A questão do complemento foi introduzida pelo deputado popular João Rebelo, que quis saber por que motivo os cerca de 100 mil combatentes abrangidos não recebem o referido complemento desde Setembro.
Contundente na resposta, Teixeira dos Santos aproveitou a oportunidade para sublinhar que, além de o fundo não ter sido provisionado - apresentando um "buraco" de sete milhões de euros -, os ex-ministros da Defesa e das Finanças Paulo Portas e Bagão Félix, respectivamente, colocaram o responsável da CGA num "posição embaraçosa", por lhe terem dado instruções para proceder ao pagamento do complemento sem que houvesse cobertura legal para tal. Tudo porque o decreto-lei regulamentar não foi promulgado pelo chefe de Estado. De qualquer forma, o ministro garantiu que o pagamento será efectuado este mês com recurso à Caixa Geral de Aposentações.
A versão de falta de legalidade foi contestada pelo líder da bancada do CDS-PP, Nuno Melo, e pelo ex-secretário de Estado da Defesa, o social-democrata Henrique de Freitas, que acusou Teixeira dos Santos de desrespeito pelos antigos combatentes.
(in Jornal de Noticias 11/11/2005)
11/11/05
CDS/PP pede explicações a Souto Moura
Ribeiro e Castro considera que "o Estado de direito está torto" em Portugal, e a causa ontem apontada, em conferência de imprensa, foi o caso Portucale, que há seis meses envolveu os dirigentes do CDS/PP Telmo Correia, Luís Nobre Guedes e Abel Pinheiro.
O líder dos democratas-cristãos fez questão de assinalar os seis meses passados sobre o assunto, lembrando o "espalhafato" que gerou "durante dias" e a "flagrante violação do segredo de justiça", com uma "complexa operação montada com antecedência pela SIC". Para depois constatar que, meio ano passado, Nobre Guedes ainda "não foi sequer ouvido" pelas instâncias judiciais, nem a violação do segredo de justiça punida.
Face a isto, Ribeiro e Castro anunciou que o CDS vai pedir uma audiência ao procurador-geral da República para obter explicações e "accionar os meios processuais para acompanhar os processos que estejam em curso sobre violação do segredo de justiça". E revelou correspondência de Maio entre o CDS e Souto Moura em que este manifesta "desagrado" pela violação do segredo de justiça.
Ribeiro e Castro admitiu ainda abertura para mudar as regras que regem o segredo de justiça, nomeadamente, para que alguém que tenha conhecimento de informações que estejam sob segredo de justiça não possa divulgá-las - o que abrangeria os jornalistas.
(In Diário de Noticias - Online 11/11/2005)
O líder dos democratas-cristãos fez questão de assinalar os seis meses passados sobre o assunto, lembrando o "espalhafato" que gerou "durante dias" e a "flagrante violação do segredo de justiça", com uma "complexa operação montada com antecedência pela SIC". Para depois constatar que, meio ano passado, Nobre Guedes ainda "não foi sequer ouvido" pelas instâncias judiciais, nem a violação do segredo de justiça punida.
Face a isto, Ribeiro e Castro anunciou que o CDS vai pedir uma audiência ao procurador-geral da República para obter explicações e "accionar os meios processuais para acompanhar os processos que estejam em curso sobre violação do segredo de justiça". E revelou correspondência de Maio entre o CDS e Souto Moura em que este manifesta "desagrado" pela violação do segredo de justiça.
Ribeiro e Castro admitiu ainda abertura para mudar as regras que regem o segredo de justiça, nomeadamente, para que alguém que tenha conhecimento de informações que estejam sob segredo de justiça não possa divulgá-las - o que abrangeria os jornalistas.
(In Diário de Noticias - Online 11/11/2005)
10/11/05
09/11/05
Até ao lavar dos cestos é vindima.
É fantástico!
Sampaio em Luanda.
Ainda ontem acabou presidencia aberta sobre o turismo e já está a chegar a Luanda.
Realmente, depois de ter batido o seu antecessor e camarada Mário em número de viagens, deve estar agora a concorrer para ganhar uma distancia consideravel.
Chega já esta noite para estar presente nas comemorações dos 30 anos da independência de Angola.
Espero que esta viagem, no mínimo, sirva para se aperceber bem da "grande" ajuda que o seu partido deu a esta grande terra, na forma como promoveu a descolonização.
Estou certo, porque vai lá estar precisamente nas comemorações da independencia que vai reflectir sobre tão "nobre" serviço.
Sampaio em Luanda.
Ainda ontem acabou presidencia aberta sobre o turismo e já está a chegar a Luanda.
Realmente, depois de ter batido o seu antecessor e camarada Mário em número de viagens, deve estar agora a concorrer para ganhar uma distancia consideravel.
Chega já esta noite para estar presente nas comemorações dos 30 anos da independência de Angola.
Espero que esta viagem, no mínimo, sirva para se aperceber bem da "grande" ajuda que o seu partido deu a esta grande terra, na forma como promoveu a descolonização.
Estou certo, porque vai lá estar precisamente nas comemorações da independencia que vai reflectir sobre tão "nobre" serviço.
Herman e Pedroso não vão a julgamento.
EH! EH! EH! - Esta é para descomprimir.
TRIIIMM...TRIIIMM...TRIIIMM...
Responde o atendedor de chamadas do Hospício:
"Obrigado por ter ligado para o Instituto de Saúde Mental, a companhia mais certa para seus momentos de maior loucura."
- Se você é obsessivo-compulsivo, aperte repetidamente o número 1;
- Se você é co-dependente, peça a alguém que aperte o número 2 por você;
- Se você tem múltipla personalidade, aperte 3,4,5 e 6;
- Se você é paranóico, nós sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Espere em linha enquanto localizamos a sua chamada;
- Se você sofre de alucinações, aperte o 7 nesse telefone colorido gigante que você, e só você, vê à sua direita;
- Se você é esquizofrénico, escute cuidadosamente, e uma voz interior lhe indicará o número a pressionar;
- Se você é depressivo, não importa que número aperte. Nada o vai tirar de sua lamentável situação;
- Porém, se VOCÊ votou no Sócrates, não tem jeito, desligue e espere até 2009, aqui atendemos LOUCOS e não IMBECIS!
