplos:
- distribuição gratuita de fraldas;
- distribuição gratuita de leites;
- distribuição gratuita de complementos alimentares;
- colocação de um pediatra em cada centro de saúde.
14/11/05
Noites à Direita - António Borges (16 de Nov.)
NOITES À DIREITA
*projecto liberal*
António Borges e Daniel Bessa são os convidados principais de mais uma sessão das Noites à Direita*Projecto Liberal, com a moderação de António Pires de Lima. Uma semana depois da aprovação do Orçamento de Estado para 2006, vamos ouvir quem mais sabe da matéria.
Mas não ficaremos por discussões técnicas, porque o que está em causa são as políticas e o futuro de Portugal. Numa conversa aberta a todos, António Borges e Daniel Bessa serão convidados a debater o que está em causa para o presente e para o futuro económico e político do nosso País: até onde deve ir a intervenção do Estado na Economia, será que o modelo social está totalmente esgotado ou é ainda reformável, como é possível combater o défice e o desemprego, aumentando a produtividade, que reformas e privatizações são essenciais, ou qual é o papel de Portugal numa economia cada vez mais globalizada.
Dia 16 de Novembro, pelas 20h30, na Sociedade de Geografia, junto ao Coliseu de Lisboa.
*projecto liberal*
António Borges e Daniel Bessa são os convidados principais de mais uma sessão das Noites à Direita*Projecto Liberal, com a moderação de António Pires de Lima. Uma semana depois da aprovação do Orçamento de Estado para 2006, vamos ouvir quem mais sabe da matéria.
Mas não ficaremos por discussões técnicas, porque o que está em causa são as políticas e o futuro de Portugal. Numa conversa aberta a todos, António Borges e Daniel Bessa serão convidados a debater o que está em causa para o presente e para o futuro económico e político do nosso País: até onde deve ir a intervenção do Estado na Economia, será que o modelo social está totalmente esgotado ou é ainda reformável, como é possível combater o défice e o desemprego, aumentando a produtividade, que reformas e privatizações são essenciais, ou qual é o papel de Portugal numa economia cada vez mais globalizada.
Dia 16 de Novembro, pelas 20h30, na Sociedade de Geografia, junto ao Coliseu de Lisboa.
No Sábado fui um dos 500.000.
Vi jovens, velhos, crianças e famílias inteiras, todos eles de velas na mão, indiferentes ao frio, à chuva e ao vento, numa grande manifestação de Fé, de reconhecimento e de gratidão.
Há Esperança!
(MXB)
Há Esperança!
(MXB)
11/11/05
Construir um País - Precisa-se de matéria prima para construir um País
Recebi este texto por mail como tendo sido escrito por Eduardo Prado Coelho e publicado no Público, não consegui confirmar esta dupla veracidade, mas como penso que vale a pena lê-lo deixo-o aqui, até porque estou de acordo com muito do que ali está escrito.
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada. Por isso começo a suspeitar que oproblema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou nafarsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país. Porque pertenço a um paísonde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou maisdo que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais. Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios ondese paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL,DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos ... e para eles mesmos. Pertençoa um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiramcomprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda adeclaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.Pertenço a um país onde a falta de pontualidade é um hábito. Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano. Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e depois reclamam do governo por não limpar os esgotos.
Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros. Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é "muito chato ter que ler") e não há consciência nem memória política, histórica nem económica. Onde nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectose leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe médiae beneficiar a alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser "compradas", sem se fazer qualquer exame.Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não dar-lhe o lugar. Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão. Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado. Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eucomo português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas. Não. Não. Não. Já basta. Como "matéria prima" de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa. Esses defeitos, essa "CHICO-ESPERTERTICEPORTUGUESA" congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até converter-se em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente ruim, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não em outra parte...Fico triste. Porque, ainda que Sócrates fosse embora hoje mesmo, o próximo que o suceder terá que continuar trabalhando com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada... Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá. Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, e nem serve Sócrates, nem servirá o que vier. Qual é a alternativa? Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror? Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa "outra coisa" não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados....igualmente abusados! É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidadesde desenvolvimento como Nação, então tudo muda... Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nósque temos que mudar. Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a nos acontecer: desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e francamente tolerantes como fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez. Agora, depois desta mensagem, francamente decidi procurar o responsável, não para castigá-lo, senão para exigir-lhe (sim,exigir-lhe) que melhore seu comportamento e que não se faça demouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISOPROCURÁ-LO EM OUTRO LADO.
E você, o que pensa?.... MEDITE!
O.E. - João Rebelo questionou o Governo sobre o complemento de Reforma dos Antigos Combatentes.
