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03/10/12

Instituto de Odivelas: Moção do CDS aprovada em Assembleia Municipal (2).

Mariana Cascais - Deputada do CDS na A. Municipal

A bancada do CDS/PP na Assembleia Municipal, pela mão da sua Deputada Mariana Cascais, apresentou uma moção, a qual demonstra a enorme perca poderá significar para Odivelas, vários níveis, o encerramento do Instituto de Odivelas, tal como está a ser equacionado pelo Ministério da Defesa.

Argumenta esta Moção que um hipotético encerramento, para além, dos inquestionáveis prejuízos que representa na dinâmica do centro histórico da cidade de Odivelas, quer estejamos a falar do ponto de vista educacional, cultural, social ou económico, significa também para o País uma perca a vários níveis. Entendem os centristas que este equipamento pode ser uma mais-valia em termos de política externa (forma alunas oriundas de países de língua portuguesa que serão no futuro quadros superiores e decisores desse países), num modelo de ensino que tem dado excelentes resultados em termos académicos e ainda na obra social que lhe está umbilicalmente ligada que é promovida pelas antigas alunas.

Esta Moção que foi aprovado com os votos do CDS, PSD, PS e MPT será entregue a várias entidades da Administração Central, entre os quais o Presidente da República, Líderes das Bancadas Parlamentares da Assembleia da República, Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa.

Para ver esta Moção clique aqui.

 




28/04/11

Teresa Caeiro em Odivelas - É já hoje!


É já hoje à noite, a partir das 20.45, no Centro de Exposições de Odivelas que Teresa Caeiro, Paulo Aido e Mariana Cascais estarão em Odivelas para uma conversa informal com amigos e simpatizantes.

Desde já convido todos os que queiram participar nesta conversa, apareça.

Até logo!



27/04/11

Teresa Caeiro em Odivelas - É já amanhã e já há mais confirmações.

Conforme já noticiámos a Dr.ª Teresa Caeiro estará amanhã à noite em Odivelas para uma conversa informal com militantes, simpatizante e apoiantes, Paulo Aido e Mariana Cascais, também já confirmaram a presença. 




27/02/11

Mariana Cascais no Fórmula Resolvente.


A deputada do CDS-PP na Assembleia Municipal de Odivelas, a Prof. Mariana Cascais, esteve esta semana no Fórmula Resolvente a debater a Regionalização. Na sua primeira intervenção, que é de tema livre focou a quetão da Petição para a abertura ao público do Mosteiro de Odivelas, para ver e ouvir pode clicar aqui.

17/12/10

Dias ocupados!


De facto, tanto os meus dias, como os da Dr.ª Mariana Cascais, têm sido ocupadissimos, são reuniões, umas atrás das outras, para além de centenas de documentos/papeis para analisar e estudar.

Para que tenham ideia, ontem à tarde tive duas Comissões, à noite ainda estive no Olival onde participei no Informalidades (resumo) e depois disso fiquei até às 6.00 AM a preparar a Assembleia Municipal desta tarde (quinta-feira), a qual continua hoje (sexta) e que provavelmente só terminará na próxima segunda-feira.

Como der costume daremos toda a informação logo que nos seja possível.

13/12/10

O trabalho do CDS na imprensa local.


O trabalho que o CDS-PP tem vindo a desenvolver em Odivelas continua a ser destacado na imprensa local, desta vez as atenções foram para as intervenções de Mariana Cascais e de Xara-Brasil na Assembleia Municipal.
As questões levantadas no último P.A.O.D., as quais na sua grande maioria ficaram sem resposta, nomeadamente todas as relacionadas com a saúde e com a perspectiva de retorno quanto ao investimento na promoção da marmelada, estão evidenciadas tanto no Diário de Odivelas, como no odivelas.com, neste último com imagens de video.

As imagens reproduzidas no odivelas.com são esclarecedoras quanto à falta de resposta por parte do executivo às questões levantadas, como sobretudo relevam uma enorme falta de senso e até de seriedade por parte do Sr. Presidente da Junta de Freguesia de Famões.

17/11/10

Teresa Caeiro e Telmo Correia estiveram em Odivelas.

Tal como estava previsto e anunciado ontem tínhamos a Deputada Teresa Caeiro para nos acompanhar nas visitas que com regularidade costumamos fazer no Concelho.

À presença da Dr.ª Teresa Caeiro, a qual já estava planeada, o Dr. Telmo Correia, que para além de Deputado é Presidente da Distrital do CDS e porque tinha uma enorme vontade em estar presente, conseguiu alterar a sua agenda e acompanhar-nos nesta visita.