Obrigado!
Soares não percebe - Rui Hortelã no Correio da Manhã (9/11/2005)
Já se sabia que Mário Soares julga que a ameaça da al-Qaeda se resolve conversando com Bin Laden.
Dá vontade de rir, mas como as palavras foram ditas quando ele só era comentador político podem ser ignoradas. Mais grave é a posição assumida ontem sobre a crise francesa. Diz o candidato presidencial apoiado pelo PS que está em “melhor posição” do que qualquer adversário para evitar em Portugal uma situação semelhante.
Inacreditável arrogância! E perigosa demagogia! Como pode alguém, sobretudo com o passado político de Soares – um dos principais responsáveis pela forma desastrada como se geriu a descolonização – achar que pode evitar um problema que os franceses foram incapazes de travar e que o ministro António Costa, ainda ontem, reconheceu poder chegar a Portugal, porque “ninguém está imune a situações deste género”. Aliás, se o nosso país está hoje em perigo deve-o em muito a Mário Soares e Cavaco Silva. Desde 1974, foram eles quem mais tempo esteve no poder, de onde assistiram à proliferação de bairros degradados em redor dos grandes centros. Soares reafirma ainda que um bom Presidente da República tem de “ser capaz de perceber o que se passa no Mundo”. Mas ele próprio mostra que não percebe.
Este é artigo de opinião assinado por Rui Hortelã, hoje na edição online do Correio da Manhã. Lembram-se da época do diálogo?
..... Ela aí está.
Dá vontade de rir, mas como as palavras foram ditas quando ele só era comentador político podem ser ignoradas. Mais grave é a posição assumida ontem sobre a crise francesa. Diz o candidato presidencial apoiado pelo PS que está em “melhor posição” do que qualquer adversário para evitar em Portugal uma situação semelhante.
Inacreditável arrogância! E perigosa demagogia! Como pode alguém, sobretudo com o passado político de Soares – um dos principais responsáveis pela forma desastrada como se geriu a descolonização – achar que pode evitar um problema que os franceses foram incapazes de travar e que o ministro António Costa, ainda ontem, reconheceu poder chegar a Portugal, porque “ninguém está imune a situações deste género”. Aliás, se o nosso país está hoje em perigo deve-o em muito a Mário Soares e Cavaco Silva. Desde 1974, foram eles quem mais tempo esteve no poder, de onde assistiram à proliferação de bairros degradados em redor dos grandes centros. Soares reafirma ainda que um bom Presidente da República tem de “ser capaz de perceber o que se passa no Mundo”. Mas ele próprio mostra que não percebe.
Este é artigo de opinião assinado por Rui Hortelã, hoje na edição online do Correio da Manhã. Lembram-se da época do diálogo?
..... Ela aí está.
Nuno Melo Sobre os “incidentes” - São uma pesada factura» de «políticas de imigração laxistas.
No final da jornadas parlamentares do CDS-PP que decorreram ontem em Estremoz, Nuno Melo comentou os “incidentes” de França, tocando com dedo na ferida.
«Sociedades com políticas de imigração laxistas sem cuidar da imigração - como vem acontecendo em todos os países europeus governados por executivos de esquerda - implicam o pagamento, mais cedo ou mais tarde, de uma pesada factura»
«nada, mas mesmo nada, justifica a violência, nada justifica que se atente contra a vida de cidadãos inocentes, que se destruam bens, muitas vezes adquiridos com muitas dificuldades».
«Quando se assiste a isto, em primeiro lugar tem de se impor a ordem e depois discutir a sociologia»,
«Dos exemplos que vêm de fora temos de tirar ensinamentos para que não nos entrem pela porta dentro. Os problemas da imigração não se resolvem com utopia e demagogia mas com acções concretas».
08/11/05
Sócrates sobre os "incidentes" – Estou preocupado.

O nosso primeiro ministro quando ontem foi questionado sobre os incidentes, limitou-se a dizer, estou preocupado.
Fico satisfeito e tranquilo com a resposta.
Pensei, se fosse em Portugal? Será que o nosso chefe de governo ia fazer mais um Safari (já passaram 3 meses desde o último), ou, desta vez aproveitava para umas férias de neve, é que a temporada está quase a começar ?
Mário Soares sobre os “incidentes” - Era previsível.
João Teixeira Lopes (B.E.) sobre os “incidentes”
Porto, 05 Nov (Lusa) - O deputado do Bloco de Esquerda, João Teixeira Lopes, alertou hoje para o perigo de ocorrerem a prazo em Portugal incidentes semelhantes aos que têm assolado nos últimos dias os bairros de França e em particular os arredores de Paris.
"A degradação e desmantelamento do que resta do Estado-Providência, a privatização de serviços, os critérios cada vez mais apertados para atribuição de apoios sociais e a situação explosiva no que diz respeito à imigração, onde não existem políticas reais de integração, tornam perfeitamente possível a ocorrência futura de incidentes semelhantes em Portugal"
Aqui está o discurso perigoso que leva a que muita gente se habitue à subsidio - dependência, este deputado do BE pelos vistos é da opinião que se dê mais subsídios a esta gente para evitar estes “incidentes”.
A minha pergunta é:
Vale a pena continuar a dar subsídios a quem nada fez e a quem nada quer fazer, apesar das inúmeras oportunidades que têm tido ou é melhor obriga-los a trabalhar para receberem esses subsídios?
Meus amigos, quem não se esforça por ter as coisa, não dá valor ao que tem.
"A degradação e desmantelamento do que resta do Estado-Providência, a privatização de serviços, os critérios cada vez mais apertados para atribuição de apoios sociais e a situação explosiva no que diz respeito à imigração, onde não existem políticas reais de integração, tornam perfeitamente possível a ocorrência futura de incidentes semelhantes em Portugal"
Aqui está o discurso perigoso que leva a que muita gente se habitue à subsidio - dependência, este deputado do BE pelos vistos é da opinião que se dê mais subsídios a esta gente para evitar estes “incidentes”.
A minha pergunta é:
Vale a pena continuar a dar subsídios a quem nada fez e a quem nada quer fazer, apesar das inúmeras oportunidades que têm tido ou é melhor obriga-los a trabalhar para receberem esses subsídios?