A questão do complemento foi introduzida pelo deputado popular João Rebelo, que quis saber por que motivo os cerca de 100 mil combatentes abrangidos não recebem o referido complemento desde Setembro.
Contundente na resposta, Teixeira dos Santos aproveitou a oportunidade para sublinhar que, além de o fundo não ter sido provisionado - apresentando um "buraco" de sete milhões de euros -, os ex-ministros da Defesa e das Finanças Paulo Portas e Bagão Félix, respectivamente, colocaram o responsável da CGA num "posição embaraçosa", por lhe terem dado instruções para proceder ao pagamento do complemento sem que houvesse cobertura legal para tal. Tudo porque o decreto-lei regulamentar não foi promulgado pelo chefe de Estado. De qualquer forma, o ministro garantiu que o pagamento será efectuado este mês com recurso à Caixa Geral de Aposentações.
A versão de falta de legalidade foi contestada pelo líder da bancada do CDS-PP, Nuno Melo, e pelo ex-secretário de Estado da Defesa, o social-democrata Henrique de Freitas, que acusou Teixeira dos Santos de desrespeito pelos antigos combatentes.
(in Jornal de Noticias 11/11/2005)
Contundente na resposta, Teixeira dos Santos aproveitou a oportunidade para sublinhar que, além de o fundo não ter sido provisionado - apresentando um "buraco" de sete milhões de euros -, os ex-ministros da Defesa e das Finanças Paulo Portas e Bagão Félix, respectivamente, colocaram o responsável da CGA num "posição embaraçosa", por lhe terem dado instruções para proceder ao pagamento do complemento sem que houvesse cobertura legal para tal. Tudo porque o decreto-lei regulamentar não foi promulgado pelo chefe de Estado. De qualquer forma, o ministro garantiu que o pagamento será efectuado este mês com recurso à Caixa Geral de Aposentações.
A versão de falta de legalidade foi contestada pelo líder da bancada do CDS-PP, Nuno Melo, e pelo ex-secretário de Estado da Defesa, o social-democrata Henrique de Freitas, que acusou Teixeira dos Santos de desrespeito pelos antigos combatentes.
(in Jornal de Noticias 11/11/2005)
CDS/PP pede explicações a Souto Moura
Ribeiro e Castro considera que "o Estado de direito está torto" em Portugal, e a causa ontem apontada, em conferência de imprensa, foi o caso Portucale, que há seis meses envolveu os dirigentes do CDS/PP Telmo Correia, Luís Nobre Guedes e Abel Pinheiro.
O líder dos democratas-cristãos fez questão de assinalar os seis meses passados sobre o assunto, lembrando o "espalhafato" que gerou "durante dias" e a "flagrante violação do segredo de justiça", com uma "complexa operação montada com antecedência pela SIC". Para depois constatar que, meio ano passado, Nobre Guedes ainda "não foi sequer ouvido" pelas instâncias judiciais, nem a violação do segredo de justiça punida.
Face a isto, Ribeiro e Castro anunciou que o CDS vai pedir uma audiência ao procurador-geral da República para obter explicações e "accionar os meios processuais para acompanhar os processos que estejam em curso sobre violação do segredo de justiça". E revelou correspondência de Maio entre o CDS e Souto Moura em que este manifesta "desagrado" pela violação do segredo de justiça.
Ribeiro e Castro admitiu ainda abertura para mudar as regras que regem o segredo de justiça, nomeadamente, para que alguém que tenha conhecimento de informações que estejam sob segredo de justiça não possa divulgá-las - o que abrangeria os jornalistas.
(In Diário de Noticias - Online 11/11/2005)
O líder dos democratas-cristãos fez questão de assinalar os seis meses passados sobre o assunto, lembrando o "espalhafato" que gerou "durante dias" e a "flagrante violação do segredo de justiça", com uma "complexa operação montada com antecedência pela SIC". Para depois constatar que, meio ano passado, Nobre Guedes ainda "não foi sequer ouvido" pelas instâncias judiciais, nem a violação do segredo de justiça punida.
Face a isto, Ribeiro e Castro anunciou que o CDS vai pedir uma audiência ao procurador-geral da República para obter explicações e "accionar os meios processuais para acompanhar os processos que estejam em curso sobre violação do segredo de justiça". E revelou correspondência de Maio entre o CDS e Souto Moura em que este manifesta "desagrado" pela violação do segredo de justiça.
Ribeiro e Castro admitiu ainda abertura para mudar as regras que regem o segredo de justiça, nomeadamente, para que alguém que tenha conhecimento de informações que estejam sob segredo de justiça não possa divulgá-las - o que abrangeria os jornalistas.
(In Diário de Noticias - Online 11/11/2005)
10/11/05
09/11/05
Até ao lavar dos cestos é vindima.
É fantástico!
