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15/10/12
14/09/12
29/08/12
Instituto de Odivelas: Xara Brasil contra o encerramento.
Têm vindo a público algumas notícias sobre o possível encerramento do Instituto de Odivelas ou da sua fusão com o Colégio Militar, o quem qualquer dos casos implica a sua saída do Mosteiro de Odivelas e por conseguinte do Concelho.
Por ser contrário a essa ideia, Xara Brasil, Presidente da Comissão Política do CDS/PP, já manifestou a sua posição em alguns textos publicados no blogue Odivelas Um Rumo e já deu conta dessa posição aos órgãos nacionais do Partido.
Para sustentar a sua opinião, Xara Brasil, indicou as seguintes razões:
As principais razões são fáceis de compreender:
• O I.O. promove um ensino de excelência e não é exclusivo para filhas de militares, funciona como um Colégio Privado;
• A excelência do seu ensino é reconhecida a nível nacional;
• O edifício tem condições ótimas para o ensino;
• Ao contrário do que foi dado como justificação, nem o I.O., nem o Colégio Militar, tem como objetivos no seu programa educativo, preparar alunos para escolas superiores de ensino militar;
• O I.O. é um estabelecimento de ensino com características únicas no País, a qual promove entre outros valores, a disciplina, a capacidade de liderança e o amor à Pátria;
• A diversidade na oferta de metodologia de ensino é uma mais-valia, enriquece a chamada liberdade de escolha e a democracia;
• O funcionamento do I.O., no Mosteiro de Odivelas, contribui para a preservação daquele Monumento, o qual está classificado como Monumento Nacional.
• O I.O. é uma referência local e faz parte da identidade da Cidade e do Concelho;
• Divulga e promove o nome de Odivelas a nível nacional e internacional.
• A excelência do seu ensino é reconhecida a nível nacional;
• O edifício tem condições ótimas para o ensino;
• Ao contrário do que foi dado como justificação, nem o I.O., nem o Colégio Militar, tem como objetivos no seu programa educativo, preparar alunos para escolas superiores de ensino militar;
• O I.O. é um estabelecimento de ensino com características únicas no País, a qual promove entre outros valores, a disciplina, a capacidade de liderança e o amor à Pátria;
• A diversidade na oferta de metodologia de ensino é uma mais-valia, enriquece a chamada liberdade de escolha e a democracia;
• O funcionamento do I.O., no Mosteiro de Odivelas, contribui para a preservação daquele Monumento, o qual está classificado como Monumento Nacional.
• O I.O. é uma referência local e faz parte da identidade da Cidade e do Concelho;
• Divulga e promove o nome de Odivelas a nível nacional e internacional.
09/02/12
Xara Brasil e Armindo Cardoso visitaram Secundária de Caneças.
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| Armindo Cardoso e Xara-Brasil (Caneças 9/2/2012) |
Xara Brasil e Armindo Cardoso visitaram esta manhã a Escola Secundária de Caneças, a qual como é sabida encontra-se em plena fase de remodelação.
O objectivo principal era inteirarem-se do andamento dos trabalhos, do impacto que as obras estão a provocar no normal funcionamento da escola e inteirarem-se de questões relacionadas com o dia-a-dia dos professores, dos alunos e dos auxiliares.
Foi uma visita bastante produtiva, na qual ficou evidente que na área da educação há um longo caminho a fazer.
No final desta visita ambos os dirigentes da Comissão Política do CDS em Odivelas foram disseram: “Segundo nos foi dado a conhecer os trabalhos estão a decorrer dentro da normalidade e tanto os professores como os alunos estão a conseguir conviver bem com elas, o que é bom sinal. Há contudo algumas áreas em que poderemos dar apoio, vamos trabalhar nesse sentido, pois consideramo-las relevantes.”
03/02/12
28/01/12
Odivelas: Nuno Melo questionou a CE sobre a Escola Barbosa du Bocage.
A intenção era requalificar, mas o objetivo falhou.