Meus amigos, quem não se esforça por ter as coisa, não dá valor ao que tem.
07/11/05
França - Duas Igrejas foram atacadas.
Segundo a SIC Online duas igrejas foram atacadas em França.
"A cada noite que passa a violência intensifica-se e ganha novos territórios. A União das Organizações Islâmicas de França já apelou aos jovens muçulmanos para que acalmem a sua cólera. O pedido foi feito após uma noite em que pela primeira vez foram atacadas duas igrejas."
(in Sic-Online 7/1/2005)
"A cada noite que passa a violência intensifica-se e ganha novos territórios. A União das Organizações Islâmicas de França já apelou aos jovens muçulmanos para que acalmem a sua cólera. O pedido foi feito após uma noite em que pela primeira vez foram atacadas duas igrejas."
(in Sic-Online 7/1/2005)
Violência alastra-se na Europa
O Caos Francês – As Origens
Que o caos está instalado já ninguém duvida.
Importa agora fazer uma reflexão sobre as origens de todo este caos, o qual não para de crescer, quer na intensidade, quer na violência.
Muito se tem falado na integração social, é um facto que neste aspecto se pode e “pode-se” fazer muito mais, mas importa meditar e reflectir de uma forma clara e sem tabus puritanos.
Não emigraram para França e sobretudo para a região de Paris centenas de milhares de portugueses? Tiveram estes portugueses menos dificuldades, nem o francês sabiam falar, do que os outros que estão actualmente imigrados em França? Alguma vez os portugueses pensaram, tentaram ou tiveram um comportamento destes?
Os portugueses na sua grande maioria, pode haver uma ou outra excepção, foram para França com vontade ganhar sua vida de forma honesta, com trabalho, com muito suor e sujeitos a fazer grandes sacrifícios, passaram por dias difíceis, muito difíceis, mas conseguiram aproveitar as oportunidades que tiveram e hoje aí estão, uns cá, outros lá com as suas vidas arrumadas e à “parte” de todos estes problemas.
Será que esta gente (imigrada em França), a qual é acusada de estar a provocar este caos, tem tido a mesma atitude, ou tem sido tratada de maneira diferente do que fomos nós, ou será que não querem aceitar minimamente as regras vigentes ?
A resposta parece-me obvia e aqui está uma das causa.
Se olharmos ao que se passa em Portugal (em França o Estado ainda é mais previdente) constatamos que, todos têm direito à educação e à saúde gratuita ou quase, muitos (quase todos) têm habitação social e subsídios, etc. etc.; ou seja, tiveram e têm tido muitas ajudas para se integrarem na sociedade, quiseram aproveitar?
Uns sim, outros não.
Os que sim e há muitos, têm tido uma vida mais ou menos tranquila, com maior ou menor dificuldade, mas estão perfeitamente integrados na sociedade e muitas vezes até são prejudicados por causa dos outros, também muitos que nunca quiseram aproveitar
Os que não, são esses que estão sempre a levantar os problemas, a contestar tudo e todos e que têm a ideia que tudo lhes é devido, sem que alguma vez tenham feito o que quer que seja para o merecer. São os que nunca quiseram estudar e trabalhar, mas que não passam fome, nem andam desenfreados á procura de trabalho, andam de carro e com roupas de marca, são os que andam em bandos, são os que se divertem a assustar terceiros, a roubar, a estragar e a fazer pinturas em tudo o que é paredes (grafittis). Atenção que em Portugal não são só os imigrantes, ou imigrantes de segunda geração como lhes chamam, são também muitos portugueses.
Estes, os que não, os que vivem em gangs, têm culpa, porque lhes são dadas oportunidades e não as aproveitam, mas os grandes culpados são os estados.
Os estados porquê:
1 - Vêm estes comportamentos, têm conhecimento deles e andam a olhar para o lado a fingir que não vêem e que não é nada com eles;
2 – Não exigem padrões de comportamentos, de regras e de valores;
3 - Criaram a ideia de facilitsimo ao criarem sistemas de subsidio-dependência, atribuindo subsídios a quem não precisa e sobretudo a quem não os merece;
4 - Não são capazes de perceber que têm que criar regras para a imigração, não para a proibir (até é necessária), mas até para ajudarem e poderem dar melhores condições ao imigrante;
5 – Estão sempre a apelar (é moda?) aos direitos das minorias, em nome da democracia, esquecendo-se das maiorias e que embora estas tenham que ter direitos, claro que têm, também têm que ter obrigações.
Para Portugal este é um grande aviso, maior ainda se pensarmos que há muitos portugueses que andam descontentes, com dificuldades financeira e que podem querer apanhar destes movimentos.
Antes de terminar chamo a atenção que para além de França, há um mês houve sinais destes em Inglaterra, a noite passada foi em Berlim e em Bruxelas.
Importa agora fazer uma reflexão sobre as origens de todo este caos, o qual não para de crescer, quer na intensidade, quer na violência.
Muito se tem falado na integração social, é um facto que neste aspecto se pode e “pode-se” fazer muito mais, mas importa meditar e reflectir de uma forma clara e sem tabus puritanos.
Não emigraram para França e sobretudo para a região de Paris centenas de milhares de portugueses? Tiveram estes portugueses menos dificuldades, nem o francês sabiam falar, do que os outros que estão actualmente imigrados em França? Alguma vez os portugueses pensaram, tentaram ou tiveram um comportamento destes?
Os portugueses na sua grande maioria, pode haver uma ou outra excepção, foram para França com vontade ganhar sua vida de forma honesta, com trabalho, com muito suor e sujeitos a fazer grandes sacrifícios, passaram por dias difíceis, muito difíceis, mas conseguiram aproveitar as oportunidades que tiveram e hoje aí estão, uns cá, outros lá com as suas vidas arrumadas e à “parte” de todos estes problemas.
Será que esta gente (imigrada em França), a qual é acusada de estar a provocar este caos, tem tido a mesma atitude, ou tem sido tratada de maneira diferente do que fomos nós, ou será que não querem aceitar minimamente as regras vigentes ?
A resposta parece-me obvia e aqui está uma das causa.