Sampaio em Luanda.
Ainda ontem acabou presidencia aberta sobre o turismo e já está a chegar a Luanda.
Realmente, depois de ter batido o seu antecessor e camarada Mário em número de viagens, deve estar agora a concorrer para ganhar uma distancia consideravel.
Chega já esta noite para estar presente nas comemorações dos 30 anos da independência de Angola.
Espero que esta viagem, no mínimo, sirva para se aperceber bem da "grande" ajuda que o seu partido deu a esta grande terra, na forma como promoveu a descolonização.
Estou certo, porque vai lá estar precisamente nas comemorações da independencia que vai reflectir sobre tão "nobre" serviço.
Sampaio em Luanda.
Ainda ontem acabou presidencia aberta sobre o turismo e já está a chegar a Luanda.
Realmente, depois de ter batido o seu antecessor e camarada Mário em número de viagens, deve estar agora a concorrer para ganhar uma distancia consideravel.
Chega já esta noite para estar presente nas comemorações dos 30 anos da independência de Angola.
Espero que esta viagem, no mínimo, sirva para se aperceber bem da "grande" ajuda que o seu partido deu a esta grande terra, na forma como promoveu a descolonização.
Estou certo, porque vai lá estar precisamente nas comemorações da independencia que vai reflectir sobre tão "nobre" serviço.
Herman e Pedroso não vão a julgamento.
EH! EH! EH! - Esta é para descomprimir.
TRIIIMM...TRIIIMM...TRIIIMM...
Responde o atendedor de chamadas do Hospício:
"Obrigado por ter ligado para o Instituto de Saúde Mental, a companhia mais certa para seus momentos de maior loucura."
- Se você é obsessivo-compulsivo, aperte repetidamente o número 1;
- Se você é co-dependente, peça a alguém que aperte o número 2 por você;
- Se você tem múltipla personalidade, aperte 3,4,5 e 6;
- Se você é paranóico, nós sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Espere em linha enquanto localizamos a sua chamada;
- Se você sofre de alucinações, aperte o 7 nesse telefone colorido gigante que você, e só você, vê à sua direita;
- Se você é esquizofrénico, escute cuidadosamente, e uma voz interior lhe indicará o número a pressionar;
- Se você é depressivo, não importa que número aperte. Nada o vai tirar de sua lamentável situação;
- Porém, se VOCÊ votou no Sócrates, não tem jeito, desligue e espere até 2009, aqui atendemos LOUCOS e não IMBECIS!
Obrigado!
Soares não percebe - Rui Hortelã no Correio da Manhã (9/11/2005)
Já se sabia que Mário Soares julga que a ameaça da al-Qaeda se resolve conversando com Bin Laden.
Dá vontade de rir, mas como as palavras foram ditas quando ele só era comentador político podem ser ignoradas. Mais grave é a posição assumida ontem sobre a crise francesa. Diz o candidato presidencial apoiado pelo PS que está em “melhor posição” do que qualquer adversário para evitar em Portugal uma situação semelhante.
Inacreditável arrogância! E perigosa demagogia! Como pode alguém, sobretudo com o passado político de Soares – um dos principais responsáveis pela forma desastrada como se geriu a descolonização – achar que pode evitar um problema que os franceses foram incapazes de travar e que o ministro António Costa, ainda ontem, reconheceu poder chegar a Portugal, porque “ninguém está imune a situações deste género”. Aliás, se o nosso país está hoje em perigo deve-o em muito a Mário Soares e Cavaco Silva. Desde 1974, foram eles quem mais tempo esteve no poder, de onde assistiram à proliferação de bairros degradados em redor dos grandes centros. Soares reafirma ainda que um bom Presidente da República tem de “ser capaz de perceber o que se passa no Mundo”. Mas ele próprio mostra que não percebe.
Este é artigo de opinião assinado por Rui Hortelã, hoje na edição online do Correio da Manhã. Lembram-se da época do diálogo?
..... Ela aí está.
Dá vontade de rir, mas como as palavras foram ditas quando ele só era comentador político podem ser ignoradas. Mais grave é a posição assumida ontem sobre a crise francesa. Diz o candidato presidencial apoiado pelo PS que está em “melhor posição” do que qualquer adversário para evitar em Portugal uma situação semelhante.
Inacreditável arrogância! E perigosa demagogia! Como pode alguém, sobretudo com o passado político de Soares – um dos principais responsáveis pela forma desastrada como se geriu a descolonização – achar que pode evitar um problema que os franceses foram incapazes de travar e que o ministro António Costa, ainda ontem, reconheceu poder chegar a Portugal, porque “ninguém está imune a situações deste género”. Aliás, se o nosso país está hoje em perigo deve-o em muito a Mário Soares e Cavaco Silva. Desde 1974, foram eles quem mais tempo esteve no poder, de onde assistiram à proliferação de bairros degradados em redor dos grandes centros. Soares reafirma ainda que um bom Presidente da República tem de “ser capaz de perceber o que se passa no Mundo”. Mas ele próprio mostra que não percebe.
