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15/09/10

Olival Basto – Comércio em estado de emergência.

Dentro do desenvolvimento de um projecto Pensar Portugal – Comércio Local, visitei ontem a freguesia do Olival Basto, onde percorri a pé algumas das principais ruas e onde contactei com vários comerciantes.

Registei como facto de grande preocupação o estado em que se encontra o Comércio Local, em apenas duas ruas, Rua de S. Tomé e Príncipe e Rua de Timor, cerca de 20 estabelecimentos comerciais fecharam nos últimos dois anos. Alguns já reabriram e já voltaram a fechar, estando neste momento todos estes espaços sem qualquer utilização.

Esta situação é alarmante, não só porque possivelmente é reflexo das dificuldades financeiras que atravessam as pessoas que vivem no Olival, como reflecte a peca de vários postos de trabalho, como contribui para a perca de identidade e de locais de sociabilização, como também dá ar triste à freguesia.

Perante o que vi posso considerar que o comércio no Olival está em estado de emergência.






10/09/10

Caneças - Festival da Sopa já começou.


A VII edição do já conhecido Festival da Sopa de Caneças já começou, na cerimónia de abertura, onde estiveram presentes vários autarcas do Concelho, marcaram presença Laurinda Cardoso, representante do CDS na Assembleia de Freguesia de Caneças e o Vice-Presidente da Concelhia de Odivelas Armindo Cardoso.

Este evento estende-se por todo o fim-de-semana e as sopas são óptimas.

08/09/10

Mais uma vez tivemos razão.

Muitas das críticas que o CDS-PP tem feito à actual gestão municipal, estão relacionadas com o pouco rigor que é colocado na gestão do dinheiro público.

Há muito tempo que vimos afirmando que custos derivados de obras mal executadas ou mal projectadas, de projectos descabidos ou megalómanos são inadmissíveis. Odivelas está empestado destes casos e quando à incompetência e à insensibilidade financeira, se junta a pressa em alturas eleitorais o resultado é catastrófico.

Infelizmente, porque o dinheiro faz falta para muitas outras coisas, em Odivelas há muitos exemplos destes, o Jardim da Música, a Escola Barbosa do Bocage (Póvoa), da Escola da Arroja, o Canil Municipal e do parque de estacionamento Egas Moniz são só alguns deles.

Quer em sede de Assembleia Municipal, quer em intervenções públicas, quer em várias outras circunstâncias, há muito tempo que temos vindo a alertar para este facto. Como é óbvio, quando o fazemos, ou desmentem, ou fazem ouvidos moucos, ou desviam atenções, ou não nos respondem com verdade. O problema é que mais cedo ou mais tarde a verdade aparece e o que nós dizemos acaba por se confirmar.

Esta semana foi a vez de se confirmar um destes factos, desta vez relacionada com o Jardim da Ribeirada, o qual ficou destruido ao fim de pouco mais que um mês. É que depois da Dr.ª Susana Amador ter afirmado no inicio do ano que seria o construtor a ter que suportar a reparação da obra, vem agora um dos seus vereadores afirmar que é a Câmara que está a reparar todo o prejuízo. Recordo que a inauguração foi feita em Novembro do ano passado e que a dita empreitada custou cento e quarenta mil euros.
Parece-me contudo, a ver pela entrevista e pelo que observei hoje que esta novela não vai acabar por aqui.





05/09/10

Amanhã (Domingo) estaremos "Pensar Odivelas".


Incluidos num dos Grupos de Reflexão do Pensar Odivelas, amanhã a partir das 10.00 h. muitos de nós estarão reunidos a preparar a apresentação de um projecto de apoio à economia local.

02/09/10

Parque Egas Moniz – Mais um chumbo.


Desde há vários meses que têm sido levantadas, tanto em reuniões de Câmara, como na Assembleia Municipal, como na imprensa, várias questões sobre este parque de estacionamento, o qual foi inaugurado no passado dia 25 de Abril (+/- 4 meses).