Se olharmos ao que se passa em Portugal (em França o Estado ainda é mais previdente) constatamos que, todos têm direito à educação e à saúde gratuita ou quase, muitos (quase todos) têm habitação social e subsídios, etc. etc.; ou seja, tiveram e têm tido muitas ajudas para se integrarem na sociedade, quiseram aproveitar?
Uns sim, outros não.
Os que sim e há muitos, têm tido uma vida mais ou menos tranquila, com maior ou menor dificuldade, mas estão perfeitamente integrados na sociedade e muitas vezes até são prejudicados por causa dos outros, também muitos que nunca quiseram aproveitar
Os que não, são esses que estão sempre a levantar os problemas, a contestar tudo e todos e que têm a ideia que tudo lhes é devido, sem que alguma vez tenham feito o que quer que seja para o merecer. São os que nunca quiseram estudar e trabalhar, mas que não passam fome, nem andam desenfreados á procura de trabalho, andam de carro e com roupas de marca, são os que andam em bandos, são os que se divertem a assustar terceiros, a roubar, a estragar e a fazer pinturas em tudo o que é paredes (grafittis). Atenção que em Portugal não são só os imigrantes, ou imigrantes de segunda geração como lhes chamam, são também muitos portugueses.
Estes, os que não, os que vivem em gangs, têm culpa, porque lhes são dadas oportunidades e não as aproveitam, mas os grandes culpados são os estados.
Os estados porquê:
1 - Vêm estes comportamentos, têm conhecimento deles e andam a olhar para o lado a fingir que não vêem e que não é nada com eles;
2 – Não exigem padrões de comportamentos, de regras e de valores;
3 - Criaram a ideia de facilitsimo ao criarem sistemas de subsidio-dependência, atribuindo subsídios a quem não precisa e sobretudo a quem não os merece;
4 - Não são capazes de perceber que têm que criar regras para a imigração, não para a proibir (até é necessária), mas até para ajudarem e poderem dar melhores condições ao imigrante;
5 – Estão sempre a apelar (é moda?) aos direitos das minorias, em nome da democracia, esquecendo-se das maiorias e que embora estas tenham que ter direitos, claro que têm, também têm que ter obrigações.
Para Portugal este é um grande aviso, maior ainda se pensarmos que há muitos portugueses que andam descontentes, com dificuldades financeira e que podem querer apanhar destes movimentos.
Antes de terminar chamo a atenção que para além de França, há um mês houve sinais destes em Inglaterra, a noite passada foi em Berlim e em Bruxelas.
França – O Caos.

O Caos está instalado.
O impensável aconteceu, não me estou a referir ao acto isolado, estou-me a referir ao fenómeno de vandalismo como um todo, o qual nos tem sido dado a assistir nestes últimos dias.
Não era impensável se estivéssemos a falar de um acto isolado ou pontual, mas é impensável se pensarmos na dimensão do movimento, toda a França e na sua duração, já vai quase com 2 semanas de forma ininterrupta.
Se calhar, para nós portugueses estes acontecimentos em França também eram impensáveis, porque talvez já tenham havido casos pontuais sem que na altura se tenha dada a devida importância e/ou porque na altura os abafaram.
Atenção, em Portugal já houve casos pontuais, lembram-se do arrastão em Carcavelos, dos problemas que houveram há uns tempos em Setúbal e na Cova da Moura?
02/11/05
2000 Visitas.
Este blog foi criado aquando da última campanha eleitoral para as eleições autárquicas.
Dado o sucesso que teve, este blog não se esgotou com as autárquicas, pelo contrário, as autárquicas foram só o ponto de partida.
Hoje ao atingirmos as 2.000 visitas sentimos a responsabilidade de dar continuidade a este espaço, de o manter vivo com assuntos de interesse geral e de fazer dele um espaço de reflexão.
Dado o sucesso que teve, este blog não se esgotou com as autárquicas, pelo contrário, as autárquicas foram só o ponto de partida.
Hoje ao atingirmos as 2.000 visitas sentimos a responsabilidade de dar continuidade a este espaço, de o manter vivo com assuntos de interesse geral e de fazer dele um espaço de reflexão.
Comunicado do Partido Socialista
«Uma delegação do Partido Socialista (mandatada pela respectiva Comissão Política Concelhia) reuniu com delegações das diferentes forças políticas eleitas para o executivo municipal no passado dia 9 de Outubro.
Nessas reuniões foram reiteradas pelo PS as suas posições político-estratégicas enquadradas, aliás, pelas Grandes Linhas de Orientação insertas no Compromisso Eleitoral 2005/2009 maioritariamente sufragado pela população de Odivelas. Puderam ainda ser auscultadas as vontades e as perspectivas de futuro para o concelho de cada uma das restantes forças partidárias.
Naturalmente, foram abordados os grandes temas de fundo e respectivas linhas vitais como sejam o saneamento e recuperação financeira, a agilização da macro-estrutura camarária, o futuro estratégico das empresas municipais e dos SMAS, a modernização administrativa e todas as restantes políticas de âmbito sectorial.
Assim, e:
Considerando que, é fundamental garantir que as necessidades colectivas da população do Concelho de Odivelas sejam satisfeitas tendo em conta o princípio da descentralização político-administrativa do Estado foi, pois, preocupação basilar da Delegação do Partido Socialista assegurar a prossecução do interesse público, bem como a garantia dos direitos e dos interesses dos Munícipes deste nosso Concelho;
Considerando, ainda, que a estabilidade política é imprescindível para o exercício da governação e que se impunha encontrar uma solução governativa local que conferisse a maior abrangência possível na gestão municipal de molde a atravessar o quadriénio 2005/2009 rumo ao desenvolvimento sustentável do Concelho;
Informamos que, na sequência das referidas reuniões e conversas, a Comissão Política Concelhia de Odivelas do Partido Socialista determinou, de forma sustentada e consensual, o seguinte:
a) O Partido Social-Democrata é a força política que melhor se enquadra nas perspectivas de futuro da gestão político-estratégica camarária, permitindo uma maior afinidade nos métodos e objectivos a alcançar através da implementação e execução do Compromisso Eleitoral 2005/2009 "Novo Poder Local... Nova Geração de Políticas Locais";
b) Tendo o Partido Social-Democrata aceite, sem reservas, as áreas de acção e intervenção que lhe foram conferidas, o Partido Socialista assume, naturalmente, os pelouros respeitantes às áreas nevrálgicas da gestão camarária;
c) Não obstante a opção política tomada, será obviamente respeitado, na íntegra, o Estatuto do Direito de Oposição e serão atribuídas à Coligação Democrática Unitária (CDU) as condições logísticas e técnicas que permitam assegurar a execução do seu mandato em plenitude e com total respeito pela representatividade eleitoral alcançada».