Este é artigo de opinião assinado por Rui Hortelã, hoje na edição online do Correio da Manhã. Lembram-se da época do diálogo?
..... Ela aí está.
Nuno Melo Sobre os “incidentes” - São uma pesada factura» de «políticas de imigração laxistas.
No final da jornadas parlamentares do CDS-PP que decorreram ontem em Estremoz, Nuno Melo comentou os “incidentes” de França, tocando com dedo na ferida.
«Sociedades com políticas de imigração laxistas sem cuidar da imigração - como vem acontecendo em todos os países europeus governados por executivos de esquerda - implicam o pagamento, mais cedo ou mais tarde, de uma pesada factura»
«nada, mas mesmo nada, justifica a violência, nada justifica que se atente contra a vida de cidadãos inocentes, que se destruam bens, muitas vezes adquiridos com muitas dificuldades».
«Quando se assiste a isto, em primeiro lugar tem de se impor a ordem e depois discutir a sociologia»,
«Dos exemplos que vêm de fora temos de tirar ensinamentos para que não nos entrem pela porta dentro. Os problemas da imigração não se resolvem com utopia e demagogia mas com acções concretas».
08/11/05
Sócrates sobre os "incidentes" – Estou preocupado.

O nosso primeiro ministro quando ontem foi questionado sobre os incidentes, limitou-se a dizer, estou preocupado.
Fico satisfeito e tranquilo com a resposta.
Pensei, se fosse em Portugal? Será que o nosso chefe de governo ia fazer mais um Safari (já passaram 3 meses desde o último), ou, desta vez aproveitava para umas férias de neve, é que a temporada está quase a começar ?
Mário Soares sobre os “incidentes” - Era previsível.
João Teixeira Lopes (B.E.) sobre os “incidentes”
Porto, 05 Nov (Lusa) - O deputado do Bloco de Esquerda, João Teixeira Lopes, alertou hoje para o perigo de ocorrerem a prazo em Portugal incidentes semelhantes aos que têm assolado nos últimos dias os bairros de França e em particular os arredores de Paris.
"A degradação e desmantelamento do que resta do Estado-Providência, a privatização de serviços, os critérios cada vez mais apertados para atribuição de apoios sociais e a situação explosiva no que diz respeito à imigração, onde não existem políticas reais de integração, tornam perfeitamente possível a ocorrência futura de incidentes semelhantes em Portugal"
Aqui está o discurso perigoso que leva a que muita gente se habitue à subsidio - dependência, este deputado do BE pelos vistos é da opinião que se dê mais subsídios a esta gente para evitar estes “incidentes”.
A minha pergunta é:
Vale a pena continuar a dar subsídios a quem nada fez e a quem nada quer fazer, apesar das inúmeras oportunidades que têm tido ou é melhor obriga-los a trabalhar para receberem esses subsídios?
Meus amigos, quem não se esforça por ter as coisa, não dá valor ao que tem.
"A degradação e desmantelamento do que resta do Estado-Providência, a privatização de serviços, os critérios cada vez mais apertados para atribuição de apoios sociais e a situação explosiva no que diz respeito à imigração, onde não existem políticas reais de integração, tornam perfeitamente possível a ocorrência futura de incidentes semelhantes em Portugal"
Aqui está o discurso perigoso que leva a que muita gente se habitue à subsidio - dependência, este deputado do BE pelos vistos é da opinião que se dê mais subsídios a esta gente para evitar estes “incidentes”.
A minha pergunta é:
Vale a pena continuar a dar subsídios a quem nada fez e a quem nada quer fazer, apesar das inúmeras oportunidades que têm tido ou é melhor obriga-los a trabalhar para receberem esses subsídios?
Meus amigos, quem não se esforça por ter as coisa, não dá valor ao que tem.
07/11/05
França - Duas Igrejas foram atacadas.
Segundo a SIC Online duas igrejas foram atacadas em França.
"A cada noite que passa a violência intensifica-se e ganha novos territórios. A União das Organizações Islâmicas de França já apelou aos jovens muçulmanos para que acalmem a sua cólera. O pedido foi feito após uma noite em que pela primeira vez foram atacadas duas igrejas."
(in Sic-Online 7/1/2005)
"A cada noite que passa a violência intensifica-se e ganha novos territórios. A União das Organizações Islâmicas de França já apelou aos jovens muçulmanos para que acalmem a sua cólera. O pedido foi feito após uma noite em que pela primeira vez foram atacadas duas igrejas."