Pese o facto de as tarifas já terem sido alteradas após a inauguração (única sugestão aceite pela Câmara), o referido espaço continua a ter uma ocupação e uma rentabilidade abaixo do que era expectável. Nesse sentido já foram feitas várias sugestões e recomendações para que este espaço possa ser rentabilizado e para que melhor sirva a população. O CDS-PP, para além de já ter alertado a Câmara em sede de A. Municipal para os elevados custos das avenças nocturnas e para o horário desajustado, também já fez uma proposta que visava isentar o pagamento da primeira hora a quem fizesse compras no Comércio Local. A tudo, este executivo municipal tem feito ouvidos moucos.

Ontem, segundo consta na imprensa local, o Vereador Paulo Aido, eleito pela Coligação “Em Odivelas Primeiro as Pessoas”, propôs em Reunião de Câmara que fosse feita “uma avaliação trimestral sobre o serviço prestado e encargos decorrentes, dados tão simples como a receita por tipo de taxa, ocupação média diária, custos de exploração e manutenção, bem como os de divulgação e análise de receitas, contudo e para não variar, esta proposta foi chumbada com os votos contra do P.S. e P.S.D..

Como diz o povo “o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”, mas com este tipo de comportamento e neste caso, o mais provável é que nunca se endireite.



Nota:
A Justificação do chumbo deesta proposta, à semelhança de outras, também não deixa de ser curiosa - «Por temer que isso abrisse um precedente que poderia tornar as Reuniões de Câmara num espaço de leitura de relatórios».

01/09/10

Pensar Odivelas.

O grupo de trabalho e reflexão que é responsável pela área economica, o qual foi criado no âmbito do "Pensar Odivelas", tem em fase adiantada o seu primeiro projecto. É um projecto de enorme importancia para o Concelho de Odivelas pois visa dinamizar e fomentar o crescimento do Comércio Local.

Embora esteja em fase adiantado, é para ser apresentado no final deste mês ou no inicio de Outubro, este trabalho ainda não está concluido, razão pela qual Xara Brasil (Presidente da Concelhia) renovou hoje, no blogue Um Rumo, um convite à participação de todos.

18/08/10

Desemprego de longa duração bate record em Portugal.

O desemprego de longa duração em Portugal, seguno o I.N.E., bateu no segundo treimestre deste ano um novo record. Dos mais de 590.000 desmpregados, 326.000 estão despregados há mais de um ano e entre estes, 54 por cento (176.000) procuram trabalho há mais de dois anos.
Sobre este assunto Xara-Brasil, o presidenteda Concelhia do CDS-PP lança hoje, num post "Desemprego - O Mais grave está a chegar?" publicado no blogue Um Rumo, duas questões:

1º) Como vão viver estas pessoas sem o subsidio de desemprego?

2º) Como vão reagir as empresas quando chegar alguém, com as mesmas qualificações/características de um funcionário que lá esteja a trabalhar, a oferecerem-se para exercer a mesma função por um valor muito inferior?

06/08/10

Convite à participação.

Como referi em posts anteriores iniciámos nesta concelhia um projecto com o nome Pensar Odivelas.

Este projecto tem grupos de reflexão e trabalho, os quais são constituídos pelos mais variados tipos de pessoas (filiados e não filados). Uns estão vocacionados para exercerem trabalho sobre cada uma das freguesias e outros para o exercer sobre áreas específicas.

Um dos grupos, o das Actividades Económicas, está durante o mês de Agosto a desenvolver um trabalho nessa área, mais concretamente um projecto no sentido de apoiar o Comércio Local, o qual como todos sabem atravessa inúmeras dificuldades.

Nesse âmbito, para além de vos convidar a participar em alguns destes grupos (são abertos a todos), venho agora, muito especificamente solicitar por este meio que nos dêem sugestões e ideias sobre o que poderá ser feito.

As respostas podem ser enviadas para: cdsodivelas@gmail.com

25/06/10

Parque de Estacionamento Egas Moniz - A proposta do CDS-PP na imprensa local.


Foi publicada hoje na imprensa local (odivelas.com) a Nota Informativa respeitante à proposta que o CDS-PP apresentou, na semana passada, na A.Municipal.

Esta proposta foi chumbada com os votos contra do P.S. e abstenção do P.S.D. e da C.D.U..