Em 2008 a Escola Barbosa Bocage, na Póvoa de Santo Adrião, em Odivelas, sofreu obras de melhoramento para aumentar a segurança nas instalações, mas a realidade mostra algo diferente. Os problemas são inúmeros: vedações em ferro com extremidades pontiagudas, muros sem proteção, etc., havendo mesmo registo de alguns acidentes. São visíveis, também, erros de construção, nomeadamente nas instalações sanitárias, e ainda o problema da existência de uma "sala polivalente" que serve de refeitório e ginásio alternadamente. O plano de requalificação da escola estava inserido no Programa Nacional de Requalificação da rede do 1° ciclo do ensino básico e da Educação Pré-escolar (ao abrigo do programa QREN, financiado pela União Europeia).
Alertado para esta situação, o eurodeputado Nuno Melo dirigiu uma pergunta à Comissão Europeia (CE) com o objetivo de saber se esta tem conhecimento da situação. No mesmo requerimento o chefe da delegação do CDS-PP em Bruxelas, quer saber como é que CE interpreta as irregularidades descritas, sendo que a recuperação desta escola foi financiada com fundos europeus. Pergunta, ainda se é, ou não, suposto que os projetos das infraestruturas das escolas já tenham pré-definidos requisitos de segurança e estruturais.
In: Site CDS/PP
17/12/11
Barbosa du Bocage - Para quem não viu.
Muitas pessoas, sabendo que o CDS tem acompanhado desde o início este assunto, perguntaram-me onde podiam ver as imagens que passaram na televisão. Fui procurar e já encontrei, basta clicar aqui e esperar ou avançar até ao minuto 16,15.
13/12/11
Póvoa (Odivelas):Escola Barbosa du Bocage - a "novela" continua.
Depois de há cerca de dois anos termos denunciado os mais variados problemas resultantes das obras de requalificação feitas nesta escola, as quais foram feitas à pressa para as eleições autárquicas de 2009, os problemas, apesar dos milhares de euros que já ali foram gastos, continuam.
Hoje vários jornais, entre eles o Correio da Manhã e o Destak, dão contam destes factos e relatam-nos as preocupações dos pais, Os pais estão muito preocupados porque sabem que todos os dias as crianças correm perigo, "é raro o dia em que não há braços e pernas partidas e que tenham de vir os bombeiros à escola" diz o representante da Associação de Pais".
As criticas são apontadas à Câmara Municipal de Odivelas, "promovemos várias reuniões com a Câmara Municipal e visitas à escola, mas até agora não obtivemos resposta” adianta Maria Ferreira da Associação de Pais.
Paulo Aido, Vereador independente, que também tem abordado por diversa vezes este assunto em Reuniões de Câmara, acusa o executivo municipal, composto por PS e PSD, de ignorar os permanentes avisos.
Hoje vários jornais, entre eles o Correio da Manhã e o Destak, dão contam destes factos e relatam-nos as preocupações dos pais, Os pais estão muito preocupados porque sabem que todos os dias as crianças correm perigo, "é raro o dia em que não há braços e pernas partidas e que tenham de vir os bombeiros à escola" diz o representante da Associação de Pais".
As criticas são apontadas à Câmara Municipal de Odivelas, "promovemos várias reuniões com a Câmara Municipal e visitas à escola, mas até agora não obtivemos resposta” adianta Maria Ferreira da Associação de Pais.
Paulo Aido, Vereador independente, que também tem abordado por diversa vezes este assunto em Reuniões de Câmara, acusa o executivo municipal, composto por PS e PSD, de ignorar os permanentes avisos.
02/11/11
Chove na sala de aula!
Conversa de fim de dia entre um aluno do 3º ano da EB1 Barbosa du Bocage na Póvoa de Sto Adrião e a sua mãe:- Mãe, hoje choveu na sala de aula!
- A sério??
- Sim, formou-se uma poça no tecto e começou a chover. Até fiquei com os cadernos molhados, tiveram que ficar a secar... a professora chamou várias vezes a empregada para vir limpar o chão e tiveram que pôr baldes para a chuva cair lá dentro! Pareciam uma piscina, mãe!
- então e vocês ficaram na sala de aula?
- Á tarde tivemos que mudar para outra sala, mas isto não aconteceu só na minha sala... Houve outras salas onde aconteceu o mesmo!
Esta cena passou-se hoje, primeiro dia util de Novembro, primeiras chuvas (ainda nem chegámos ao Inverno!), numa escola remodelada há 2 anos, e onde os problemas devido à má qualidade das obras se tem vindo a acumular. Como é possivel que chova na sala de aula??? Vai ser assim durante todo o inverno? O que tem a CMO a dizer sobre isto? Espero sinceramente que as crianças não tenham que estar de chapéu de chuva aberto na sala de aulas ou pior: que o tecto não lhes caia em cima!