Nessas reuniões foram reiteradas pelo PS as suas posições político-estratégicas enquadradas, aliás, pelas Grandes Linhas de Orientação insertas no Compromisso Eleitoral 2005/2009 maioritariamente sufragado pela população de Odivelas. Puderam ainda ser auscultadas as vontades e as perspectivas de futuro para o concelho de cada uma das restantes forças partidárias.
Naturalmente, foram abordados os grandes temas de fundo e respectivas linhas vitais como sejam o saneamento e recuperação financeira, a agilização da macro-estrutura camarária, o futuro estratégico das empresas municipais e dos SMAS, a modernização administrativa e todas as restantes políticas de âmbito sectorial.
Assim, e:
Considerando que, é fundamental garantir que as necessidades colectivas da população do Concelho de Odivelas sejam satisfeitas tendo em conta o princípio da descentralização político-administrativa do Estado foi, pois, preocupação basilar da Delegação do Partido Socialista assegurar a prossecução do interesse público, bem como a garantia dos direitos e dos interesses dos Munícipes deste nosso Concelho;
Considerando, ainda, que a estabilidade política é imprescindível para o exercício da governação e que se impunha encontrar uma solução governativa local que conferisse a maior abrangência possível na gestão municipal de molde a atravessar o quadriénio 2005/2009 rumo ao desenvolvimento sustentável do Concelho;
Informamos que, na sequência das referidas reuniões e conversas, a Comissão Política Concelhia de Odivelas do Partido Socialista determinou, de forma sustentada e consensual, o seguinte:
a) O Partido Social-Democrata é a força política que melhor se enquadra nas perspectivas de futuro da gestão político-estratégica camarária, permitindo uma maior afinidade nos métodos e objectivos a alcançar através da implementação e execução do Compromisso Eleitoral 2005/2009 "Novo Poder Local... Nova Geração de Políticas Locais";
b) Tendo o Partido Social-Democrata aceite, sem reservas, as áreas de acção e intervenção que lhe foram conferidas, o Partido Socialista assume, naturalmente, os pelouros respeitantes às áreas nevrálgicas da gestão camarária;
c) Não obstante a opção política tomada, será obviamente respeitado, na íntegra, o Estatuto do Direito de Oposição e serão atribuídas à Coligação Democrática Unitária (CDU) as condições logísticas e técnicas que permitam assegurar a execução do seu mandato em plenitude e com total respeito pela representatividade eleitoral alcançada».
31/10/05
Carta Aberta aos Famoenses e ao Sr. António Rodrigues (Presidente Assembleia de Freguesia de Famões)
Ex.mo Srs.
Em primeiro lugar quero desejar as maiores felicidades a este novo executivo, pois estou certo que se fizerem um bom trabalho, o primeiro e maior beneficiado é com toda a certeza a população de Famões.
Como os Famoenses sabem fui cabeça de lista pelo CDS-PP à Assembleia de Freguesia de Famões.
Fi-lo, não por interesses materiais, mas por pensar que poderia colaborar e contribuir para melhorar a qualidade de vida dos Famoenses.
Não obstante os resultados, os quais não deixam duvidas a ninguém, estou certo que alguns dos projectos que tinha para Famões poderão ser de extrema utilidade e que pela sua simplicidade poderão ser executados com alguma facilidade.
Um deles é colocação de um piso anti-derrapante junto ao Centro de Saúde. Com esta obra de reduzida dimensão evitam-se quedas e trambolhões, das quais podem resultar ferimentos vários, em alguns casos graves e serve também para facilitar a acessibilidade aos idosos e a pessoas com dificuldades motoras.
Outro, foi aquilo a que denominámos o Expresso de Famões e que consiste em ter um novo meio de transporte, rápido, versátil, económico e que una todos os bairros desta Freguesia. Devido à falta de transportes, à dispersão demográfica e dos serviços existentes, e, aos inúmeros declives, a implantação deste serviço iria com toda a certeza contribuir para melhorar e muito a qualidade de vida aqui em Famões.
Como vos disse anteriormente, a minha candidatura não foi motivada por qualquer interesse material, mas sim por uma profunda vontade de servir e de ajudar, por essa razão venho por este meio disponibilizar-me publicamente, para colaborar, em forma de voluntariado, na implantação destes 2 projectos, os quais considero de extrema utilidade para todos os Famoenses.
Por último, antes de terminar, quero mais uma vez desejar à actual direcção as maiores felicidades e dizer a todos os Famoenses que podem sempre contar comigo.
Obrigado por tudo;
Miguel Xara Brasil
Em primeiro lugar quero desejar as maiores felicidades a este novo executivo, pois estou certo que se fizerem um bom trabalho, o primeiro e maior beneficiado é com toda a certeza a população de Famões.
Como os Famoenses sabem fui cabeça de lista pelo CDS-PP à Assembleia de Freguesia de Famões.
Fi-lo, não por interesses materiais, mas por pensar que poderia colaborar e contribuir para melhorar a qualidade de vida dos Famoenses.
Não obstante os resultados, os quais não deixam duvidas a ninguém, estou certo que alguns dos projectos que tinha para Famões poderão ser de extrema utilidade e que pela sua simplicidade poderão ser executados com alguma facilidade.
Um deles é colocação de um piso anti-derrapante junto ao Centro de Saúde. Com esta obra de reduzida dimensão evitam-se quedas e trambolhões, das quais podem resultar ferimentos vários, em alguns casos graves e serve também para facilitar a acessibilidade aos idosos e a pessoas com dificuldades motoras.
Outro, foi aquilo a que denominámos o Expresso de Famões e que consiste em ter um novo meio de transporte, rápido, versátil, económico e que una todos os bairros desta Freguesia. Devido à falta de transportes, à dispersão demográfica e dos serviços existentes, e, aos inúmeros declives, a implantação deste serviço iria com toda a certeza contribuir para melhorar e muito a qualidade de vida aqui em Famões.