(in Sic-Online 7/1/2005)
Violência alastra-se na Europa
O Caos Francês – As Origens
Que o caos está instalado já ninguém duvida.
Importa agora fazer uma reflexão sobre as origens de todo este caos, o qual não para de crescer, quer na intensidade, quer na violência.
Muito se tem falado na integração social, é um facto que neste aspecto se pode e “pode-se” fazer muito mais, mas importa meditar e reflectir de uma forma clara e sem tabus puritanos.
Não emigraram para França e sobretudo para a região de Paris centenas de milhares de portugueses? Tiveram estes portugueses menos dificuldades, nem o francês sabiam falar, do que os outros que estão actualmente imigrados em França? Alguma vez os portugueses pensaram, tentaram ou tiveram um comportamento destes?
Os portugueses na sua grande maioria, pode haver uma ou outra excepção, foram para França com vontade ganhar sua vida de forma honesta, com trabalho, com muito suor e sujeitos a fazer grandes sacrifícios, passaram por dias difíceis, muito difíceis, mas conseguiram aproveitar as oportunidades que tiveram e hoje aí estão, uns cá, outros lá com as suas vidas arrumadas e à “parte” de todos estes problemas.
Será que esta gente (imigrada em França), a qual é acusada de estar a provocar este caos, tem tido a mesma atitude, ou tem sido tratada de maneira diferente do que fomos nós, ou será que não querem aceitar minimamente as regras vigentes ?
A resposta parece-me obvia e aqui está uma das causa.
Se olharmos ao que se passa em Portugal (em França o Estado ainda é mais previdente) constatamos que, todos têm direito à educação e à saúde gratuita ou quase, muitos (quase todos) têm habitação social e subsídios, etc. etc.; ou seja, tiveram e têm tido muitas ajudas para se integrarem na sociedade, quiseram aproveitar?
Uns sim, outros não.
Os que sim e há muitos, têm tido uma vida mais ou menos tranquila, com maior ou menor dificuldade, mas estão perfeitamente integrados na sociedade e muitas vezes até são prejudicados por causa dos outros, também muitos que nunca quiseram aproveitar
Os que não, são esses que estão sempre a levantar os problemas, a contestar tudo e todos e que têm a ideia que tudo lhes é devido, sem que alguma vez tenham feito o que quer que seja para o merecer. São os que nunca quiseram estudar e trabalhar, mas que não passam fome, nem andam desenfreados á procura de trabalho, andam de carro e com roupas de marca, são os que andam em bandos, são os que se divertem a assustar terceiros, a roubar, a estragar e a fazer pinturas em tudo o que é paredes (grafittis). Atenção que em Portugal não são só os imigrantes, ou imigrantes de segunda geração como lhes chamam, são também muitos portugueses.
Estes, os que não, os que vivem em gangs, têm culpa, porque lhes são dadas oportunidades e não as aproveitam, mas os grandes culpados são os estados.
Os estados porquê:
1 - Vêm estes comportamentos, têm conhecimento deles e andam a olhar para o lado a fingir que não vêem e que não é nada com eles;
2 – Não exigem padrões de comportamentos, de regras e de valores;
3 - Criaram a ideia de facilitsimo ao criarem sistemas de subsidio-dependência, atribuindo subsídios a quem não precisa e sobretudo a quem não os merece;
4 - Não são capazes de perceber que têm que criar regras para a imigração, não para a proibir (até é necessária), mas até para ajudarem e poderem dar melhores condições ao imigrante;
5 – Estão sempre a apelar (é moda?) aos direitos das minorias, em nome da democracia, esquecendo-se das maiorias e que embora estas tenham que ter direitos, claro que têm, também têm que ter obrigações.
Para Portugal este é um grande aviso, maior ainda se pensarmos que há muitos portugueses que andam descontentes, com dificuldades financeira e que podem querer apanhar destes movimentos.
Antes de terminar chamo a atenção que para além de França, há um mês houve sinais destes em Inglaterra, a noite passada foi em Berlim e em Bruxelas.
Importa agora fazer uma reflexão sobre as origens de todo este caos, o qual não para de crescer, quer na intensidade, quer na violência.
Muito se tem falado na integração social, é um facto que neste aspecto se pode e “pode-se” fazer muito mais, mas importa meditar e reflectir de uma forma clara e sem tabus puritanos.
Não emigraram para França e sobretudo para a região de Paris centenas de milhares de portugueses? Tiveram estes portugueses menos dificuldades, nem o francês sabiam falar, do que os outros que estão actualmente imigrados em França? Alguma vez os portugueses pensaram, tentaram ou tiveram um comportamento destes?