14/09/11
Regresso às aulas (3)

Já aqui falei sobre o facto de me parecer incrivel que a 15 dias do início das aulas, as escolas não soubessem informar os Encarregados de Educação sobre o dia exacto do início do Ano Lectivo. Mas mais incrivel ainda me parece o seguinte:
- Os horários (falo concretamente da EB 2/3 Carlos Paredes, na Póvoa de Sto Adrião), serão entregues pelo Director de Turma pessoalmente aos alunos no dia da apresentação (ou seja, os pais continuam sem poder organizar quer as suas actividades/horários, quer as dos seus filhos);
- Numa escola onde existe o Regime Articulado, os Encarregados de Educação dos alunos que frequentam o mesmo, têm que marcar as aulas de instrumento na Escola de Música sem saberem qual será o horário dos seus filhos e sujeitando-se a marcar essa hora "em cima" de uma aula na Escola regular.... Como o próprio nome do regime indica, não deveria haver "articulação" entre as Escolas??
Sinceramente, desejo muito boa sorte ao Dr. Nuno Crato, na organização do verdadeiro CAOS em que está transformado o Ensino em Portugal...
09/06/11
Malapata ou incomptência?
A Câmara Municipal de Odivelas continua a ter enorems problemas com o parque escolar, depois de voarem com o vento dois pavilhões ecolares, um em Caneças e outro na Pontinha. dos inúmeros problemas com as recentemente renovadas escolas (Arroja e da Barbosa do Bucage), agora é a vez escola dos Apréstimos.
08/03/11
Sem pavilhões, sem ATL ...
O programa "Nós e a Escola" dá voz à insatisfação dos pais e encarregados de educação de várias escolas de Odivelas que, com a retirada dos pavilhões monobloco, ficam agora sem espaços para as Actividades de Tempos Livres (ATL). E agora, qual a solução para quem deixa os seus empregos às 18h, e não tem onde deixar as crianças? Veja aqui a noticia.
25/02/11
Odivelas - A. Municipal de 24/02/2011 (2)
2ª Nota - Educação
Já aqui denunciámos várias anomalias com os equipamentos escolares, como por exemplo:
-Escola da Arroja – Entre outras coisas uma varanda para as crianças do JI sem a devida protecção (passou mais de um ano e continua na mesma).
- Escola Barbosa du Bocage – Entre várias coisas disseram que seriam feitas reparações no período das férias do Verão, ela começaram precisamente no fim desse período ou seja quando começaram as aulas. Foi dito depois que as obras terminariam no Natal e ainda lá estão.
Pior, é que estão de facto a fazer um telheiro, mas eliminação dos perigos estruturais como muros alto sem protecção e grades com extremidades pontiagudas lá continuam.
- Há um ano com o vento caiu um pavilhão numa escola da Pontinha, valeu não ter sido no período de aulas, na altura afirmou-se que iria ser feita uma inspecção rigorosa a todos os equipamentos semelhantes e passado um ano, com a idêntica sorte de não ser no período de aulas, caiu outro pavilhão com o vento.
Infelizmente não tenho tempo para enumera mais situações, como por exemplo a falta de leite, mas pela gravidade das questões e pela inércia demonstrada, começa a parecer-nos que este pelouro está em tão boas mãos quanto o das actividades económicas.
Já aqui denunciámos várias anomalias com os equipamentos escolares, como por exemplo:
-Escola da Arroja – Entre outras coisas uma varanda para as crianças do JI sem a devida protecção (passou mais de um ano e continua na mesma).
- Escola Barbosa du Bocage – Entre várias coisas disseram que seriam feitas reparações no período das férias do Verão, ela começaram precisamente no fim desse período ou seja quando começaram as aulas. Foi dito depois que as obras terminariam no Natal e ainda lá estão.
Pior, é que estão de facto a fazer um telheiro, mas eliminação dos perigos estruturais como muros alto sem protecção e grades com extremidades pontiagudas lá continuam.