Como vos disse anteriormente, a minha candidatura não foi motivada por qualquer interesse material, mas sim por uma profunda vontade de servir e de ajudar, por essa razão venho por este meio disponibilizar-me publicamente, para colaborar, em forma de voluntariado, na implantação destes 2 projectos, os quais considero de extrema utilidade para todos os Famoenses.
Por último, antes de terminar, quero mais uma vez desejar à actual direcção as maiores felicidades e dizer a todos os Famoenses que podem sempre contar comigo.
Obrigado por tudo;
Miguel Xara Brasil
Pires de Lima 'assume' oposição a Ribeiro e Castro

Foi o primeiro round de um combate político que, de forma cada vez mais evidente, terminará o mais tardar em 2007 numa disputa da liderança do CDS. E se o actual líder será um "reincidente" certo no próximo congresso electivo dos democratas-cristãos, o outro lado parece ter encontrado o nome do adversário - José Ribeiro e Castro versus António Pires de Lima é o duelo de nomes que dá rosto às duas tendências que, actualmente, dividem o CDS.Um cenário que ficou bem expresso no Conselho Nacional (CN) do partido, que decorreu este fim-de-semana, em Coimbra. Com as presidenciais como principal tema do encontro centrista, Pires de Lima foi a principal figura da oposição à proposta defendida pela estrutura directiva. Na sequência de várias declarações públicas contestando o que diz ser um "apoio cego" do CDS a Cavaco Silva, o deputado foi ao CN apresentar uma moção alternativa à de Ribeiro e Castro. Um documento que acabou por congregar os apoios dos nomes mais críticos da direcção.Contados os votos, a vantagem foi para o presidente do CDS (recolheu uma percentagem de 60% dos votos do CN, contra 40% de Pires de Lima), um facto que promete não incomodar os críticos. "Ainda é cedo" era, no sábado, uma expressão repetida por alguns dos nomes próximos da anterior direcção de Portas, que estiveram com Telmo Correia no último congresso, e que começam já a apontar Pires de Lima como o nome que se segue na disputa da liderança. E se este até foi tido como um "bom resultado", enquanto ponto de partida, ninguém antecipa quando será o ponto de chegada. O mesmo é dizer que o horizonte está no congresso de 2007... se não puder ser antes.Dois partidos. Mais até do que as presidenciais, foi a discussão das autárquicas que mostrou a que ponto direcção e oposição não se entendem. As críticas destes últimos foram duríssimas - discurso opaco, falta de uma mensagem política clara, falta de uma imagem de marca assumida. Precisamente a propósito das autárquicas, um diálogo entre o deputado João Rebelo e o igualmente deputado e vice-presidente do partido Miguel Anacoreta Correia ilustra bem duas visões do CDS. Versão futebolística do partido, segundo Anacoreta Correia - O CDS é como o "Belenenses ou a Académica São clubes simpáticos, as pessoas gostam deles, mas depois torcem pelo Benfica ou Sporting". Versão futebolística do CDS, segundo João Rebelo - "Neste momento, o CDS é um clube de bairro, com muito poucos adeptos". Num primeiro discurso sobre autárquicas e, depois, na intervenção que encerrou o Conselho Nacional, Ribeiro e Castro deu resposta a algumas das críticas e traçou o caminho para o futuro do CDS. O líder quer fazer uma aposta forte em termos de implantação territorial dos centristas, e reconhecendo que o partido nem sempre consegue passar a mensagem, defendeu que há que fazer um esforço nesse sentido.Dois pontos que podem decidir para que lado pendem as forças no CDS. Ribeiro e Castro tem reconhecidamente boa receptividade junto das bases - "fala bem para o partido", até os críticos o admitem - , uma área em que tem feito, aliás, um claro investimento, que promete reforçar. E são os militantes que escolhem o líder. Em congresso ou em eleições directas.Do outro lado, onde se destaca grande parte do grupo parlamentar, estão algumas das figuras mais reconhecidas e mais mediáticas do CDS, que têm vindo a reclamar que o partido está a perder expressão junto do eleitorado. Entre estes, Pires de Lima - que já admitiu que "um dia" gostaria de ser presidente do CDS - surge agora como a voz mais destacada. E depois de ter dito "não" à disputa da liderança no início deste ano, invocando razões profissionais, esta volta a ser a questão que deverá decidir se o deputado avançará ou não para uma candidatura à presidencia do CDS. Isto porque a Compal, empresa na qual é gestor, está actualmente em processo de venda. Pires de Lima é um dos quadros que poderá vir a adquirir a empresa, um cenário que a concretizar-se o deverá afastar de uma corrida à liderança do partido. Se o desfecho for outro, estará definitivamente encontrado o concorrente de Ribeiro e Castro.
Diário de Noticias
27/10/05
Conselho Nacional, é já este fim-de-semana.
O Conselho Nacional é já este fim-de-semana.
Vão-se discutir os resultados das autárquicas, vai-se discutir as reacções a esses mesmos resultados, vai-se discutir a estratégia e/ou a falta dela e vai-se discutir as presidenciais.
E muito assunto para tão pouco tempo e com tanta gente, faço votos à distancia para que seja produtivo e construtivo.
1º) Resultados têm que ser analisados por duas vertentes:
- Na vertente em que houve coligações com o PSD, em que de facto aí houveram bons resultados, resta saber qual o peso que o CDS aí teve e o que vai acontecer daqui a 4 anos, caso nesses locais tenha que concorrer sozinho.
- Na vertente em que não houveram coligações, para mim foi uma derrota pesadíssima. Fui cabeça de lista à Freguesia de Famões (Odivelas), aí obtivemos o terceiro melhor resultado, para o CDS, entre todos concelhos perto de Lisboa (só ficámos atrás de Caxias e Paço D’Arcos), só que o terceiro melhor resultado é 3,29%.
Para mim os resultados das autárquicas para o CDS foram desastrosos e desde já chamo a atenção, para que todas as pessoas do CDS que foram eleitas, em coligação com o PSD, não adormeçam à sombra da bananeira. Têm que trabalhar, mostrar trabalho e ter protagonismo, caso contrário daqui a 4 anos, tchau, tchau.