O local de encontro foi marcado simbolicamente na zona histórica da Cidade, junto ao Mosteiro de S. Dinis e S. Bernardo, mais precisamente na Pastelaria Faruque, onde ao pequeno-almoço houve, como não podia deixar de ser quadradinhos de Marmelada. Nesse primeiro momento foram realçadas as dificuldades que atravessam a maioria dos comerciantes do Concelho e a necessidade de recorrer à história, cultura, tradições e às marcas para dinamizar o Comércio Local.

Seguiu-se um pequeno percurso a pé até ao Lar de Idosos da Segurança Social, o qual foi aproveitado para fazer uma pequena visita à lindíssima Igreja Matriz de Odivelas.

A primeira visita institucional foi precisamente ao Lar de Idosos da Segurança Social. Aqui, depois de uma vista guiada, a comitiva do CDS, a qual, para além dos deputados Teresa Caeiro e Telmo Correia, era composta por Mariana Cascais, Fátima Pires, Armindo Cardoso e Xara-Brasil, reuniu-se com Sr. Director desta instituição, Joaquim Lourenço.

Nessa reunião o tema central foi a possível passagem destes serviços para a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa e as suas possíveis consequências.

Seguiu-se uma visita ao Centro de Convívio Sénior da Junta de Freguesia de Odivelas, a qual está sob a tutela da Vogal Fátima Pires. Aqui, a comitiva inteirou-se do extraordinário trabalho que está a ser feito e testemunhou a motivação das pessoas que lá trabalham, como a satisfação dos utentes que lá se encontravam.

Por último, visitámos o Centro de Dia da Urmeira, onde toda a comitiva ficou emocionada com o trabalho que ali é desenvolvido e pela forma como foi recebida.


O que todos destacaram nesta visita, foi o empenho, a vontade, a dedicação e o profissionalismo demonstrado por todos os responsáveis e funcionários das diferentes instituições, o qual permite, que mesmo sem grandes condições logísticas, dignifiquem a vida de todos aqueles que recorrem a estes serviços.

03/05/10

25 de Abril - Discurso de Mariana Cascais na A. M. de Odivelas.


Falar de Abril ainda é para muitos portugueses falar de esperança num país que, em todo o caso, continua por cumprir. Ao CDS cabe uma parte dessa esperança e da responsabilidade de fazer cumprir Portugal.

A 25 de Abril de 1974 eu vivia num Alentejo tradicional, que as primeiras horas do que seria uma revolução colheram totalmente de surpresa. Sucederam-se então acções e reacções diversas, mais ou menos inesperadas, num processo que suscitaria um sem número de emoções contraditórias

E Portugal foi acontecendo, num projecto de democracia que se fazia de mudanças emergentes, de manifestações, e se acrescentava em canções que a liberdade desobrigava do rigor semântico que a qualidade exige.

O país assistia todos os dias à escalada de uma classe média até então incipiente, à consolidação de uma mobilidade social que se fazia de oportunidades e à participação crescente das mulheres na sociedade.

Sucederam-se nacionalizações e saneamentos, e uma reforma agrária que serviu a poucos e que o Alentejo ainda não acabou de pagar.

A ausência de planeamento foi impeditiva da avaliação dos custos que a Europa haveria de pagar; a Europa das oportunidades e dos apoios que mascaravam a incompetência de sucessivos governos e disfarçavam uma espécie de democracia que não passava da adolescência.

Procurou-se dotar o país de infra-estruturas em falta e, efectivamente, elas estão aí.

Contudo, não se investiu em sectores capazes de reproduzir esses investimentos; as pequenas empresas não foram suficientemente incentivadas, e são elas que claramente suportam o desenvolvimento; o desenvolvimento local deixou escapar a sua oportunidade e não se autonomizou o suficiente para fazer esquecer a questão eventual de uma regionalização com custos incomportáveis; as políticas sociais não estimularam o trabalho, antes empurraram para o facilitismo do rendimento mínimo.

Os responsáveis desacreditaram-se, perante uma população sem capacidade para tornar real a democracia participativa que todos queremos.

Dos compadrios e da corrupção passámos para uma sociedade que precisa de escutas e de videovigilância, porque a educação para a cidadania não sobrevive às situações de desemprego e marginalidade que a imigração sem regras agravou.

Falta ainda explicar aos portugueses até onde estes processos constituem uma ameaça à liberdade que hoje comemoram.

Sem querer parecer demasiado pessimista, creio no entanto que a situação do país não se compadece com o romantismo dos cravos que 1974 tornaria símbolos de liberdade e de esperança.

A maturidade da democracia não acontece, constrói-se. E cada um de nós é mais ou menos responsável pelas soluções adiadas em nome de pequenos poderes ou pequenos interesses.

Porque a história não pára e o tempo de cada um tem limites, urge cada vez mais fazer cumprir Portugal.


Mariana Cascais
Odivelas ,24 de Abril de 2010