- Há um ano com o vento caiu um pavilhão numa escola da Pontinha, valeu não ter sido no período de aulas, na altura afirmou-se que iria ser feita uma inspecção rigorosa a todos os equipamentos semelhantes e passado um ano, com a idêntica sorte de não ser no período de aulas, caiu outro pavilhão com o vento.
Infelizmente não tenho tempo para enumera mais situações, como por exemplo a falta de leite, mas pela gravidade das questões e pela inércia demonstrada, começa a parecer-nos que este pelouro está em tão boas mãos quanto o das actividades económicas.
20/02/11
Que sina esta!
Todos falam do Vereador das Actividades Económicas e eu não poderia estar mais de acordo, até porque talvez tenha sido o primeiro a dizer que ele teria que largar este pelouro, mas o que haverá a dizer da Vereadora que tem o Pelouro da Educação e da Acção Social?
Já dois Pavilhões cairam com o vento (1 por ano); os defeitos de muitas das escolas que há pouco foram construidas ou renovadas continuam (muitas crianças já se magoaram); o leite falta com frequência; na Cassa Pia, muitas crianças continuam a ir a pé, ladeira a cima, para a escola das Galinheiras (é um bairro escondido, eu sei!).
Já dois Pavilhões cairam com o vento (1 por ano); os defeitos de muitas das escolas que há pouco foram construidas ou renovadas continuam (muitas crianças já se magoaram); o leite falta com frequência; na Cassa Pia, muitas crianças continuam a ir a pé, ladeira a cima, para a escola das Galinheiras (é um bairro escondido, eu sei!).
25/01/11
Barbosa du Bocage - As obras continuam.
Há uns tempos recebi a informação de que as obras da Escola Barbosa du Bocage deveriam estar terminadas no final do Verão (passado), posteriormente, no passado mês de Setembro, porque as obras continuavam, voltei a questionar o executivo municipal sobre o que se estava a passar e nessa altura foi-me dito em Assembleia Municipal que as obras terminariam nas férias do Natal.
Já lá tinha passado no inicio deste mês e as obras continuavam, hoje voltei a visitar a escola e o que voltei a ver foram obras.
Só gostava de saber o que é que diria a língua afiada de Bocage sobre isto.

Só gostava de saber o que é que diria a língua afiada de Bocage sobre isto.

22/01/11
Violência Escolar: aprovados projectos do CDS.
O CDS parece que continua a ser o único partido que se preocupa com a segurança, esta semana foram aprovadas na Assembleia da República duas propostas relacionadas com a escola-segura. Uma tem como objectivo reforçar os meios humanos e materiais, a outra fazer com que o governe envie à Assembleia da República relatórios semestrais.
Uma outra proposta do CDS-PP, que consagrava o crime da violência escolar, foi rejeitada, com os votos contra do BE, PCP e PEV e também dos dois deputados socialistas Vera Jardim e Sousa Pinto.
Sobre este último ponto e sabendo que este é um assunto para ao qual a extrema-esquerda não sabe dar resposta e que os socialistas também têm muita dificuldade, questiono no entanto a actuação do PSD - será que também não tem resposta para os problemas da segurança?
20/01/11
Escola Barbosa du Bocage – Um filme sem fim?
Este é um equipamento que foi feito à pressa com o intuito de ser inaugurado antes das últimas eleições autárquicas. Provavelmente por essa razão a que esta escola foi mal projectada e a obra mal executado.
As queixas dos pais fizeram-se sentir logo no primeiro dia, conforme pode ver aqui. Eu, na qualidade de Deputado Municipal visitei a escola, reuni-me com a Associação de Pais e denunciei esta situação em Fevereiro.
A questão começou a ganhar visibilidade. Tanto os pais como o CDS não se cansaram de lutar para que muitas das anomalias fossem reparadas, por isso as promessas foram sendo feitas, mas a resolução dos problemas sucessivamente adiados.
Estranhamente a direcção da escola, em vez de se colocar ao lado dos pais para defender as crianças, tal como era sua obrigação, foi-se afastando. Pior, foi retaliando.
Para além dos problemas relacionados com a infra-estrutura, começaram a adensar-se os problemas de funcionamento e de relacionamento pais/escola.
Entretanto as obras de construção do telheiro, em vez de terem começado no inicio das férias grandes, tal como era recomendado, começaram finalmente no inicio deste ano lectivo, o que, como é óbvio, não só tem interferiu de forma negativa na produtividade das aulas, como tem piorou as crianças de parte significativa do espaço para recrio.