2º) Feita esta analise, vale o que vale, mas sei que não sou só eu que a tenho, penso que transformar uma derrota, pesadíssima por sinal, em vitória, não tem qualquer cabimento, são práticas de outros partidos que não o nosso.
3º) Só assumindo esta derrota, identificando e percebendo os erros todos que foram cometidos, incluindo os pessoais, é que podemos aspirar a ter melhores resultados nas próximas autárquicas.
4º) Quanto ás presidenciais, infelizmente e quanto a mim estão a tornar-se em eleições partidárias, o que não deveriam ser. Talvez por essa razão não me reveja em nenhuma das candidaturas, votar no Prof. Cavaco, só para derrotar a esquerda, embora já seja muito, sabe-me a pouco. Há neste momento assuntos de especial importância para Portugal a serem discutidos, uns que vão ser discutidos sem a presença de ninguém que defenda os nossos pontos de vista e outros que vão ser branqueados.
Não temos que ter medo de defender as nossas ideias e ideais, deveremos ter uma estratégia clara e inequívoca, não podemos deixar de ter voz, nem entregar a nossa voz ao Prof. Cavaco, porque ele não a vai querer, nem sei se a sabe ter.
Sou da opinião que deveremos ter uma candidatura própria, a qual até poderá desistir à ultima da hora, mas que caso seja bem aproveitada servirá para marcar uma posição sobre vários temas da actualidade.
Portugal precisa da nossa voz.
Vão-se discutir os resultados das autárquicas, vai-se discutir as reacções a esses mesmos resultados, vai-se discutir a estratégia e/ou a falta dela e vai-se discutir as presidenciais.
E muito assunto para tão pouco tempo e com tanta gente, faço votos à distancia para que seja produtivo e construtivo.
1º) Resultados têm que ser analisados por duas vertentes:
- Na vertente em que houve coligações com o PSD, em que de facto aí houveram bons resultados, resta saber qual o peso que o CDS aí teve e o que vai acontecer daqui a 4 anos, caso nesses locais tenha que concorrer sozinho.
- Na vertente em que não houveram coligações, para mim foi uma derrota pesadíssima. Fui cabeça de lista à Freguesia de Famões (Odivelas), aí obtivemos o terceiro melhor resultado, para o CDS, entre todos concelhos perto de Lisboa (só ficámos atrás de Caxias e Paço D’Arcos), só que o terceiro melhor resultado é 3,29%.
Para mim os resultados das autárquicas para o CDS foram desastrosos e desde já chamo a atenção, para que todas as pessoas do CDS que foram eleitas, em coligação com o PSD, não adormeçam à sombra da bananeira. Têm que trabalhar, mostrar trabalho e ter protagonismo, caso contrário daqui a 4 anos, tchau, tchau.
2º) Feita esta analise, vale o que vale, mas sei que não sou só eu que a tenho, penso que transformar uma derrota, pesadíssima por sinal, em vitória, não tem qualquer cabimento, são práticas de outros partidos que não o nosso.
3º) Só assumindo esta derrota, identificando e percebendo os erros todos que foram cometidos, incluindo os pessoais, é que podemos aspirar a ter melhores resultados nas próximas autárquicas.
4º) Quanto ás presidenciais, infelizmente e quanto a mim estão a tornar-se em eleições partidárias, o que não deveriam ser. Talvez por essa razão não me reveja em nenhuma das candidaturas, votar no Prof. Cavaco, só para derrotar a esquerda, embora já seja muito, sabe-me a pouco. Há neste momento assuntos de especial importância para Portugal a serem discutidos, uns que vão ser discutidos sem a presença de ninguém que defenda os nossos pontos de vista e outros que vão ser branqueados.
Não temos que ter medo de defender as nossas ideias e ideais, deveremos ter uma estratégia clara e inequívoca, não podemos deixar de ter voz, nem entregar a nossa voz ao Prof. Cavaco, porque ele não a vai querer, nem sei se a sabe ter.
Sou da opinião que deveremos ter uma candidatura própria, a qual até poderá desistir à ultima da hora, mas que caso seja bem aproveitada servirá para marcar uma posição sobre vários temas da actualidade.
Portugal precisa da nossa voz.
25/10/05
Cautela no CDS
Os nomes que, no CDS, têm vindo a pedir cautelas ao apoio do partido a Cavaco Silva querem conhecer o manifesto eleitoral do candidato à Presidência da República, para decidir a posição a assumir em Conselho Nacional. Alguns centristas ontem ouvidos pelo DN consideram que a declaração feita por Cavaco na última quinta-feira pouco adiantou quanto a questões que o CDS deve ter por fundamentais. A intervenção mais aguardada é, por isso, a da próxima quinta-feira, precisamente na véspera da reunião do órgão máximo entre congressos dos democratas-cristãos.Para João Rebelo, deputado que tem vindo a defender que o CDS devia reflectir sobre a hipótese de uma candidatura própria, a declaração de Cavaco Silva deixou ainda muitas incógnitas sobre os projectos do ex-primeiro-ministro para Belém. "Não achei no discurso nenhuma novidade, Cavaco Silva só foi explícito na questão da dissolução da Assembleia da República", diz o deputado, acrescentando aguardar outras intervenções do candidato à Presidência. João Rebelo diz continuar a defender uma candidatura própria do CDS - "a direita tinha espaço para isso" -, mas considera também que os prazos legais tornam agora esta solução mais complicada. Sobretudo pelo agendamento tardio do Conselho Nacional. Também Pires de Lima, que defende o apoio a Cavaco sob condições, afirma que o candidato não esclareceu ontem nenhuma das questões que o CDS deve salvaguardar, pelo que "não é possível tomar ainda uma decisão minimamente objectiva".O líder do partido, José Ribeiro e Castro, remeteu a decisão final sobre o apoio do CDS a Cavaco Silva para o Conselho Nacional, já no próximo fim-de-semana, sendo que esta será a posição defendida pela direcção do CDS.
in Diário de Noticias
in Diário de Noticias
17/10/05
Em Prol da Lingua Portuguesa
Subscrevo também o abaixo assinado dirigido à FIFA, expondo o seguinte:Considerando o facto de estarem apuradas para o fase final do Campeonato do Mundo de Futebol do próximo ano, na Alemanha, três selecções de futebol (Portugal, Brasil e Angola) de países cuja língua oficial é a língua Portuguesa, e, como tal, existir um universo de 200 milhões de pessoas que utilizam a dita língua como "língua materna", constituindo-se assim um vasto universo de pessoas interessadas em consultar a página oficial da FIFA, que presumo seja da vossa responsabilidade, solicito tomem as diligencias necessárias para que a referida página web seja também apresentada em Português. Façam o favor de assinar a petição em marcha.
