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17/01/12

Governo - Um marco importante.

O Governo conseguiu hoje, após uma negociação demorada e muito difícil, numa altura especialmente delicada para o País, a obtenção do tão falado acordo de concertação social.

Está de parabéns o Governo, todos os participantes neste acordo (sindicatos e patrões) e muito particularmente Álvaro Santos Pereira, Ministro da Economia e do Emprego.



17/08/11

Entrevista a Pedro Mota Soares

Veja aqui a entrevista que Pedro Mota Soares deu à revista Visão. Ele é o primeiro ministro, a par de Assunção Cristas, nascido depois do 25 de Abril e com toda a certeza o seu trabalho irá deixar uma marca muito positiva junto dos mais desfavorecidos.

25/04/11

O 25 de Abril de hoje.

Embora tenha para mim o 25 de Novembro como uma data mais importante, foi essa que realmente nos deu a liberdade e a independência, entendo a importância do 25 de Abril, até porque sem esta provavelmente não teria havido a outra.

Pelo cargo que exerço deveria estar presente e até discursar numa das muitas cerimónias que haverá hoje por este País fora e que faz alusão à data. Contudo, por princípio pessoal , em relação a uma questão com a qual não posso em consciência concordar e com a qual não posso pactuar, hoje não estarei presente no meu habitual lugar.

De qualquer das formas se estivesse a minha intervenção não seria muito diferente da que fiz há uns dias.

19/04/11

Paulo Portas: "Interesse nacional é muito mais importante que as lutas partidárias"







Participe.

No blogue Um Rumo está a decorrer uma votação com o objectivo de apurar se os portugueses acreditam mais em sondagens ou na previsões do tempo, eu acredito mais na previsão do tempo e você?

Clique aqui e sem qualquer custo ou imposto vote.

18/04/11

"Em 40 anos o P.S. levou 3 vezes o país à falência"

O sociólogo e historiador, Manuel Villaverde Cabral, acredita que José Sócrates ainda pode sair vitorioso das próximas eleições legislativas. Isto, apesar de o primeiro-ministro demissionário, segundo defende, ter mentido “todos os dias e com todos os dentes que tem na boca”.

Na entrevista que concedeu ao Correio da Manhã, Manuel Vilaverde Cabral vai mais longe e afirma mesmo, "como se o partido socialista não fosse o partido do FMI em Portugal, que levou o País à ruína três vezes em menos de 40 anos."

11/04/11

Intervenção do CDS na Assembleia Municipal de Odivelas.

Não é costume a bancada do CDS-PP aqui nesta Assembleia Municipal manifestar-se sobre acontecimentos nacionais, creio que nunca o fizemos, mas a circunstâncias actuais e a gravidade da mesma obrigam-nos a que o façamos pela primeira vez.

A passada quarta-feira dia 6 de Abril ficará marcada simbolicamente na História de Portugal como uma das datas mais negras da já longa História de Portugal.

Ficou marcada porque corresponde exactamente ao dia em que ficou provada a falência de várias politicas que têm sido seguidas ao longo dos últimos anos em Portugal.

A politica do facilitismo, a politica da mentira, a politica da ilusão e do faz de conta, a politica em que se tira a quem trabalha para dar a quem nada quer fazer, a politica da impunidade, a politica do pouco rigor económico, a politica feita sem que se valorize o que é de todos, a politica do clientelismo, a politica do egocentrismo, a politica oca, feita apenas para consumo mediático e eleitoralista, deu no que deu. Deu no que se estava à espera, deu na falência do estado, deu no pedido de ajuda externa e consequentemente deu na perca da pouca autonomia que ainda nos restava ou que julgávamos restar.

É fácil apontar hoje o dedo a um responsável ou alguns responsáveis máximos sobre esta situação, é mesmo muito fácil e eles são-no com toda a certeza. Defendemos inclusivamente que lhes deviam ser assacadas responsabilidades e caso ficassem provados erros de gestão danosa deveriam ser condenados criminalmente, não temos e não tenho qualquer dúvida a esse respeito. O sofrimento que foi e está a ser causado a milhares de pessoas e de famílias a isso obrigava.

Caros colegas;
é certo que alguns, pelas funções que exercem têm mais responsabilidades, mas será que nós todos aqui presentes, que a nossa geração, sim a nossa geração, não tem grandes responsabilidades nisto?

Será que o 25 de Abril que tantos se orgulham, foi feito para isto, foi feito para causar tanta miséria, tanto sofrimento e tanta angústia?

Será que é legitimo as pessoas, em vez de esperarem que o dia de amanhã seja melhor que o de hoje, andem possuídos pela ideia que o de amanhã vai ser pior que o dia de hoje?

Será que nós e já vamos no segundo pedido de apoio ao FMI desde essa data, não temos a responsabilidade suficiente para vivermos em democracia?

Chegou a altura de todos, todos sem excepção, e nós, que temos menos responsabilidade que os governantes da nação, é certo, mas que temos mais responsabilidade que o comum do cidadão, colocarmos a mão na consciência, reflectir e alterarmos o nosso comportamento face às politicas que são seguidas.