No final do ano passado questionei mais uma vez o Executivo, foi-me transmitido que as obras estariam terminadas no período de Natal. As obras ainda continuam, por isso percebo agora a razão de não me terem dito o ano do Natal a que se referiram.
Mais grave, é que os problemas têm-se vindo a acumular. As obras, para além do telheiro, até ao momento ainda não eliminaram a quantidade enorme de muros altíssimos, sem qualquer protecção que há por todo os lados e sobre os quais as crianças brincam; a Directora da escola parece estar a exercer o seu trabalho de uma forma cada vez mais deficiente e os pais têm enorme dificuldade em falar com ela; o Sr. Rogério Breia, Presidente da Junta de Freguesia, tal como afirmou ontem no Informalidades, reconhece tudo isto, mas pelo menos em sede de Assembleia Municipal, não interfere.
Este filme, o qual me abstenho de qualificar, parece não ter fim.
As queixas dos pais fizeram-se sentir logo no primeiro dia, conforme pode ver aqui. Eu, na qualidade de Deputado Municipal visitei a escola, reuni-me com a Associação de Pais e denunciei esta situação em Fevereiro.
A questão começou a ganhar visibilidade. Tanto os pais como o CDS não se cansaram de lutar para que muitas das anomalias fossem reparadas, por isso as promessas foram sendo feitas, mas a resolução dos problemas sucessivamente adiados.
Estranhamente a direcção da escola, em vez de se colocar ao lado dos pais para defender as crianças, tal como era sua obrigação, foi-se afastando. Pior, foi retaliando.
Para além dos problemas relacionados com a infra-estrutura, começaram a adensar-se os problemas de funcionamento e de relacionamento pais/escola.
Entretanto as obras de construção do telheiro, em vez de terem começado no inicio das férias grandes, tal como era recomendado, começaram finalmente no inicio deste ano lectivo, o que, como é óbvio, não só tem interferiu de forma negativa na produtividade das aulas, como tem piorou as crianças de parte significativa do espaço para recrio.
No final do ano passado questionei mais uma vez o Executivo, foi-me transmitido que as obras estariam terminadas no período de Natal. As obras ainda continuam, por isso percebo agora a razão de não me terem dito o ano do Natal a que se referiram.
Mais grave, é que os problemas têm-se vindo a acumular. As obras, para além do telheiro, até ao momento ainda não eliminaram a quantidade enorme de muros altíssimos, sem qualquer protecção que há por todo os lados e sobre os quais as crianças brincam; a Directora da escola parece estar a exercer o seu trabalho de uma forma cada vez mais deficiente e os pais têm enorme dificuldade em falar com ela; o Sr. Rogério Breia, Presidente da Junta de Freguesia, tal como afirmou ontem no Informalidades, reconhece tudo isto, mas pelo menos em sede de Assembleia Municipal, não interfere.
Este filme, o qual me abstenho de qualificar, parece não ter fim.
19/12/10
A escola abandonada (2)...
Há pouco de mais de um mês escrevi aqui sobre a Escola EB1 Chafariz d' El Rei na Póvoa Sto Adrião, cujas instalações se encontram abandonadas desde o encerramento da escola em 2009.
No dia 17/11/10, no Informalidades que decorreu na Póvoa, o Sr. Presidente da Junta confirmou que a escola iria dar lugar a uma Esquadra da PSP e que as obras começariam na semana seguinte... Pois é, passou um mês e obras nem vê-las, a menos que as mesmas sejam tão discretas que nem se dê por elas. Não há máquinas ou trabalhadores à vista...O comum habitante da Póvoa que passa em frente à escola todos os dias, pode apenas verificar que o matagal vai aumentando e lixo continua a acomular-se. Ontem, Sábado, por volta da hora de jantar havia uma luz acesa (não, não era a estrela de Natal)... Terão começado as obras ou seria mais uma visita dos seus habituais "visitantes"? Os habitantes da Póvoa Sto Adrião continuam a aguardar... Até lá, votos de um FELIZ NATAL e de um 2011 com uma nova Esquadra!