22/06/10

Odivelas - Comércio Local.


Ontem em Caneças e esta tarde em Odivelas, tive a oportunidade de visitar vários estabelecimentos comerciais e falar com vários comerciantes, o descontentamento é generalizado.

As principais preocupações estão relacionadas com a inactividade e falta de apoio dos órgãos autárquicos, com a segurança, com a falta de estacionamento e com a quebra do poder de compra.

20/06/10

Debate do MOC - Comércio Local.


O recém eleito Presidente da Concelhia do CDS-PP foi um dos oradores convidados pelo MOC para participar no debate sobre o Comércio Local.

O teor da sua intervenção pode ser visto aqui, contudo não podemos deixar de salientar a referencia feita por toda a imprensa local, Odivelas.com, e Nova Odivelas (pag.5).

18/06/10

Odivelas - Afinal quem defende o Comércio Local?


A bancada do CDS-PP na Assembleia Municipal de Odivelas apresentou ontem no plenário uma proposta que tinha dois objectivos:
- 1º Apoiar o Comércio Local;
- 2º rentabilizar o investimento e custos no Parque de Estacionamento Egas Moniz.

De salientar que esta proposta, uma vez que o parque está subutilizado, não acarretaria despesas ou quebras de receitas para o município, bem pelo contrário, até significaria um acréscimo de receitas. Este acréscimo de receitas poderia ser conseguido como é evidente através dos estacionamentos que excedessem uma hora de parqueamento, bem como indirectamente através das receitas municipais provenientes de derrama, de IVA e de IRS.

Como se vê, para a Câmara seria uma receita, para o Comércio Local seria, para além de um sinal positivo, uma oportunidade para ter mais alguns clientes, os quias de outra forma não terão e para a população, seria uma melhoria na sua qualidade de vida, sem que a mesma representasse um custo acrescido.

Contudo, apesar da mais-valia evidente desta proposta, ela foi chumbada pelo P.S. que votou contra, com alegações tão disparatadas como estas:
- Esta é uma zona de comércio de proximidade;
- Se fosse perto do Metro justificava-se;
- Não se justificava para uma pessoa que estacionasse ali o carro e fosse a pé às Patameiras.

Para além disso, esta proposta contou com abstenção do P.S.D., alegadamente por não ter tido tempo para a estudar, e da C.D.U.. O B.E., independentemente das diferenças ideológicas que o separam do C.D.S.-P.P. teve a hombridade de a votar favoravelmente, assim como o M.P.T. também.

Proposta de Recomendação do CDS-PP na Assembleia Municipal de Odivelas.


Recomendação.

Parque Egas Moniz ao Serviço do Comércio Local
.


Tendo em conta a pouca ocupação que tem tido o parque Egas Moniz, a sua localização (centro da cidade de Odivelas), as dificuldades que atravessa grande parte dos comerciantes do concelho, a responsabilidade que tem esta Câmara Municipal no apoio ao Comércio Local e o facto da recomendação abaixo descrita não acarretar custos acrescidos para o Município, vem a Assembleia Municipal de Odivelas, reunida a 17 de Junho de 2010, recomendar ao Executivo Municipal que tome medidas de forma a isentar o pagamento do estacionamento, na primeira hora, no Parque de Estacionamento Egas Moniz, a quem nesse dia, através do comprovativo de compra devidamente datado e legal (factura ou similar), comprovar a aquisição num estabelecimento da freguesia de valor igual ou superior a 10,00 euro.


Nota: Após ter sido levantada a questão, pela Bancada do P.S. e da C.D.U., sobre o valor da aquisição, igual ou superior a 10,00, o C.D.S.-P.P. aceitou rever esse valor e até anulá-lo.

17/06/10

Comércio Local - Resumo da minha intervenção.


Na sequência da minha presença no debate organizado pelo M.O.C., em que o tema foi o Comércio Local, passo a colocar aqui, de forma reduzida, o teor da minha intervenção.

1 - A Importância do Comércio Local na Actual Conjuntura do Município de Odivelas.

Em primeiro lugar considero que o maior problema deste município é questão económica e a incapacidade que há para gerar mais receitas do que despesas de forma a gradualmente eliminar a grande parte da divida existente.