Os portugueses na sua grande maioria, pode haver uma ou outra excepção, foram para França com vontade ganhar sua vida de forma honesta, com trabalho, com muito suor e sujeitos a fazer grandes sacrifícios, passaram por dias difíceis, muito difíceis, mas conseguiram aproveitar as oportunidades que tiveram e hoje aí estão, uns cá, outros lá com as suas vidas arrumadas e à “parte” de todos estes problemas.
Será que esta gente (imigrada em França), a qual é acusada de estar a provocar este caos, tem tido a mesma atitude, ou tem sido tratada de maneira diferente do que fomos nós, ou será que não querem aceitar minimamente as regras vigentes ?
A resposta parece-me obvia e aqui está uma das causa.
Se olharmos ao que se passa em Portugal (em França o Estado ainda é mais previdente) constatamos que, todos têm direito à educação e à saúde gratuita ou quase, muitos (quase todos) têm habitação social e subsídios, etc. etc.; ou seja, tiveram e têm tido muitas ajudas para se integrarem na sociedade, quiseram aproveitar?
Uns sim, outros não.
Os que sim e há muitos, têm tido uma vida mais ou menos tranquila, com maior ou menor dificuldade, mas estão perfeitamente integrados na sociedade e muitas vezes até são prejudicados por causa dos outros, também muitos que nunca quiseram aproveitar
Os que não, são esses que estão sempre a levantar os problemas, a contestar tudo e todos e que têm a ideia que tudo lhes é devido, sem que alguma vez tenham feito o que quer que seja para o merecer. São os que nunca quiseram estudar e trabalhar, mas que não passam fome, nem andam desenfreados á procura de trabalho, andam de carro e com roupas de marca, são os que andam em bandos, são os que se divertem a assustar terceiros, a roubar, a estragar e a fazer pinturas em tudo o que é paredes (grafittis). Atenção que em Portugal não são só os imigrantes, ou imigrantes de segunda geração como lhes chamam, são também muitos portugueses.
Estes, os que não, os que vivem em gangs, têm culpa, porque lhes são dadas oportunidades e não as aproveitam, mas os grandes culpados são os estados.
Os estados porquê:
1 - Vêm estes comportamentos, têm conhecimento deles e andam a olhar para o lado a fingir que não vêem e que não é nada com eles;
2 – Não exigem padrões de comportamentos, de regras e de valores;
3 - Criaram a ideia de facilitsimo ao criarem sistemas de subsidio-dependência, atribuindo subsídios a quem não precisa e sobretudo a quem não os merece;
4 - Não são capazes de perceber que têm que criar regras para a imigração, não para a proibir (até é necessária), mas até para ajudarem e poderem dar melhores condições ao imigrante;
5 – Estão sempre a apelar (é moda?) aos direitos das minorias, em nome da democracia, esquecendo-se das maiorias e que embora estas tenham que ter direitos, claro que têm, também têm que ter obrigações.
Para Portugal este é um grande aviso, maior ainda se pensarmos que há muitos portugueses que andam descontentes, com dificuldades financeira e que podem querer apanhar destes movimentos.
Antes de terminar chamo a atenção que para além de França, há um mês houve sinais destes em Inglaterra, a noite passada foi em Berlim e em Bruxelas.
França – O Caos.

O Caos está instalado.
O impensável aconteceu, não me estou a referir ao acto isolado, estou-me a referir ao fenómeno de vandalismo como um todo, o qual nos tem sido dado a assistir nestes últimos dias.
Não era impensável se estivéssemos a falar de um acto isolado ou pontual, mas é impensável se pensarmos na dimensão do movimento, toda a França e na sua duração, já vai quase com 2 semanas de forma ininterrupta.
Se calhar, para nós portugueses estes acontecimentos em França também eram impensáveis, porque talvez já tenham havido casos pontuais sem que na altura se tenha dada a devida importância e/ou porque na altura os abafaram.
Atenção, em Portugal já houve casos pontuais, lembram-se do arrastão em Carcavelos, dos problemas que houveram há uns tempos em Setúbal e na Cova da Moura?
02/11/05
2000 Visitas.
Este blog foi criado aquando da última campanha eleitoral para as eleições autárquicas.
Dado o sucesso que teve, este blog não se esgotou com as autárquicas, pelo contrário, as autárquicas foram só o ponto de partida.
Hoje ao atingirmos as 2.000 visitas sentimos a responsabilidade de dar continuidade a este espaço, de o manter vivo com assuntos de interesse geral e de fazer dele um espaço de reflexão.
Dado o sucesso que teve, este blog não se esgotou com as autárquicas, pelo contrário, as autárquicas foram só o ponto de partida.