É que à semelhança do que se passou com o país, o qual faliu, também este município, caso não se altere a forma de o gerir, mais cedo ou mais tarde será declarado tecnicamente falido.

Chegou a altura, se é que ainda vamos a tempo, de tentarmos de uma vez por todas evitar o descalabro que se avizinha e fazermos definitivamente na política aquilo que de mais nobre podemos fazer, lutar em primeiro lugar pela comunidade.


08/04/11

Paulo Portas sobre o pedido de ajuda externa

Paulo Portas fez ontem uma declaração sobre o pedido de ajuda externa que Portugal solicitou. Na sua intervenção afirmou que face às circunstâncias, para que Portugal conseguisse honrar os seus compromissos, este pedido de ajuda foi inevitável e também foi claro ao avisar, de forma clara e inequivoca, que a recuperação que urge fazer não vai ser fácil, disse mesmo: vai ser um caminho longo e penoso.

Da sua declaração retive 3 pontos, os quais passo a transcrever:

1º) Portugal vai ter eleições dentro de dois meses. O CDS pode concordar com um pedido de ajuda de emergência para uma situação de emergência; mas não concordaremos que esse pedido substitua a escolha livre que os portugueses farão do seu destino.

2º) Acresce que o verdadeiro debate nestas eleições é, exactamente o que tenho procurado referir: pagar o que devemos, sanear as finanças, promover o crescimento económico e evitar o mais possível a exclusão social. 

3º) O CDS não pactua com obras ou projectos que agravem a dívida; o CDS não descuidará o crescimento económico, sem o qual não há criação de emprego; o CDS é exigente na questão social quando estamos a falar dos mais pobres; o CDS é independente para exigir a efectiva reforma do Estado, das empresas públicas, dos serviços públicos e dos institutos públicos, porque sabemos que é a despesa que tem de caber na receita e não a receita que tem de ir atrás da despesa; o CDS sabe que é preciso equidade social e fiscal quando se pede austeridade. Ou se dá o exemplo ou ninguém acredita.
 

31/03/11

INE - O Deficit de 2010 é de 8.6%.

O que já se vinha falando e o que I.N.E. confirmou hoje, afinal o déficit de 2010 não foi de 6,8% do PIB, mas sim de 8.6%.

Com este engano ficámos com a certeza que estamos pior hoje que ontem, é que para além de todos os outros erros que colocaram o País na situação em que se encontra, este provoca ainda mais desconfiança nos mercados internacionais.

30/03/11

Constituição da República Portuguesa - O PREÂMBULO.

PREÂMBULO

A 25 de Abril de 1974, o Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos, derrubou o regime fascista.

Libertar Portugal da ditadura, da opressão e do colonialismo representou uma transformação revolucionária e o início de uma viragem histórica da sociedade portuguesa.

A Revolução restituiu aos Portugueses os direitos e liberdades fundamentais. No exercício destes direitos e liberdades, os legítimos representantes do povo reúnem-se para elaborar uma Constituição que corresponde às aspirações do país.

A Assembleia Constituinte afirma a decisão do povo português de defender a independência nacional, de garantir os direitos fundamentais dos cidadãos, de estabelecer os princípios basilares da democracia, de assegurar o primado do Estado de Direito democrático e de abrir caminho para uma sociedade socialista, no respeito da vontade do povo português, tendo em vista a construção de um país mais livre, mais justo e mais fraterno.

A Assembleia Constituinte, reunida na sessão plenária de 2 de Abril de 1976, aprova e decreta a seguinte Constituição da República Portuguesa:
......
......

Palvras para quê ????????????????

24/03/11

Presente! Com a convicção que o CDS é a solução.


Com o pedido de demissão apresentado ontem pelo Primeiro-Ministro, o qual com a sua arrogância, pretenciosismo e erros sucessivos colocou o país num estado calamitoso e sem credibilidade nos mercados internacionais, teremos muito em breve eleições legislativas.

Com as consciência que temos o melhor líder, a melhor equipa, que teremos o melhor programa, que temos um enorme distanciamento das clientelas e caciques, e que foi um partido que nos últimos seis anos fez um trabalho de qualidade ímpar, no qual demonstrou uma coerência sem limites, a Concelhia de Odivelas estará presente na campanha que aí vem com um empenho e uma convicção redobrada.

Pelo que acima expus estamos convictos que somos a solução para Portugal.

23/03/11

O dia de hoje na Assembleia da República.


Para quem como eu não teve a possibilidade de assistir ao dia de hoje na Assembleia da República, tem aqui um resumo das intervenções onde pode ver um resumo daquilo que de mais significativo se passou.

26/01/11

"Deixa andar", deixa!