13/10/05
Balanço de Resultados Eleitorais Autárquicos de Odivelas
A Comissão Política Concelhia de Odivelas do CDS-PP considera que os resultados Eleitorais Autárquicos do passado dia 9 de Outubro de 2005 não corresponderam às expectativas e objectivos criados.
O CDS-PP, ao longo destes últimos 4 anos, desenvolveu uma acção política séria como única força de oposição ao Executivo PS-PSD-CDU, nomeadamente com a apresentação de um conjunto de propostas objectivas e capazes de melhorar a qualidade de vida de Odivelas e dos Odivelenses:
- A proposta de não aprovação de novas urbanizações até à finalização do novo PDM;
- As propostas do PDM para a definição das áreas estratégicas em vários quadrantes, desde urbanísticos, económicos, sociais, ambientais, etc.;
- Propusémos uma Comissão de Inquérito de avaliação dos Concursos Públicos para a requalificação de Odivelas com o programa PROQUAL;
- A Proposta de Criação do Conselho Municipal de Juventude, uma iniciativa que provou ser uma medida bastante correcta para o futuro da Juventude de Odivelas;
- A Demonstração com casos práticos do que são as Novas Tecnologias em prol do cidadão e em prol da optimização dos processos e recursos das Câmaras, eliminando a burocracia que esta Câmara é também paradigma;
- A Proposta da Criação de um Verdadeiro Jardim Municipal capaz de servir os odivelenses, para bem da sua Qualidade de Vida que muito deficitária está, e naturalmente, com a preocupação ambiental que é inexistente deste Executivo Camarário;
- As Propostas de Regras Urbanísticas e na relação com os Promotores Urbanísticos.
Estas foram algumas das intervenções do CDS-PP nestes 4 anos, quer na Assembleia Municipal, quer nas Comissões do Poder Local, da Justiça, da Saúde, das Acessibilidades, da Juventude, da Cultura, etc.
Estamos certos e conscientes que desenvolvemos sempre o nosso trabalho com o objectivo de melhorar Odivelas.
Iremos certamente continuar a desenvolver o nosso trabalhar, de uma melhor forma ainda, pois o que nos move é Odivelas e o seu bem estar.
Iremos estar atentos aos desenrolar do próximo Executivo Municipal nos próximos 4 anos.
Iremos realizar propostas e actividades capazes de melhorar a Qualidade de Vida de Odivelas.
Nestes 4 anos, o CDS mostrou a sua marca e irá mostra-la ainda com mais vigor nos próximos 4 anos. Mostrou que a marca democrata-cristão é uma mais valia na sociedade. Mostrou que não tem receio de discursar em qualquer local ou em qualquer iniciativa, mesmo que isso crie algum incómodo às outras forças políticas. Mostrou que aqueles votaram CDS não se sentiram certamente defraudados pela política de responsabilidade que norteia o CDS.
Um muito obrigado a todos os Odivelenses.
Comissão Política Concelhia
Do CDS-Partido Popular de Odivelas
O CDS-PP, ao longo destes últimos 4 anos, desenvolveu uma acção política séria como única força de oposição ao Executivo PS-PSD-CDU, nomeadamente com a apresentação de um conjunto de propostas objectivas e capazes de melhorar a qualidade de vida de Odivelas e dos Odivelenses:
- A proposta de não aprovação de novas urbanizações até à finalização do novo PDM;
- As propostas do PDM para a definição das áreas estratégicas em vários quadrantes, desde urbanísticos, económicos, sociais, ambientais, etc.;
- Propusémos uma Comissão de Inquérito de avaliação dos Concursos Públicos para a requalificação de Odivelas com o programa PROQUAL;
- A Proposta de Criação do Conselho Municipal de Juventude, uma iniciativa que provou ser uma medida bastante correcta para o futuro da Juventude de Odivelas;
- A Demonstração com casos práticos do que são as Novas Tecnologias em prol do cidadão e em prol da optimização dos processos e recursos das Câmaras, eliminando a burocracia que esta Câmara é também paradigma;
- A Proposta da Criação de um Verdadeiro Jardim Municipal capaz de servir os odivelenses, para bem da sua Qualidade de Vida que muito deficitária está, e naturalmente, com a preocupação ambiental que é inexistente deste Executivo Camarário;
- As Propostas de Regras Urbanísticas e na relação com os Promotores Urbanísticos.
Estas foram algumas das intervenções do CDS-PP nestes 4 anos, quer na Assembleia Municipal, quer nas Comissões do Poder Local, da Justiça, da Saúde, das Acessibilidades, da Juventude, da Cultura, etc.
Estamos certos e conscientes que desenvolvemos sempre o nosso trabalho com o objectivo de melhorar Odivelas.
Iremos certamente continuar a desenvolver o nosso trabalhar, de uma melhor forma ainda, pois o que nos move é Odivelas e o seu bem estar.
Iremos estar atentos aos desenrolar do próximo Executivo Municipal nos próximos 4 anos.
Iremos realizar propostas e actividades capazes de melhorar a Qualidade de Vida de Odivelas.
Nestes 4 anos, o CDS mostrou a sua marca e irá mostra-la ainda com mais vigor nos próximos 4 anos. Mostrou que a marca democrata-cristão é uma mais valia na sociedade. Mostrou que não tem receio de discursar em qualquer local ou em qualquer iniciativa, mesmo que isso crie algum incómodo às outras forças políticas. Mostrou que aqueles votaram CDS não se sentiram certamente defraudados pela política de responsabilidade que norteia o CDS.
Um muito obrigado a todos os Odivelenses.
Comissão Política Concelhia
Do CDS-Partido Popular de Odivelas
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