Hoje ao atingirmos as 2.000 visitas sentimos a responsabilidade de dar continuidade a este espaço, de o manter vivo com assuntos de interesse geral e de fazer dele um espaço de reflexão.
Comunicado do Partido Socialista
«Uma delegação do Partido Socialista (mandatada pela respectiva Comissão Política Concelhia) reuniu com delegações das diferentes forças políticas eleitas para o executivo municipal no passado dia 9 de Outubro.
Nessas reuniões foram reiteradas pelo PS as suas posições político-estratégicas enquadradas, aliás, pelas Grandes Linhas de Orientação insertas no Compromisso Eleitoral 2005/2009 maioritariamente sufragado pela população de Odivelas. Puderam ainda ser auscultadas as vontades e as perspectivas de futuro para o concelho de cada uma das restantes forças partidárias.
Naturalmente, foram abordados os grandes temas de fundo e respectivas linhas vitais como sejam o saneamento e recuperação financeira, a agilização da macro-estrutura camarária, o futuro estratégico das empresas municipais e dos SMAS, a modernização administrativa e todas as restantes políticas de âmbito sectorial.
Assim, e:
Considerando que, é fundamental garantir que as necessidades colectivas da população do Concelho de Odivelas sejam satisfeitas tendo em conta o princípio da descentralização político-administrativa do Estado foi, pois, preocupação basilar da Delegação do Partido Socialista assegurar a prossecução do interesse público, bem como a garantia dos direitos e dos interesses dos Munícipes deste nosso Concelho;
Considerando, ainda, que a estabilidade política é imprescindível para o exercício da governação e que se impunha encontrar uma solução governativa local que conferisse a maior abrangência possível na gestão municipal de molde a atravessar o quadriénio 2005/2009 rumo ao desenvolvimento sustentável do Concelho;
Informamos que, na sequência das referidas reuniões e conversas, a Comissão Política Concelhia de Odivelas do Partido Socialista determinou, de forma sustentada e consensual, o seguinte:
a) O Partido Social-Democrata é a força política que melhor se enquadra nas perspectivas de futuro da gestão político-estratégica camarária, permitindo uma maior afinidade nos métodos e objectivos a alcançar através da implementação e execução do Compromisso Eleitoral 2005/2009 "Novo Poder Local... Nova Geração de Políticas Locais";
b) Tendo o Partido Social-Democrata aceite, sem reservas, as áreas de acção e intervenção que lhe foram conferidas, o Partido Socialista assume, naturalmente, os pelouros respeitantes às áreas nevrálgicas da gestão camarária;
c) Não obstante a opção política tomada, será obviamente respeitado, na íntegra, o Estatuto do Direito de Oposição e serão atribuídas à Coligação Democrática Unitária (CDU) as condições logísticas e técnicas que permitam assegurar a execução do seu mandato em plenitude e com total respeito pela representatividade eleitoral alcançada».
Nessas reuniões foram reiteradas pelo PS as suas posições político-estratégicas enquadradas, aliás, pelas Grandes Linhas de Orientação insertas no Compromisso Eleitoral 2005/2009 maioritariamente sufragado pela população de Odivelas. Puderam ainda ser auscultadas as vontades e as perspectivas de futuro para o concelho de cada uma das restantes forças partidárias.
Naturalmente, foram abordados os grandes temas de fundo e respectivas linhas vitais como sejam o saneamento e recuperação financeira, a agilização da macro-estrutura camarária, o futuro estratégico das empresas municipais e dos SMAS, a modernização administrativa e todas as restantes políticas de âmbito sectorial.
Assim, e:
Considerando que, é fundamental garantir que as necessidades colectivas da população do Concelho de Odivelas sejam satisfeitas tendo em conta o princípio da descentralização político-administrativa do Estado foi, pois, preocupação basilar da Delegação do Partido Socialista assegurar a prossecução do interesse público, bem como a garantia dos direitos e dos interesses dos Munícipes deste nosso Concelho;
Considerando, ainda, que a estabilidade política é imprescindível para o exercício da governação e que se impunha encontrar uma solução governativa local que conferisse a maior abrangência possível na gestão municipal de molde a atravessar o quadriénio 2005/2009 rumo ao desenvolvimento sustentável do Concelho;
Informamos que, na sequência das referidas reuniões e conversas, a Comissão Política Concelhia de Odivelas do Partido Socialista determinou, de forma sustentada e consensual, o seguinte:
a) O Partido Social-Democrata é a força política que melhor se enquadra nas perspectivas de futuro da gestão político-estratégica camarária, permitindo uma maior afinidade nos métodos e objectivos a alcançar através da implementação e execução do Compromisso Eleitoral 2005/2009 "Novo Poder Local... Nova Geração de Políticas Locais";
b) Tendo o Partido Social-Democrata aceite, sem reservas, as áreas de acção e intervenção que lhe foram conferidas, o Partido Socialista assume, naturalmente, os pelouros respeitantes às áreas nevrálgicas da gestão camarária;
c) Não obstante a opção política tomada, será obviamente respeitado, na íntegra, o Estatuto do Direito de Oposição e serão atribuídas à Coligação Democrática Unitária (CDU) as condições logísticas e técnicas que permitam assegurar a execução do seu mandato em plenitude e com total respeito pela representatividade eleitoral alcançada».