O Ministro Rui Pereira deve ser daqueles que fãs do lema "deixa andar". Digo isto ao pensar que blindados que foram comprados à pressa, por ajuste directo, para a cimeira da NATO, chegaram atrasados e porque agora, segundo parece também não deu ouvidos ao DGAI, quando pediu um reforço de verba para a organização deste acto eleitoral. Por último, depois de ter provocado um dos mais sérios, ou pelo menos mais visíveis ataques à democracia que Abril consagrou e que os socialistas tanto proclamam, ficou caladinho que nem um rato, fiel ao lema - "deixa andar".

Pode ser também, que ande preocupado, sem que o possa dizer, com outras coisas. Por exemplo, com as viagens pouco produtivas que alguém que lhe está muito perto faz permanentemente ao estrangeiro.

Quem não ficou indiferente foi o Deputado Nuno Magalhães, ele que não gosta nada do "deixa andar" já pediu a demissão do Ministro Rui Pereira.

22/01/11

Violência Escolar: aprovados projectos do CDS.


O CDS parece que continua a ser o único partido que se preocupa com a segurança, esta semana foram aprovadas na Assembleia da República duas propostas relacionadas com a escola-segura. Uma tem como objectivo reforçar os meios humanos e materiais, a outra fazer com que o governe envie à Assembleia da República relatórios semestrais.

Uma outra proposta do CDS-PP, que consagrava o crime da violência escolar, foi rejeitada, com os votos contra do BE, PCP e PEV e também dos dois deputados socialistas Vera Jardim e Sousa Pinto.

Sobre este último ponto e sabendo que este é um assunto para ao qual a extrema-esquerda não sabe dar resposta e que os socialistas também têm muita dificuldade, questiono no entanto a actuação do PSD - será que também não tem resposta para os problemas da segurança?

09/01/11

… vai ser bem mais difícil! (5)

2001- O Problema o económico
Investimentos antigos/Captação de empresas estrangeiras.



Incapazes de investir no que quer que fosse a longo prazo, isso não trás resultados eleitorais, os nossos governantes investiram basicamente em Obras públicas megalómanas (desajustadas às necessidades), muitas vezes mal projectadas e quase sempre mal orçamentadas. Obras essas, que criaram à época trabalho/empregos periódicos a muitas pessoas (grande parte imigrantes), mas que não geraram condições para aumentar de forma consistente a produção nacional, nem tão pouco garantiram condições para a criação de postos de trabalho duradouros, como aliás está à vista de todos. Para além disso, convém não esquecer, foram obras que não são auto-sustentáveis, por isso serviram também para aumentar a despesa corrente do estado.

Como exemplo, posso dar a quantidade enorme de Auto-estradas que foram construídas (muitas delas sem portagem), o C.C.B., a Caixa Geral de Depósitos, a Expo, os Estádios para o Euro, a Casa da Música e a Estação de Metro do Terreiro do Paço).

Estes investimentos enriqueceram alguns grupos económicos, proporcionaram a melhoria significativa do nível de vida a algumas pessoas, criaram milhares e milhares de postos de trabalho durante um determinado período de tempo (tantos que assistimos a um enorme fluxo de imigração), mas não potenciaram um crescimento económico sustentável.

Para além destes investimentos, verdade seja dita, houve uma procura e até investimento na captação de empresas estrangeiras.


Esta é outro investimento no qual levanto algumas dúvidas, mas para os quais não tenho elementos suficientes que me permitam dar uma resposta suficientemente fundamentada.

Se por um lado é verdade que com a vinda de muitas destas empresas se criaram milhares de novos postos de trabalho, nestes casos, muitas vezes, mais qualificados que nas obras e com uma perspectiva mais duradoura, também se questiona quais os apoio e respectivos montantes, as garantias face a esses montantes e se face aos apoios concedidos, os empresários portugueses não ficaram prejudicados?

Como digo faltam-me alguns elementos para poder aprofundar este tema, mas por exemplo, a isenções de alguns impostos, a qual sei que em alguns casos aconteceu, leva-me a questionar:
1 - se por um lado não prejudicou empresas portuguesas que embora actuando no mesmo sector não tiveram este beneficio;
2 - qual montante do encaixe financeiro do estado que é proveniente destas empresas.

Seja como for a verdade é que estes investimentos e outros que possam ter existido, não proporcionaram o crescimento económico que teria sido fundamental face ao aumento das despesas. Para além disso há a salientar a destruição de grande parte da nossa força produtiva, nomeadamente da agricultura, da pesca e da indústria.

Podemos concluir, que também neste aspecto, os nossos governantes, por incompetência, por falta de honestidade intelectual, por falta de espírito patriótico e/ou missionário à frente dos destinos do nosso país, ou por qualquer outro razão, estiveram longe de terem exercidos as suas funções com algum tipo de distinção positiva, muito pelo contrário.

07/01/11

Segurança, como é que não havemos de nos preocupar.


Como todas sabem há muitos anos que o CDS tem alertado para a questão da segurança, tanto na forma como se combate o crime, como no apoio que é fundamental dar às forças policiais.

Ainda há quem diga que não concorda, mas pergunto:

- Como é que alguém pode sonhar com segurança, quando há situações tão surreais como esta?