Para isso há dois caminhos, um reduzir despesa e outro, aumentar a receita. Dado o tema do debate ser o que era, foi precisamente pela forma de gerar riqueza, ou seja, de aumentar a receita através do Comércio Local que centrei as minhas intervenções.

Antes de mais considero que esta é a via pela qual se poderão conseguir obter resultados mais cedo, mas isso só será possível se houver um projecto com cabeça, tronco e membros.


2 - Fundamentos básicos para a elaboração de um projecto.

Considero que para desenvolver o Comércio Local terá que ser criada uma dinamização de vários agentes, nomeadamente, os económicos (comerciantes), sociais, culturais e desportivos.

Porquê? Porque estas são as forças vivas do concelho e para além disso, dispões de recursos físicos, técnicos e humanos, os quais ao serem utilizados permitirão uma racionalização de custos e a mobilização de muitos milhares de pessoas.

3 - Como é que poder ser alavancada esta mobilização?

Em primeiro lugar temos que ter a percepção do clima instalado entre Estado/Câmara e as entidades que têm que estar envolvidas (económicas, sociais, culturais e desportivas), ora vejamos:

- O estado e as câmaras agem como monopolista e são como uma espécie de sócio maioritário;
- Não tem responsabilidade na gestão;
- Não tem sensibilidade aos problemas das empresas e dos comerciantes, pois a maior parte dos políticos são de carreira e por isso conhecem pouco mais que os seus gabinetes e as “querelas” partidárias;
- Está sempre a ver como pode “sacar mais”, seja, através de impostos, taxas ou multas;

Isto faz que o empresário e o comerciante, já por si descapitalizado, andem permanentemente à procura de formas para escapar a esta pressão. É o jogo do gato e do rato.
Posto isto, o primeiro passo é inverter este paradigma. Para isso, é absolutamente necessário:

- Que o comerciante e o empresário têm sejam vistos e entendidos como parceiros da câmara e não, unicamente, uma fonte de receita.
-Têm que se sentar à mesa, traçar objectivos, linhas de orientação, projectos, regras e ser claros nas expectativas que cada um tem.
- Ambos terão, depois disso, que ter a noção e a obrigação que têm de cumprir com o combinado.

4 - O que não pode e o que deve fazer a Câmara?

4.1 - O que não pode fazer a Câmara neste processo:

- Criar falsas expectativas;
- Tomar medidas avulsas, sem que as mesmas façam parte de um projecto integrado e pré-definido, isso correrá sérios riscos de insucesso;
- Fingir que faz;
- Tomar medidas incompreensíveis como a subida descabida das taxas municipais;
- No fundo comportar-se como inicialmente disse, sócio maioritário, sem sensibilidade, que tem como objectivo sacar a massa e tirar umas fotos bonitas para a comunicação social.


4.2 - O que pode fazer a Câmara neste processo:

- Fazer o enquadramento da situação;
- Definir objectivos claros quantitativos e qualitativos;
- Traçar o esboço de um projecto de dinamização do comércio local;
- Promover com os comerciantes uma relação de proximidade e de parceria, de forma a conquistar a confiança destes;
- Um projecto deste tipo tem que envolver o maior número possível de entidades do concelho, económicas, culturais, desportivas e sociais. Tem que pensar na requalificação dos centros históricos, na globalidade do concelho, na mobilidade e nas acessibilidades. Tem que ser claro na previsão da rentabilidade (IRS, Derrama, Taxas, IMI, etc.);
- Uma possibilidade é alocar parte da receita proveniente da Derrama (+/-2.000.000,00 euros.) e das taxas municipais a este projecto.


5 - Advertência/Aviso aos comerciantes.

Os comerciantes não podem estar só a apontar o dedo à Câmara, têm que se mexer, têm que se adaptar às novas realidades, têm que aceitar a mudança e acreditar que a mesma é uma oportunidade para melhorar. Os comerciantes não podem ficar à espera que a Câmara apareça com uma solução milagrosa para resolver os seus problemas, isso não vai acontecer. Têm que ter criatividade, união e capacidade de apresentar propostas ao município.