31/10/05
Carta Aberta aos Famoenses e ao Sr. António Rodrigues (Presidente Assembleia de Freguesia de Famões)
Ex.mo Srs.
Em primeiro lugar quero desejar as maiores felicidades a este novo executivo, pois estou certo que se fizerem um bom trabalho, o primeiro e maior beneficiado é com toda a certeza a população de Famões.
Como os Famoenses sabem fui cabeça de lista pelo CDS-PP à Assembleia de Freguesia de Famões.
Fi-lo, não por interesses materiais, mas por pensar que poderia colaborar e contribuir para melhorar a qualidade de vida dos Famoenses.
Não obstante os resultados, os quais não deixam duvidas a ninguém, estou certo que alguns dos projectos que tinha para Famões poderão ser de extrema utilidade e que pela sua simplicidade poderão ser executados com alguma facilidade.
Um deles é colocação de um piso anti-derrapante junto ao Centro de Saúde. Com esta obra de reduzida dimensão evitam-se quedas e trambolhões, das quais podem resultar ferimentos vários, em alguns casos graves e serve também para facilitar a acessibilidade aos idosos e a pessoas com dificuldades motoras.
Outro, foi aquilo a que denominámos o Expresso de Famões e que consiste em ter um novo meio de transporte, rápido, versátil, económico e que una todos os bairros desta Freguesia. Devido à falta de transportes, à dispersão demográfica e dos serviços existentes, e, aos inúmeros declives, a implantação deste serviço iria com toda a certeza contribuir para melhorar e muito a qualidade de vida aqui em Famões.
Como vos disse anteriormente, a minha candidatura não foi motivada por qualquer interesse material, mas sim por uma profunda vontade de servir e de ajudar, por essa razão venho por este meio disponibilizar-me publicamente, para colaborar, em forma de voluntariado, na implantação destes 2 projectos, os quais considero de extrema utilidade para todos os Famoenses.
Por último, antes de terminar, quero mais uma vez desejar à actual direcção as maiores felicidades e dizer a todos os Famoenses que podem sempre contar comigo.
Obrigado por tudo;
Miguel Xara Brasil
Em primeiro lugar quero desejar as maiores felicidades a este novo executivo, pois estou certo que se fizerem um bom trabalho, o primeiro e maior beneficiado é com toda a certeza a população de Famões.
Como os Famoenses sabem fui cabeça de lista pelo CDS-PP à Assembleia de Freguesia de Famões.
Fi-lo, não por interesses materiais, mas por pensar que poderia colaborar e contribuir para melhorar a qualidade de vida dos Famoenses.
Não obstante os resultados, os quais não deixam duvidas a ninguém, estou certo que alguns dos projectos que tinha para Famões poderão ser de extrema utilidade e que pela sua simplicidade poderão ser executados com alguma facilidade.
Um deles é colocação de um piso anti-derrapante junto ao Centro de Saúde. Com esta obra de reduzida dimensão evitam-se quedas e trambolhões, das quais podem resultar ferimentos vários, em alguns casos graves e serve também para facilitar a acessibilidade aos idosos e a pessoas com dificuldades motoras.
Outro, foi aquilo a que denominámos o Expresso de Famões e que consiste em ter um novo meio de transporte, rápido, versátil, económico e que una todos os bairros desta Freguesia. Devido à falta de transportes, à dispersão demográfica e dos serviços existentes, e, aos inúmeros declives, a implantação deste serviço iria com toda a certeza contribuir para melhorar e muito a qualidade de vida aqui em Famões.
Como vos disse anteriormente, a minha candidatura não foi motivada por qualquer interesse material, mas sim por uma profunda vontade de servir e de ajudar, por essa razão venho por este meio disponibilizar-me publicamente, para colaborar, em forma de voluntariado, na implantação destes 2 projectos, os quais considero de extrema utilidade para todos os Famoenses.
Por último, antes de terminar, quero mais uma vez desejar à actual direcção as maiores felicidades e dizer a todos os Famoenses que podem sempre contar comigo.
Obrigado por tudo;
Miguel Xara Brasil
Subscrever:
Mensagens (Atom)







