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23/11/11
Famões - Imagens que se repetem há anos.
Este filme tem um ano, mas este problema subsiste há anos e a nossa luta sobre esta questão já vem de 2005.
Mesmo depois de ter sido aprovada há uma ano em Assembleia Municipal uma proposta para estudar a resolução desta situação, ainda nada avançou, por isso questionamos:
Mesmo depois de ter sido aprovada há uma ano em Assembleia Municipal uma proposta para estudar a resolução desta situação, ainda nada avançou, por isso questionamos:
Sará que ainda não chegou o tempo de a corrigir?
05/10/11
Assembleia Municipal de Odivelas: Resposta um.
Houve perguntas às quais não foram dadas respostas, mas à pergunta sobre as minutas de contratos entre a Câmara e alguns advogados, foi respondido que era uma minuta para anulação de contrato.
Estranhamos e aguardamos para compreender, é que não estamos a ver quais os contratos que serão alvo desta anulação.
Estranhamos e aguardamos para compreender, é que não estamos a ver quais os contratos que serão alvo desta anulação.
Sem respostas:
O Deputado do CDS-PP Xara Brasil fez algumas questões no decorrer desta Assembleia Municipal, às quais não foram dadas respostas:
- qual a actual situação do Parque Egas Moniz, taxa de ocupação e resultados?
- a que é que se referem os 30.000 euros para um work shop?
- qual a actual situação do Parque Egas Moniz, taxa de ocupação e resultados?
- a que é que se referem os 30.000 euros para um work shop?
28/09/11
Xara-Brasil - "Avalie-se já o actual mapa autárquico"
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| Xara-Brasil - Assembleia Municipal de Odivelas |
Na última reunião da Assembleia Municipal de Odivelas, Xara-Brasil, sugeriu que seja feita um estudo sério sobre o actual mapa autárquico.
Na sua intervenção disse:"é melhor fazer-se um estudo sério e rigoroso sobre qual a melhor solução para o concelho, do que esperar pela régua, esquadro, compasso e calculadora que vai ser utilizada pelo poder central para o fazer." a concluir este tema acrescentou, "tem que haver por parte desta Câmara capacidade de antecipação".
03/06/11
História de adultos contada a crianças.
História de adultos contada a crianças.
No outro dia, estávamos vários amigos de longa data a almoçar, todos com as respectivas famílias e o tema da conversa, dada a altura em que estamos e o facto de eu andar nestas andanças, era precisamente sobre política.
Numa mesa estavam os adultos (cerca de 20), na outra, um pouco distante estavam as crianças, cerca de 30 a 40, com idades compreendidas entre os 6 e os 16 anos. Às tantas fomos surpreendidos por um deles que chegou à nossa mesa e disse com um ar muito perspicaz “sabem, nós também estamos todos falar sobre política, mas estamos todos já com algumas dúvidas e por isso gostava que fossem lá explicar-nos quem é que deve ganhar as eleições e porquê”.
Todos rimos, ouviram-se umas piadas de ocasião e disseram – “Xara, tens que ser tu”.
Um pouco embaraçado, sem saber bem como havia de fazer para que todos, desde o mais novo ao mais velho percebessem, lá comecei.
“Imaginemos que estávamos todos a fazer uma viagem de barco. Tínhamos saído com o mar relativamente calmo, mas à medida que o tempo foi passando, tudo foi ficando cada vez mais perigoso e que pelo facto do comandante ter feito muitas asneiras a viagem ainda se tornou mais e mais difícil.
Tantas foram as asneiras que o barco começou a meter água, o que como sabem o poderia levar ao fundo. Mesmo quando o mar parecia mais calmo, porque o comandante Zé estava desnorteado, as asneiras sucediam-se e a água continuava a entrar.
Para piorar as coisas, o comandante Zé convencido que nada fazia de errado e como se não bastasse, mentia.
A tal ponto, que chegou a afirmar que a tempestade já tinha acabado. Mas, logo a seguir apareceu um temporal ainda maior.
Perante este cenário de medo, insegurança e falta de confiança no comandante, quando já havia mortos e feridos, quando alguns já tinham caído à água e outros se atiravam ao mar, apenas alguns, embora cambaleando, tentavam resistir, só os que estavam bem instalados e com coletes salva-vidas pareciam continuar na maior.
Enfim, era um cenário de terror e horror.
Às tantas o barco encontrou um pequeno rochedo, porque tinham pouca comida a bordo e algumas avarias muito graves, mesmo sabendo que não tinham dinheiro a bordo, o Zé resolveu atracar.
O rochedo, no qual era quase impossível viver e onde muitos daqueles que se tinham atirado ao mar já se encontravam, pertencia a um senhor a quem já lhes tinha sido contada a história desta maldita viagem e ao qual o comandante deste navio, o Zé, já tinha feito muitas promessas sem que alguma vez as tivesse cumprido.
Nesse rochedo estavam mais dois barcos:
Um que parecia ter acabado de chegar, lá dentro havia um enorme nervosismo, cada membro da tripulação dizia uma coisa diferente e, pese o facto do suposto comandante Pedro, os tentar acalmar e se multiplicar em inúmeras justificações, ninguém se entendia, nem sequer quanto à rota a tomar para chegar a bom porto.
Outro, onde cada um sabia muito bem o que tinha que fazer, qual a sua tarefa especifica e onde todos sabiam qual o porto onde queriam chegar, era dirigido pelo comandante Paulo.
Perante esta situação, imaginado que o Zé era Sócrates, que o Pedro era o Passos Coelho e que o Paulo é o Portas, qual dos comandantes e qual dos barcos escolherias para continuar esta viagem?”
Este é o cenário com que nos deparamos, estas são as alternativas que temos pela frente e no Domingo é o momento.
Publicado em: Jornal Nova Odivelas - Pag. 6 - Pode haver luz.
25/04/11
O 25 de Abril de hoje.
Embora tenha para mim o 25 de Novembro como uma data mais importante, foi essa que realmente nos deu a liberdade e a independência, entendo a importância do 25 de Abril, até porque sem esta provavelmente não teria havido a outra.
Pelo cargo que exerço deveria estar presente e até discursar numa das muitas cerimónias que haverá hoje por este País fora e que faz alusão à data. Contudo, por princípio pessoal , em relação a uma questão com a qual não posso em consciência concordar e com a qual não posso pactuar, hoje não estarei presente no meu habitual lugar.
De qualquer das formas se estivesse a minha intervenção não seria muito diferente da que fiz há uns dias.
02/04/11
Petição já foi entregue.
A Petição para abertura ao Público do Mosteiro de Odivelas já foi entregue na Assembleia da República. Para o efeito o Dr. Jaime Gama concedeu uma audiência na qual Xara-Brasil (Presidente da Concelhia do CDS de Odivelas), Paulo Aido (Vereador da C.M. de Odivelas), Madalena Varela (das maiores activistas do Pensar Odivelas) e Maria Máxima Vaz (Historiadora), entregaram para além de documentação diversa um dossier com cerca de 6.500 assinaturas.
Esta foi sem dúvida uma data importante para a Cidade, para o Concelho e para a população de Odivelas.
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