No dia 17/11/10, no Informalidades que decorreu na Póvoa, o Sr. Presidente da Junta confirmou que a escola iria dar lugar a uma Esquadra da PSP e que as obras começariam na semana seguinte... Pois é, passou um mês e obras nem vê-las, a menos que as mesmas sejam tão discretas que nem se dê por elas. Não há máquinas ou trabalhadores à vista...O comum habitante da Póvoa que passa em frente à escola todos os dias, pode apenas verificar que o matagal vai aumentando e lixo continua a acomular-se. Ontem, Sábado, por volta da hora de jantar havia uma luz acesa (não, não era a estrela de Natal)... Terão começado as obras ou seria mais uma visita dos seus habituais "visitantes"? Os habitantes da Póvoa Sto Adrião continuam a aguardar... Até lá, votos de um FELIZ NATAL e de um 2011 com uma nova Esquadra!
24/11/10
Efeitos da Greve
Não há dúvida que o modo como se diz as coisas é muito importante.
Embora compreendendo os motivos da Greve Geral, respeitando quem a fez e reconhecendo os motivos que levaram tantos profissionais a aderir, como mãe e encarregada de educação custou-me ver o regozijo do lider da Fenprof, que alegremente (como se de um aluno inconsciente se tratasse) declarava "Hoje não há aulas!", "Escolas de todo o país estão encerradas (...), a norte, sul e ilhas!". Que eu ouvisse (e admito que não tenha ouvido tudo) nunca referiu os motivos pelos quais os professores aderiram a mais uma greve, nem nunca se referiu directamente à classe que representa.
É bom para o país que não haja mais um dia de aulas nas escolas públicas?? Somado aos dias em que também não há aulas porque falta água, gaz, professores, ou simplesmente porque é dia de S. Martinho e "vamos passar todo o dia a fazer um magusto"...
Confesso que não consigo perceber o motivo de tanta alegria. Para mim, qualquer dia em que os meus filhos não tenham aulas por qualquer um destes motivos e que o país desinvista na formação das gerações futuras, só pode ser motivo de tristeza e de preocupação.
Embora compreendendo os motivos da Greve Geral, respeitando quem a fez e reconhecendo os motivos que levaram tantos profissionais a aderir, como mãe e encarregada de educação custou-me ver o regozijo do lider da Fenprof, que alegremente (como se de um aluno inconsciente se tratasse) declarava "Hoje não há aulas!", "Escolas de todo o país estão encerradas (...), a norte, sul e ilhas!". Que eu ouvisse (e admito que não tenha ouvido tudo) nunca referiu os motivos pelos quais os professores aderiram a mais uma greve, nem nunca se referiu directamente à classe que representa.
É bom para o país que não haja mais um dia de aulas nas escolas públicas?? Somado aos dias em que também não há aulas porque falta água, gaz, professores, ou simplesmente porque é dia de S. Martinho e "vamos passar todo o dia a fazer um magusto"...
Confesso que não consigo perceber o motivo de tanta alegria. Para mim, qualquer dia em que os meus filhos não tenham aulas por qualquer um destes motivos e que o país desinvista na formação das gerações futuras, só pode ser motivo de tristeza e de preocupação.
08/10/10
Repostas da C.M.Odivelas às questões levantadas no P.A.O.D. (2-B).
Questão 2-B.
(Escolas Barbosa du Bocage)
Questões:
1 - porque é que as obras que lá se verificam e tendo em conta a sua dimensão só foram iniciadas cerca de uma semana antes das aulas terem começado. Hoje, provocando inúmeros transtornos ao normal funcionamento estão lá a trabalhar máquinas e pessoas estranhas ao serviço.
2 - para quando é que está previsto o fim das mesmas.
3 - se para além do telheiro estas obras contemplam a eliminação dos muros existentes os quais são altos e não têm protecção;
4 - se as obras contemplam o rebaixamento da janela da portaria (as crianças passam por baixo);
5 - se as obras contemplam a eliminação das arestas de ferro pontiagudas existentes nas cercas ou em cancelas de baixa altura;
6 - se a ginástica e as refeições vão ser feitas no mesmo espaço físico (Ginásio).
Resposta:
A obra de construção do Telheiro será feita em 60 dias, não sendo o atraso da nossa responsabilidade directa.
Comentário:
O que dizer? Só é dada resposta a uma das questões, sobre a qual “sacodem a água do capote” e às outras não se dignam a responder.
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